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Gleisi Hoffmann denuncia perseguição da extrema direita a Janja

Perseguição contra Janja. A primeira-dama do Brasil voltou a ser alvo de ataques da extrema direita e da velha mídia, o que provocou uma dura reação da ministra Gleisi Hoffmann neste sábado (5). Segundo a petista, por trás das críticas há machismo e tentativa de enfraquecer o governo Lula.

Em uma postagem contundente nas redes sociais, Gleisi Hoffmann não deixou barato: chamou os críticos de machistas e extremistas de direita. A ministra da Secretaria de Relações Institucionais lembrou que a atuação de Janja segue rigorosamente as normas legais e de representação do cargo.

“É por isso mesmo que ela incomoda tanto os machistas e é perseguida pela extrema-direita”, escreveu.

O estopim foi uma representação apresentada ao TCU por deputados bolsonaristas, questionando viagens oficiais da primeira-dama. A ofensiva inclui até um projeto de lei para restringir sua atuação diplomática.

Gleisi não está sozinha nessa defesa. A queda de popularidade de Janja em pesquisas recentes da Quaest — de 41% para 22% de aprovação — acendeu alertas no Planalto. Mas, como aponta o Blog do Esmael, os ataques escondem outro propósito: antecipar a disputa eleitoral de 2026.

A estratégia é antiga: atacar as mulheres para atingir os homens no poder. No caso de Janja, o machismo se soma à tentativa de desestabilizar o presidente Lula.

Lula e Janja após a alta médica do presidente. Foto: Ricardo Stuckert
Lula e Janja após a alta médica do presidente. Foto: Ricardo Stuckert

“Essa manobra sórdida visa, na verdade, blindar o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cujo desempenho na economia tem sido alvo de críticas”, denunciamos em fevereiro.

A denúncia de misoginia institucionalizada na cobertura jornalística também é forte. A imprensa tradicional tem escalado jornalistas mulheres para desferirem as críticas mais duras contra Janja, numa tentativa perversa de evitar a pecha de machismo.

“Falta sororidade”, afirma a análise do Blog, reforçando que muitas profissionais aceitam o papel de “linha de frente” de uma agenda machista para agradar seus chefes.

É importante separar o joio do trigo. Não é Janja quem define a política fiscal, tampouco comanda o Banco Central.

O povo quer comida na mesa, emprego e salário digno. Atacar a primeira-dama é um atalho covarde para evitar a crítica direta a ministros como Fernando Haddad ou Rui Costa.

❓ Por que Janja está sob ataque

Quem está atacando Janja Lula da Silva?

Setores da extrema direita, parlamentares bolsonaristas e parte da velha mídia vêm promovendo ataques à primeira-dama com viés machista e político.

Por que Janja se tornou alvo da extrema direita?

Porque ela representa uma figura feminina ativa e influente ao lado do presidente Lula, quebrando padrões conservadores de “primeira-dama decorativa”.

Qual foi a reação de Gleisi Hoffmann aos ataques?

A ministra acusou diretamente os detratores de machismo e disse que as críticas não têm fundamento legal nem institucional.

Sim. Segundo a AGU, cônjuges de presidentes podem exercer papel representativo, diplomático e cultural — como Janja vem fazendo.

Os ataques a Janja afetam o governo Lula?

A tentativa é essa. Há o risco de desgaste simbólico, mas o verdadeiro foco deve estar na condução da economia e no atendimento às demandas populares.

Janja é vítima de um ataque orquestrado, machista e covarde. Gleisi Hoffmann acerta ao levantar a voz contra essa onda de misoginia que tenta calar mulheres atuantes na política. Ao invés de atacar a primeira-dama, o debate deveria mirar os gargalos reais do governo: a economia e a desigualdade social.

Você também percebe machismo nos ataques a Janja? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe este conteúdo nas redes!

Janja da Silva é alvo de corvadia da velha mídia. Foto: Ricardo Stuckert
Janja da Silva é alvo de corvadia da velha mídia. Foto: Ricardo Stuckert

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