Fim do horário de verão prova tragédia de Bolsonaro na economia

Voltou forte este ano a notícia sobre o fim – definitivo – do horário de verão, ou seja, de que não haverá mais o adiantar do relógio em 1 hora durante os meses de verão.

A ideia do horário de verão surgiu no Brasil para reduzir o consumo de energia no horário de pico, isto é, das 18h às 20h.

O pleno emprego e o ritmo de produção acelerado nas indústrias e no campo, durante os governos do PT, foram estratégias para não ocorrer os apagões bastante comuns nos tempos de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB.

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Os tucanos reativaram o horário de verão em 2003, tal qual o conhecemos hoje, porque não investiram em construção de usinas em virtude da ladainha da diminuição do Estado, o que deixou o Brasil vulnerável na questão da soberania energética.

Voltemos para 2019, com o fim do horário de verão.

Caso o presidente Jair Bolsonaro (PSL) extinga mesmo o horário de verão, de uma vez por todas, o fará por dois motivos concretos: 1- desaquecimento da economia e, portanto, há previsão de sobra de energia e 2- repetição do erro da Era FHC acerca do desmonte do estratégico sistema energético brasileiro por meio de privatizações.

O horário de verão terminou á 0h00 deste domingo (17) quando os relógios foram atrasados em 1 hora. Teve duração mais curta nesta temporada, pois compreendeu de 4 de novembro de 2018 a 16 de fevereiro de 2019.

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