Polícia usa gás para dispersar manifestantes que furaram bloqueio no Rio

Publicado em 21 outubro, 2013
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da Agência Brasil

Dezenas de manifestantes já se reúnem na Praça do O, na Barra da Tijuca, para protestar contra a primeira rodada de licitação do pré-sal, marcada para a tarde de hoje (21) no Hotel Windsor Barra; praça fica a dois quarteirões do hotel, que está totalmente cercado pela Força Nacional de Segurança e pelo Exército; manifestantes carregam bandeiras de partidos políticos, sindicatos e movimentos sociais; polícia usa bombas de gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes que furaram bloqueio. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil).
Dezenas de manifestantes já se reúnem na Praça do O, na Barra da Tijuca, para protestar contra a primeira rodada de licitação do pré-sal, marcada para a tarde de hoje (21) no Hotel Windsor Barra; praça fica a dois quarteirões do hotel, que está totalmente cercado pela Força Nacional de Segurança e pelo Exército; manifestantes carregam bandeiras de partidos políticos, sindicatos e movimentos sociais; polícia usa bombas de gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes que furaram bloqueio. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil).
Com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo, agentes de segurança dispersaram manifestantes contrários ao leilão do Campo de Libra. Eles derrubaram há pouco as grades do primeiro bloqueio montado pela Força Nacional para isolar a área do Hotel Windsor Houve correria Barra, na zona oeste do Rio, onde serão feitas as propostas pelas reservas de petróleo.

Nesta tarde, o hotel receberá as propostas dos consórcios que se formarem a partir das 11 empresas habilitadas a participar do leilão para a partilha do Campo de Libra, que detém a maior reserva de petróleo já descoberta no Brasil, com entre 8 e 12 bilhões de barris de óleo.

Pela regra do leilão, a Petrobras terá 30% de participação e será a operadora do campo. Ganhará o direito a explorar a área o consórcio que oferecer a maior participação do lucro-óleo à  União, sendo o percentual mínimo de 41,65%. As empresas vencedoras terão que depositar um bônus de assinatura de R$ 15 bilhões.

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