Sérgio Souza diz que tentará derrubar no plenário do Senado projeto que retira 9 mil empregos do Paraná

Sérgio Souza diz que resolução aprovada na semana passada retira do Paraná, no setor de informática, cerca de 9 mil empregos diretos e indiretos; uma das empresas afetadas seria a Positivo Informática, diz o senador.

Sérgio Souza diz que resolução aprovada na semana passada retira do Paraná, no setor de informática, cerca de 9 mil empregos diretos e indiretos; uma das empresas afetadas seria a Positivo Informática, diz o senador.

O senador Sérgio Souza (PMDB-PR) promete combater, amanhã, Projeto de Resolução n!º 1/13, quando o plenário do Senado pretende votar o relatório elaborado pelo senador Walter Pinheiro (PT-BA) que promove alterações nas alíquotas interestaduais do ICMS.

Trata-se do dispositivo que permite à  Zona Franca de Manaus manter alíquota de 12% no ICMS cobrado nas vendas para outros estados ante os 4% definidos para os estados do Sul e do Sudeste. Nessas condições, o setor de bens de informática será gravemente afetado no Paraná, como o grupo Positivo, que poderá se ver obrigado a mudar de endereço.

Segundo a empresa, cerca de 9 mil empregos diretos e indiretos poderão ser perdidos no Estado do Paraná. As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e o estado do Espírito Santo foram os grandes vitoriosos durante a votação. O texto aprovado reduz as alíquotas nas transações de um estado para outro, em um ponto percentual por ano, a partir de 2014.

Produtos que saem do Sul e do Sudeste para outras regiões, atualmente com uma taxação de 7%, chegariam a 4% em 2016. Mercadorias das demais regiões, quando destinadas ao Sul e ao Sudeste, hoje taxadas a 12%, chegariam à  meta de 7% em 2018. Mas a regra é diferente nas operações entre estados de uma mesma região, para as quais vale a unificação gradual em 4%, também em um ponto percentual por ano.

Sérgio Souza, que lutou para incluir uma emenda que beneficiasse o setor no Panará e corrigisse tal distorção, considera a Positivo uma companhia que orgulha a todos os paranaenses, tanto pela história, quanto pela condição de única companhia genuinamente nacional, dentre as líderes de mercado no segmento. A Positivo poderá se ver obrigada se mudar para a capital do Amazonas, Manaus.

Durante a reunião de ontem na CAE, Sérgio Souza apresentou argumentos para que a emenda proposta por ele fosse aceita. A intenção seria também preservar o equilíbrio atual do mercado de informática brasileiro, e, sobretudo, preservar os empregos paraenses.

Infelizmente a proposta foi derrotada pelo placar de 13 a 10 votos, em grande parte pela compreensão equivocada de alguns em sempre preservar os benefícios da Zona Franca de Manaus, sendo que no segmento de informática a matéria já é disciplinada de forma adequada em legislação específica!, observou o senador.

A matéria ainda será votada, de forma definitiva, no plenário do Senado, onde o Senador Sérgio Souza trabalhará intensamente, inclusive buscando junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, apoio para reverter esse quadro e manter o bom funcionamento do setor de informática do país.

2 Comentários

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  1. para manter a ideia ambientalista senador,voce já viu como vai ser .a preservação ambiental na amazonia sairá do bolso dos sulistas mesmo.preservar a mata tem um preço,não édegraça.mas por outro lado nos compramos produtos vindi da ,índia ,Vietnam,china ,formosa, Singapura ,malasia , coreia do sul,e o imposto e o emprego fica a onde? se a zona franca de Manaus for competiva ,os moradores podemcomprar nossos produtos. os habitantes da amazonia estão enterrado na mata ,não podem mais crescer,o instituto dos malucos não deixa.dum jeito ou outro o governo tem que compensar a deficiência econômica da região.mata não dá dinheiro .nunca deu .eu conheço o que viver numa floresta !O cara passa fome principalmente nasantigas floresta do sul. alguém me fala do palmito.mas o palmito faz mais detrinta anos, que não pode colher maisno parana.acredite se quiser.quem viveu nas florestas paranaense no passado.sofria malária ,conjuntivite ,a conjuntivite não é coisa de grandes centros ,a conjuntivite no parana ,tinha o nome de dordói.perebas pelo corpotudo é possível numa mata.então na amazonia se tirar essa ideiade melhoria a indústria ,ou o estado não aguenta curar os habitantes.isso já é o peso das leisambientais na amazonia legal .aceito todas as clíticas ,mas não me chamem de santo por favor!

  2. Os empresários do país tem sofrido demais com os desmandos na política de ICMS do país. É absurdo em cima de absurdo, é inclusão de um monte de produto recolhendo ICMS por substituição tributária, é aumento de imposto disfarçado por MVA fora da realidade, é protocolo 21, é estado detendo mercadoria em barreira fiscal, é mercadoria parada em expedição para recolher guia de imposto, é proteção de mercado interno por parte de governos estaduais, etc…Se está difícil para uma do porte da POSITIVO, imagine para a pequena e micro empresa. Os gorvernadores dos estados do Brasil, na sua ânsia arrecadadora, estão travando a economia, nossa política tributária está ficando semelhante a da Europa do FEUDALISMO na idade média.
    Ao invés de incentivar a produção e a competitividade no país, o governo cria leis para restringir e dificultar o comércio entre as unidades da federação do país. SIMPLESMENTE O CONGRESSO TENTA RESSUSCITAR OS MORTOS. A China e similares agradecem, porque assim o Brasil será um mercado cada vez mais propício aos seus produtos de preços baixos.
    As vagas do setor eletro-eletrônico brasileiro estão sendo gradativamente exportadas para países com economias mais dinâmicas e políticas tributárias mais justas.