PMDB fará reunião esvaziada para “romper” com governo Dilma

Reunião do diretório nacional do PMDB, nesta tarde, em Brasília, convocada para aprovar o rompimento do partido com o governo Dilma Rousseff, ocorrerá sob o signo do esvaziamento; principais caciques regionais da legenda combinaram com o Palácio do Planalto de faltar ao evento; vice-presidente da República, Michel Temer, por exemplo, não vai comparecer ao encontro para “não influenciar na decisão”; decisão por “aclamação” será proforma, pois seis ministros lutarão para permanecer nos respectivos cargos; novo chefe da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à imprensa estrangeira, havia informado ontem (28) que Dilma governará numa coalizão com 50% do PMDB, ou seja, os peemedebistas desembarcarão hoje "pero no mucho".

Reunião do diretório nacional do PMDB, nesta tarde, em Brasília, convocada para aprovar o rompimento do partido com o governo Dilma Rousseff, ocorrerá sob o signo do esvaziamento; principais caciques regionais da legenda combinaram com o Palácio do Planalto de faltar ao evento; vice-presidente da República, Michel Temer, por exemplo, não vai comparecer ao encontro para “não influenciar na decisão”; decisão por “aclamação” será proforma, pois seis ministros lutarão para permanecer nos respectivos cargos; novo chefe da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à imprensa estrangeira, havia informado ontem (28) que Dilma governará numa coalizão com 50% do PMDB, ou seja, os peemedebistas desembarcarão hoje “pero no mucho”.

O Blog do Esmael apurou que a reunião do diretório nacional do PMDB, logo mais, às 15 horas, convocada para aprovar o rompimento do partido com o governo Dilma Rousseff, ocorrerá sob o signo do esvaziamento.

Os principais caciques regionais peemedebistas combinaram com o Palácio do Planalto não dar as caras no evento “radical demais” para a entrega de cargos.

Nem o próprio vice-presidente da República, Michel Temer, vai comparecer ao encontro desta tarde. Ele disse que faltará à reunião para “não influenciar na decisão”.

Embora um ministro, Henrique Alves (RN), tenha pedido demissão do Turismo ontem (28) à noite, e a decisão de hoje seja por “aclamação”, a tendência é de que outros seis correligionários alojados na Esplanada dos Ministérios lutem para permanecer no cargo.

Também ontem, em entrevista à imprensa estrangeira, o novo ministro da Casa Civil Luiz Inácio Lula da Silva informou que Dilma governará numa coalizão com 50% do PMDB. Ou seja, os peemedebistas desembarcarão hoje “pero no mucho”.

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