Gincana de Richa para vencer no 1!º turno perde força na reta final

Publicado em 22 setembro, 2014
Compartilhe agora!

Em queda nos trackings diários do PSDB, Beto Richa já trabalha com a inevitabilidade do segundo turno; Palácio Iguaçu caça culpados pela deflagração da campanha pela
Em queda nos trackings diários do PSDB, Beto Richa já trabalha com a inevitabilidade do segundo turno; Palácio Iguaçu caça culpados pela deflagração da campanha pela “vitória no primeiro turno” antes do tempo; movimento perdeu fôlego justamente quando precisaria de força total na reta final; governador tucano toma suas precauções apelando à  religião na esperança de não repetir o fiasco de seu pupilo na capital, Luciano Ducci, que nem foi para o segundo turno, embora as pesquisas o apontassem em primeiro lugar durante toda eleição de 2012.
Bateu o desespero no Palácio Iguaçu. Trackings diários do PSDB identificaram queda do candidato à  reeleição, Beto Richa, recuperação da petista Gleisi Hoffmann e avanço do senador peemedebista Roberto Requião. Em bom português, a campanha reeleitoral perdeu fôlego quando precisaria de velocidade de cruzeiro.

Entre os tucanos, já começou a caça de culpados que não teriam conseguido sustentar o ritmo de gincana para vencer a parada no primeiro turno. Avalia-se que se iniciou o movimento pela vitória muito cedo, há quase um mês, quando o momento certo seria agora.

A tropa que cuidará da eleição para o segundo turno será outra, sobretudo a do marketing. Entretanto, o resultado das urnas ainda precisa ser combinado com os russos, no caso os eleitores, pois há quem aposte na praça que Richa ficará na estrada a exemplo de Luciano Ducci (PSB), em 2012, na disputa pela Prefeitura de Curitiba.

Beto Richa toma suas precauções. Ele tem se agarrado à  religião na esperança de não repetir o fiasco de seu pupilo na capital.

Some-se a queda de Richa nos trackings diários (pesquisas por telefone) o movimento de candidatos a deputado que torcem pelo segundo turno. Eles temem ficar para trás, caso o governador seja reeleito no primeiro turno, sem mandato e com dívidas de campanha. Com segundo turno, avaliam os fisiologistas de plantão, eles teriam algum poder de negociação na coligação com 17 partidos.

Compartilhe agora!

Comments are closed.