Yoani Sánchez, uma indigente política no Brasil

Charge de Enio - Gazeta de Alagoas.

Charge de Enio – Gazeta de Alagoas.

Se a blogueira Yoani Sanchéz morresse atropelada ao atravessar o famoso Malecón, em Havana, muito provavelmente, seria enterrada como indigente. Ninguém a conhece em Cuba. No entanto, a velha mídia brasileira continua fazendo espuma com a presença da moça em solo verde-amarelo.

Acho que a colega tem todo direito de defender o que deseja, mas os que protestam pela sua presença no país também têm esse direito. Via de mão dupla, no caso.

Pelas companhias que escolheu no Brasil, é evidente Yoani tem parte com agentes da CIA.

Nestas plagas, a blogueira foi ciceroneada preferencialmente pelo PSDB. Aliás, faço um parêntese aqui sobre o comportamento desse partido em relação à  liberdade de expressão. Os tucanos adoram liberdade de expressão! lá em Cuba, que é longe, mas quando se discute a liberdade aqui no nosso país, bem pertinho, a conversa é outra.

Tomo como exemplo o caso do Paraná, onde os tucanos censuraram em 2010 jornalistas, pesquisas eleitorais, ativistas digitais no Twitter e Facebook, revistas, jornais, blogs, blogueiros, portais de notícias, enfim, cercearam a liberdade de opinião de tudo e de todos que se opunham a seu projeto de poder.

Volto à  questão de Yoani Sanchéz. Sua ascensão rápida como blogueira queridinha! mostra o tamanho desespero da direitona ensandecida que não tem a quem se apegar politicamente naquela Ilha. Como diz o ditado, não tem tu vai tu mesmo! ou ainda quem não tem cão caça com gato!.

Acho que a aguerrida militância de esquerda brasileira, sobretudo a juventude, usou um canhão para matar um pardal. No futebol, dir-se-ia que entrou com força desnecessária, pois a blogueira cubana não tem sequer um seguidor em seu país.

Resumo da ópera: Deixem a Yoani Sanchéz fazer seu teatrinho em paz, ela não passa de um gatinho, uma formiguinha, uma marionete da velha mídia.

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