Quem paga a autopromoção de Sérgio Moro?

Publicado em 22 novembro, 2019
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O ministro Sérgio Moro, desde quando era juiz, é sustentado por uma máquina de propaganda.

Na época da Lava Jato, a Globo garantiu a subsistência do fetiche do combate à corrupção até a prisão do ex-presidente Lula.

A emissora ainda protege o ministro, porque, segundo o site Intercept, ele era a fonte que vazava informações da força-tarefa.

Se o brasileiro tivesse desligado a TV lá atrás, o ex-juiz já teria virado purpurina faz muito tempo.

Em troca da exposição na velha mídia, Moro tirou o PT do Palácio do Planalto, assegurou a vitória de Jair Bolsonaro, e na contrapartida ganhou o Ministério da Justiça.

Ato contínuo, Sérgio Moro protege a família Bolsonaro das suspeitas que a ligam ao mundo do crime.

O ministro agora também se preocupa em ampliar a propaganda para sua autopromoção e recente carreira política. Parece um passo bem calculado…

O culto à personalidade, no caso à própria, ultrapassa o limite do bom-senso. Chega ao ridículo.

Afinal, quem paga a milionária propaganda de Moro?

O povo quer saber.

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