Segundo o ex-governador Roberto Requião (PT), ele foi chamado a Brasília pela sua filha, Roberta, para passar o Natal e o fim de ano.
Ele jura que não haverá agenda política nos dias finais de 2023, embora, no Distrito Federal, ele consiga enxegar pela sua janela o Palácio do Planalto e a Esplanada dos Ministérios.
Requião afirma que está com sebo nas canelas para concorrer ao Senado em eleição suplementar, caso o senador Sergio Moro (União-PR) seja realmente cassado pelo TRE-PR no começo do ano que vem.
Em uma enquete realizada em seu perfil no X, antigo Twitter, Requião ficou com 51,3%, seguido de Gleisi Hoffmann, presidenta do PT, com 43,4%.
Noutro cenário, sem Requião, deu Gleisi com folga.
Pela lógica da política e do PT, a julgar pelas enquetes do ex-governador, quem é Requião é Gleisi e quem é Gleisi é Requião no Paraná.
A disputa pelo Senado em eleição suplementar, se houver, desenha-se cruenta porque será uma disputa que “ninguém perde nada” – em tese.
A lista de pretendentes à vaga de Moro é grande, a começar pelo PT: além de Requião e Gleisi, Zeca Dirceu, Arilson Chiorato, Carol Dartora, Requião Filho e Renato Freitas.
Em outras agremiações: Paulo Martins e Michelle Bolsonaro, do PL; Rafael Greca e Beto Preto, do PSD; Alvaro Dias (PODE); e Beto Richa (PSDB), agora declarado inocente pelo STF.
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Jornalista e Advogado. Especialista em política nacional e bastidores do poder. Desde 2009 é autor do Blog do Esmael.




