Fruet “libera” vice Mirian Gonçalves para a greve da APP-Sindicato

Vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves, secretária Municipal do Trabalho, virou estrela de movimentos grevistas no Paraná; petista está sendo disputada, por grupos, para subir em caminhão de som na paralisação de educadores a partir do próximo dia 23 de abril; em março, ativismo e apoio da musa das greves! ao movimento paredista na educação municipal da capital causou paúra em Gustavo Fruet, que cogitou demiti-la do Trabalho; entretanto, prefeito curitibano agora libera! Mirian para protestar no carro de som da APP-Sindicato contra o governador Beto Richa.

Vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves, secretária Municipal do Trabalho, virou estrela de movimentos grevistas no Paraná; petista está sendo disputada, por grupos, para subir em caminhão de som na paralisação de educadores a partir do próximo dia 23 de abril; em março, ativismo e apoio da musa das greves! ao movimento paredista na educação municipal da capital causou paúra em Gustavo Fruet, que cogitou demiti-la do Trabalho; entretanto, prefeito curitibano agora libera! Mirian para protestar no carro de som da APP-Sindicato contra o governador Beto Richa.

A vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves (PT), está sendo muito requisitada para subir no caminhão de som na greve de educadores a partir do dia 23 de abril. As negociações já começaram. A categoria vai parar por tempo indeterminado contra calotes do governador Beto Richa (PSDB).

Em março, a petista subiu no palanque de grevistas do magistério da capital que reivindicavam melhores salários. A atitude da vice causou paúra no prefeito Gustavo Fruet (PDT) que, de acordo com informações de bastidores, chegou cogitar sua demissão da Secretaria Municipal do Trabalho.

Agora a greve prevista para daqui a duas semanas é contra o governador tucano, que fica no Palácio Iguaçu, do outro lado do Centro Cívico. Fruet não deverá se opor a Mirian, a musa das greves, caso ela decida subir no caminhão de som da APP-Sindicato. Azar de Richa.

Os trabalhadores da educação do Paraná vão à s ruas, a partir de 23 de abril, reivindicar as seguintes promessas não cumpridas pelo governador: 33% da hora-atividade para professores; melhor atendimento da saúde pública aos educadores; pagamento de R$ 100 milhões de avanços atrasados; reajuste real aos funcionários; alteração dos contratos PSS; cumprimento da Lei do Piso; enquadramento de aposentados no Nível II; e hora-aula para educação especial.

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