Fiep estuda criar ‘pedagiômetro online’

Presidente da Fiep, Edson Campagnolo, discutirá com entidades técnicas a criação do pedagiômetro online; arrecadação nas 27 praças de pedágio do Paraná poderá ser acompanhada pelo usuário de rodovias no computador ou no celular.

Presidente da Fiep, Edson Campagnolo, discutirá com entidades técnicas a criação do pedagiômetro online; arrecadação nas 27 praças de pedágio do Paraná poderá ser acompanhada pelo usuário de rodovias no computador ou no celular.

A Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) deverá discutir na semana que vem a criação de um pedagiômetro online para aferir quanto as concessionárias de pedágio arrecadaram — e arrecadam — nas 27 praças de pedágio instaladas nas rodovias do Paraná.

A proposta do pedagiômetro online está na mesa do presidente da Fiep, Edson Campagnolo, que considera elevado o impacto da tarifa do pedágio no custo da produção. A ideia é disponibilizar os valores arrecadados a exemplo que as entidades produtivas já fazem relação aos impostos cobrados pelo governo federal através do “impostômetro”.

A criação do pedagiômetro é uma clara resposta à  Assembleia Legislativa que rejeitou proposta do deputado Tércilio Turini (MD), a qual previa a instalação de painéis eletrônicos nas praças, pelo governo do estado, com a contagem em tempo real de quanto a concessionária já arrecadou e com o número atualizado de quantos carros passam pelos locais de cobrança.

Segundo um engenheiro ouvido pelo blog, que não quis se identificar, é possível tecnicamente instalar “sensores eletrônicos independentes”, isto é, sem a anuência do poder público, para auditar a passagem de veículos nas praças de pedágio.

13 Comentários

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  1. Fabio, realmente é melhor que fique como está. É gastar dinheiro a toa sem qualquer resultado prático. Cobre postura das autoridades com o peso que tem por ser uma instituição representativa de uma classe empresarial muito forte. Cobre as duplicações contratadas, necessárias e que andam muito devagar e que estão ficando para o final do contrato. Nada mais a fazer, pois esses contratos são “incontestáveis” pelo que ouço falar, pois ninguém até hoje conseguiu derrubá-los ou modificá-los.

  2. Não passa de imitação do impostômetro.

    Isso é campanha do atual presidente da FIEP que quer fazer carreira política. Olho nele.

  3. Esse Luiz Felipe realmente viaja. Do que será ele está falando? Copiou esse texto de que livro? E o que tem a haver com este assunto?
    Quanto ao pedágio, todo mundo sabe que está alto demais. Mostrar os valores brutos arrecadados, mudaria alguma coisa? Tal qual o impostômetro, de que de tantos zeros e dificuldade de interpretação poucos lêem ou dão importância. Não teria a Fiep nada melhor para fazer a respeito do assunto?

  4. Luiz Felipe, você parece novela da rede globo fala e fala, e não fala nada com nada, pelo amor de Deus nos explique isso melhor!

    • Esse cara usa o espaço deste e de outros blogs de política do país todo para expor suas idéias, ele posta praticamente o mesmo comentário, com pequenas diferenças. Pela quantidade que encontrei, ele vive pra isso, fala do PNBC – Projeto Novo Brasil Confederativo. Tudo é baseado no livro O MAPA DA MINA do tal do LORIAGA LEÃO…Eles tem um site https://sites.google.com/site/pnbcbrasil/.
      Pra mim um bando de doido, prefiro a Eloísa Helena, a filha do Tarso Genro, etc…

  5. MMelhor é começarmos tudo de novo, irmãos ! No Brasil, a Monarquia não deu certo, o Império não deu certo e a república federativa na versão que aí está também restou praguejada. E nem mesmo as violentas, hediondas e sangrentas ditaduras, civil e militar, conseguiram dar jeito na dita cuja, absorvida pela corrupção e confusão desde o seu nascimento. O pior de tudo é que a dita cuja conseguiu entortar, desnortear, cooptar e tornar gatinhas de madames até mesmo as famigeradas ideologias de direita e de esquerda, obrigando-as a casamentos espúrios como, p.ex., psdemb-agregados e ptmdb-agregados que as removeram para o famigerado centrão, do velho é dando que se recebe, igualzinho às famigeradss ditaduras, diferenciando-se apenas pelas forças, armadas e endinheiradas. Onde foi que erramos ? Como já disse Sílvio Brito em sua canção: “ tá tudo errado”, “ tá tudo errado”¦”. A república montou no porco, deu com os burros n”™água e a vaca, final e providencialmente, afundou-se no brejo, do qual tornou-se impossível e desnecessário tirá-la. E daí chega-se à conclusão de que ella, finalmente, foi parar no lugar certo e que o melhor a fazer é deixá-la por lá mesmo, no fundo do brejo, e colocarmos outra engenhoca melhor, mais evoluida, em seu lugar, como nos propõe o HMM, tal seja, o PNBC-ME, A Revolução Pacífica do Leão (RPL), com a qual o Brasil e o povo brasileiro podem muito mais, o Novo Caminho de Verdade para o Novo Brasil de Verdade, porque evoluir é preciso. Melhor começarmos tudo de novo, irmãos .

  6. Todos que começam a falar em fiscalizar os pedágios acabam sendo chamados pra dentro do governo Richa: O Cabrini agora é assessor de Ratinho e já rapidamente mudou de idéia, ele trabalhava no cra, o deputado Kielse que começou a falar um monte em fiscalizar e já fecharam a boca dele. Vamos ver se no caso da Fiep, que são os maiores prejudicados com os pedágios além do povo, vão em frente.

  7. é só instalar uma câmera e com um programa de computador calcular os veículos que passam pelos pedágios, se a fiep realmente fizer isso será uma bela iniciativa de fiscalizar os pedágios

    • Marcelo não há como instalar câmera, para isso você terá que negociar com as concessionarias, elas são donas das faixas laterais das rodovias, aonde fixar câmeras, eu não vejo como viabilizar isso.
      Abraços.

  8. Só tem um placar mais informativo e original do que este… Pois atinge o País BRUTALMENTE, elevando-o a campeão mundial: o IMPOSTÔMETRO!

  9. A ACP criou o impostômetro e mesmo assimo governador Beto Richa aumentou impostos e taxas. Isso não adianta, esse pessoa lé tudo sem vergonha, nem vão dar bola pra isso.