Preterido por Richa no Trabalho, Rossi assume conselho de R$ 10 bilhões

rossi_calote_richaHá males que vêm para o bem, diz o ditado. Que o diga o sindicalista Paulo Rossi, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), o “pelego de estimação” do secretário Municipal de Governo de Curitiba, Ricardo Mac Donald.

Após perder batalha pela Secretaria do Trabalho e ser preterido pelo governador Beto Richa (PSDB), Rossi foi eleito vice-presidente do comitê de investimento do bilionário FI-FGTS. Trata-se do maior fundo de investimentos em infraestrutura do Brasil, com caixa de R$ 10 bilhões.

Desde outubro de 2014, o FI-FGTS não se reunia. As reuniões mensais foram sucessivamente adiadas em função da Operação Lava Jato. Como discutir a concessão de financiamento se boa parte dos pleitos vem de empresas ligadas ao escândalo?

Enquanto Richa não tem um tostão para pagar sequer os professores e servidores do estado, Rossi tem caneta para investir bilhões em obras de portos, aeroportos, rodovias, saneamento e energia.

Resumo da ópera: vingança é um prato que se come frio.

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