Após indiciamento de Richa na PGR, Gaeco cumpre mandados da Publicano

gaecoNo dia seguinte à confirmação do indiciamento do governador Beto Richa (PSDB) pela Procuradoria Geral da República (PGR), por corrupção na Receita Estadual, eis que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) voltou às ruas na manhã desta quinta-feira (8) para cumprir mandados de prisão por lavagem de dinheiro na Operação Publicano.

De acordo com o promotor Jorge Costa, coordenador do Gaeco, trata-se de uma terceira fase da Operação Publicano, dessa vez com a vertente de enfrentar a lavagem de dinheiro. “Buscar uma parte do dinheiro desviado”, afirmou Costa.

O Gaeco rastreou cerca de R$ 6 milhões, que os investigadores apontam como “comprovadamente oriundo de corrupção”. O rastreamento identificou essa quantia em bens móveis e imóveis. Os nomes das pessoas presas ainda não foram divulgados. As informações são do blogueiro londrinense Fábio Silveira, do Baixo Clero.

Ainda ontem, o indiciamento de Beto Richa por corrupção e viagem do tucano para Rússia geraram bate-boca na Assembleia Legislativa.

O deputado Tadeu Veneri (PT), líder da oposição, exigiu que Beto Richa apresente na volta relatório do tour que fará pela França, Rússia e China.

Os deputados Requião Filho (PMDB) e Hussein Bakri (PSC) quase saíram no tapa. Barki, mais realista que o rei, sai em defesa de Richa: “Ninguém é culpado até transitado julgado. O seu pai [Roberto Requião] também é investigado”, afirmou.

Com informações do Blog Baixo Clero.

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