Nunca na história deste país um presidente da República foi tão ‘banana’ quanto Jair Messias Bolsonaro

Manda quem pode, obedece quem tem juízo, diz o adágio que se amolda perfeitamente ao presidente Jair Bolsonaro. No caso, o mandatário obedece enquanto o ministro da Economia Paulo Guedes manda na joça.

O jornal Folha de S. Paulo, que é um dos porta-vozes do bolsonarismo econômico, lamenta que o presidente resista à “Pauta Guedes” segunda qual prevê medidas envolvendo fusão de programas sociais, desvinculação de benefícios e criação da CPMF –o imposto sobre transações e pagamentos instantâneos.

Em todos embates havido no governo entre Bolsonaro e Guedes, o ministro da Economia impôs a sua vontade –que é a mesma vontade dos bancos e dos especuladores financeiros– em detrimento dos interesses da nação e dos brasileiros.

Mais do que ampliar ou garantir programas sociais, como se noticia, Guedes luta para manter os privilégios de banqueiros e de barões da velha mídia, que possuem interesses cruzados em desfavor do povo.

Nunca na história deste país um presidente da República foi tão banana quanto Jair Messias Bolsonaro.

A ideia do presidente é um banana está tão cristalizada no Palácio do Planalto que até o vice, general Hamilton Mourão, chama de “Bananinha” o filho do presidente Bolsonaro.

Recentemente, numa entrevista, o vice se referiu ao Zero Dois como “Eduardo Bananinha” — filho do Bananão que comanda a República.

Jair Bolsonaro não é motivo de chacota só na caserna. O presidente também é chacoteado nos jantares da elite paulistana, que o utiliza como um “Banana” para enriquecer enquanto ri de sua cara.

O presidente Jair “Banana” Bolsonaro entregou o Brasil para Guedes, bancos e especuladores e para velha mídia corporativa enquanto ele permanece no picadeiro distraindo o distinto público.

Nunca na história deste país um presidente da República foi tão banana quanto Jair Messias Bolsonaro. Nunca.

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