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Pedágio é canalhice geral da administração pública no Paraná e no Brasil, diz Requião

O ex-senador Roberto Requião (MDB-PR), em pré-campanha para voltar ao governo do Paraná, disse em vídeo que o pedágio é uma canalhice geral da administração pública no estado e no Brasil.

O emedebista lembrou que foi autor de dezenas de ações judiciais, porém, continuou, o Ministério Público e a Justiça Federal se posicionaram a favor das concessionárias de pedágio.

Requião ainda denunciou que houve um “erro” de R$ 9 bilhões que resultaram em cobranças a mais dos usuários. Isso pode significar cinco anos de tarifa zero.

Em seu pronunciamento no vídeo, Requião voltou a falar em debandada no MDB velho de guerra porque o partido não realiza convenção estadual. A agremiação está sob intervenção do deputado Sérgio Souza, disse.

Assista ao vídeo:

Assembleia Legislativa realiza audiências públicas sobre o pedágio

A Frente Parlamentar sobre o Pedágio da Assembleia Legislativa do Paraná promete dar voz à população das cidades de São Mateus do Sul e Lapa em audiência pública na próxima quinta-feira (13/5), a partir das 9 horas. Deputados, autoridades e representantes da sociedade civil organizada debatem o novo modelo de pedágio nas rodovias paranaenses. A audiência pública da Frente Parlamentar será transmitida ao vivo pelo Blog do Esmael.

O coordenador da Frente Parlamentar, deputado Arilson Chiorato (PT), destaca que o objetivo dos deputados é “ouvir as expectativas da sociedade sobre o modelo que vai ser adotado para o pedágio pelos próximos 30 anos no Paraná e apresentar essas demandas à ANTT”.

A Frente Parlamentar sobre o Pedágio já realizou audiências de forma presencial nas cidades de Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina, Cornélio Procópio, Guarapuava, Francisco Beltrão e Apucarana. Outros debates aconteceram de forma remota com a população das regiões de Umuarama, Telêmaco Borba/Ortigueira, Paranavaí, Litoral, Ponta Grossa e Campo Mourão.

É consenso nas audiências públicas já realizadas pela Frente Parlamentar o desejo dos paranaenses de que a licitação aconteça pelo modelo de menor tarifa, ao contrário do que é proposto pelo Governo Federal, que limita o percentual de desconto a ser oferecido pelas empresas concorrentes no modelo híbrido.

“O Paraná se posiciona por uma licitação pelo menor preço de tarifa, obras logo no início do contrato e a garantia formal de que as empresas executarão as obras. Uma garantia efetiva, se necessário, um depósito de caução em dinheiro”, explica o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), que lembra que o critério de desempate proposto pelo Governo Federal no leilão é a cobrança da maior outorga pela empresa vencedora da concessão.