Festival de Woodstock, 50 anos: Rebeldia e a contracultura da juventude

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O Festival de Woodstock, que aconteceu entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969, em Bethel, interior de Nova York, foi um marco na difusão de novos valores para amplas camadas da juventude em todo o mundo. O lendário festival de rock difundiu em escala planetária a contracultura expressa no movimento hippie, o flower power (faça amor, não faça a guerra), o repúdio à guerra do Vietnã, a solidariedade com a luta dos negros pelos direitos civis nos EUA e difudiu as experiências no uso de drogas lisérgicas (LSD).

O festival reuniu uma multidão de 500 mil pessoas para ouvir e dançar ao som de Jimi Hendrix, Joe Cocke, The Woo, Santana, Janis Joplin, entre outros. Woodstock criou toda uma estética musical e comportamental entre a juventude, que continua influenciando gerações como a pop-art, o psicodelismo e os movimentos em defesa da ecologia.

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O evento foi, sem dúvida, um grande símbolo da juventude dos anos 60 e 70 do século passado.

Editoras, gravadoras, a indústria do cinema e canais de televisão preparam lançamentos de livros, filmes e documentários sobre os 50 anos do Festival de Woodstock neste segundo semestre.

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