28 de julho de 2014
por esmael
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Conselho de Segurança da ONU pede cessar-fogo imediato em Gaza

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) formalizou na madrugada de hoje (28), em Nova York, uma declaração apelando para um cessar-fogo humanitário imediato e incondicional! entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza. Aprovada por unanimidade pelos 15 membros do conselho, a declaração pede para as partes envolvidas no conflito aplicarem totalmente! o cessar-fogo durante a celebração do fim do Ramadã, esta semana, e estenderem para além desse período, buscando uma negociação da paz na região.

As 15 nações apelaram ao respeito pleno do direito humanitário internacional, sobretudo no que diz respeito à  proteção dos civis! e enfatizaram que as instalações civis e humanitárias, incluindo as da ONU, devem ser respeitadas e protegidas!. Há três dias, um bombardeio atingiu uma escola da ONU em Gaza. A declaração também cobra de ambas as partes o esforço de implementar um cessar-fogo duradouro e totalmente respeitado, baseado na iniciativa de mediação egípcia!.

O Conselho de Segurança também ressaltou a necessidade de fornecimento imediato de assistência humanitária à  população da Faixa de Gaza, com o aumento das contribuições dos países ao Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). Além dos cinco membros permanentes (Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido e França), os dez membros eleitos que compõem o conselho atualmente são: Argentina, Austrália, Chade, Chile, Coreia do Sul, Jordânia, Lituânia, Luxemburgo, Nigéria e Ruanda.

O Conselho de Segurança é o único órgão do sistema internacional capaz de adotar decisões obrigatórias para todos os Estados-Membros da ONU, podendo, inclusive, autorizar intervenção militar para garantir a execução de suas resoluções. Dos 15 países do conselho, cinco são membros permanentes !“ Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China !“ e dez são rotativos, ficando dois anos no órgão e sendo substituídos. O voto negativo de apenas um membro permanente configura veto a uma eventual resolução do conselho.

A declaração foi divulgada logo depois da reunião de emergência, ocorrida à  meia-noite (1h no horário de Brasília), entre os 15 países-membros do Conselho de Segurança. Desde o início do mais recente conflito e

24 de julho de 2014
por esmael
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Israel critica, mas Brasil mantém condenação ao terror em Gaza

O governo de Israel criticou a postura do governo brasileiro de convocar o embaixador em Tel Aviv para consultas e de! publicar duas notas em uma semana condenando a escalada da violência entre Israel e Palestina. Em comunicado à  imprensa, o Ministério das Relações Exteriores de Israel manifestou desapontamento! diante das críticas do Brasil.

Ato contínuo, o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, defendeu hoje (24) a posição do governo brasileiro que condenou energicamente o uso desproporcional da força! por Israel em conflito na Faixa de Gaza. Condenamos a desproporcionalidade da reação de Israel, com a morte de cerca de 700 pessoas, dos quais mais ou menos 70% são civis, e entre os quais muitas mulheres, crianças e idosos. Realmente, não é aceitável um ataque que leve a tal número de mortes de crianças, mulheres e civis”, disse o ministro. “E é sobre esse fato que essa nova nota fala!, ressaltou Figueiredo em entrevista.

O ministro lembrou que, na semana passada, o Itamaraty já havia divulgado nota condenando o movimento islâmico Hamas pelos foguetes lançados contra Israel, e também Israel pelo ataque à  Faixa de Gaza. Israel se queixa que, na última nota, não repetimos a condenação que já tínhamos feito. A condenação que já tínhamos feito continua somos absolutamente contrários ao fato de o Hamas soltar foguetes contra Israel. Isso se mantém. Não há dúvida. Não pode haver dúvida disso!, afirmou Figueiredo.

Ele acrescentou que a última nota do Itamaraty não omite nada que foi dito antes. “Ao contrário, a gente pede o cessar-fogo imediato. Cessar-fogo quer dizer o quê? [Cessarem] os ataques das duas partes. Não há cessar-fogo unilateral, não é isso que a gente pede. A gente pede que as duas partes parem os ataques. Isso permanece.!

via Agência Brasil, editado.