Deputado quer tucano Beto Richa investigado pela Lava Jato; assista

Requião Filho (PMDB), líder da oposição na Assembleia Legislativa do Paraná, defendeu ontem (28) que o governador Beto Richa (PSDB) seja investigado pela Operação Lava Jato; tucano aparece entre os mais de 300 políticos que receberam repasses da construtora Odebrecht; planilhas apreendidas na casa do executivo da construtora, Benedicto Barbosa Junior, durante a 23ª fase da Lava Jato, registram que Richa teria recebido da Odebrecht R$ 200 mil no dia 24 de setembro de 2010; “A lista das suspeitas da origem do dinheiro para o caixa dois da campanha do governador só aumenta. Ele é investigado pelo STF, pelas delações da Operação Publicano, nas investigações da Operação Quadro Negro e agora aparece na lista de pixulecos da Odebrecht. Queremos a investigação de tudo isso”, cobrou Requião Filho; abaixo, assista ao vídeo.

Requião Filho (PMDB), líder da oposição na Assembleia Legislativa do Paraná, defendeu ontem (28) que o governador Beto Richa (PSDB) seja investigado pela Operação Lava Jato; tucano aparece entre os mais de 300 políticos que receberam repasses da construtora Odebrecht; planilhas apreendidas na casa do executivo da construtora, Benedicto Barbosa Junior, durante a 23ª fase da Lava Jato, registram que Richa teria recebido da Odebrecht R$ 200 mil no dia 24 de setembro de 2010; “A lista das suspeitas da origem do dinheiro para o caixa dois da campanha do governador só aumenta. Ele é investigado pelo STF, pelas delações da Operação Publicano, nas investigações da Operação Quadro Negro e agora aparece na lista de pixulecos da Odebrecht. Queremos a investigação de tudo isso”, cobrou Requião Filho; abaixo, assista ao vídeo.

O deputado Requião Filho (PMDB), líder da oposição, defendeu ontem (28) na Assembleia Legislativa do Paraná que o governador Beto Richa (PSDB) seja investigado pela Operação Lava Jato.

O nome do tucano aparece entre os mais de 300 políticos que receberam repasses da construtora Odebrecht.

Segundo as planilhas apreendidas na casa do executivo da construtora, Benedicto Barbosa Junior, durante a 23ª fase da Lava Jato, Richa teria recebido da Odebrecht R$ 200 mil no dia 24 de setembro de 2010.

“A lista das suspeitas da origem do dinheiro para o caixa dois da campanha do governador só aumenta. Ele é investigado pelo STF, pelas delações da Operação Publicano, nas investigações da Operação Quadro Negro e agora aparece na lista de pixulecos da Odebrecht. Queremos a investigação de tudo isso”, cobrou.

Assista ao pronunciamento de Requião Filho:

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