TRE libera jornal de Fruet que questiona evolução patrimonial de Ducci

Fac-símile da decisão. Clique na imagem para ampliar.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu nesta segunda-feira (1!º) cassar uma liminar, concedida no último sábado (29), que proibia a distribuição de jornal da coligação de Gustavo Fruet (PDT) questionando a evolução do patrimônio do prefeito Luciano Ducci (PSB), candidato à  reeleição.

Na decisão, o juiz Marco Roberto Araújo dos Santos, relator do processo, afirmou que não há ilegalidade no material que reproduz denúncia veiculada na revista Veja.

O magistrado anotou que a defesa do prefeito informou ao Tribunal que a notícia-crime havia sido arquivada pela Procuradoria Regional da República, de Porto Alegre, no entanto, corrige o juiz, a mesma fora encaminhada para investigação da Receita Federal.

Assim, o que se extrai da informação do Sr. Procurador não é o arquivamento da notícia-crime, mas sim o seu encaminhamento para a Receita Federal!, despachou o juiz, ao se referir ao procurador à‚ngelo Ilha, que, por e-mail, enviou as advogados de Ducci a informação de que não vislumbrei quaisquer elementos aptos à  deflagração de persecução penal face do Sr. Prefeito Luciano Ducci! e esclarecendo que encaminhou a notícia à  Receita Federal do Brasil para fins de verificação fiscal, como é de praxe em tais situações!.

O juiz do TRE lembrou ainda na sua decisão que a Procuradoria Geral da República tivesse concluído pela absoluta insubsistência dos elementos constantes da notícia-crime não teria determinado seu encaminhamento à  Receita Federal, mas teria, desde logo, requerido seu arquivamento, o que não ocorreu!.

Até o colunista Felipe Patury, da revista à‰poca, foi engabelado pela tropa de Ducci. Aqui na praça, então, uma galera caiu.

9 Comentários

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  1. Se não tem o que esconder mostra passo a passo do patrimônio logo caramba!!!! Esse prefeito sabe que está na pior…

    Se nao tivesse o que esconder teria deixado claro que não tem 1 centavo a mais ou a menos de dinheiro público dentro de seu patimônio, mas devido a tanta encenassão acho que a história nao é bem assim!!!

    Pau nesse prefeito e olho nele! Se for eleito eu aposto que não vai durar 1 ano no trono e vai sr cassado, assim como Derosso!

    Curitiba já ganha muito tirando esse milionário vigarista

  2. Meu caro polaco Boleslau,você pelo jeito é um gafanhoto midiático,o único que presta em meio a uma núvem de gafanhotos do mal.Lembre-se,que também existem as borboletas,guardiãs de todas as cores,esvoaçando entre as plantas que teimam em crescer,apesar dos predadores.

  3. Engraçado o que mostra o enriquecimento do Ratinho pai foi proibido, agora a calunia contra o Ducci que já provou, independente se a Receita ainda não verificou, porque é morosa demais , pode. Aqui não existe parcialidade, o que importa é derrubar o adversário de qualquer forma.
    Aqui ninguém pode ser herdeiro, nem casar com mulher herdeira, só pode usar o poder politico pra ter redes de TV, de radio, etc.

  4. A mafia sera desmascarada. Finalmente!

  5. Esmael, e por falar em evolução patrimonial, quero aqui – com sua permissão – postar um artigo em homengame ao Sylvio Sebastiani em sua guerra contra os gafanhotos da Alep.

    Gafanhoto Político

    “O povo quer que a imponência do Prédio da Justiça Federal no Paraná guarde relação com a implacável aplicação da lei colocando na cadeia os ladrões dos recursos públicos. Curiosamente, ao lado do Prédio da Justiça Federal, no Ahú, as instalações da Policia Federal que quando acionada, cumpre com o seu papel.”
    – Povo da Silva –

    No mundo animal são insetos devoradores da natureza, inimigos das formigas (como todos sabem, trabalhadoras e organizadas) e prejudiciais à saúde das propriedades rurais. Quando se juntam em bandos eliminam fazendas inteiras em poucas horas.

    No mundo dos insetos quem tiver a antena maior tem poder, atraí maior maior número de fêmeas, manda, opera como um paxá, quase que o mesmo no mundo político. Os gafanhotos são antigos, existem desde os tempos bíblicos.
    O gafanhoto político, analogamente, é considerado uma das piores pragas da sociedade brasileira. Causa danos em todos os Estados brasileiros, nas três esferas do poder. Seu habitat preferido são órgãos públicos que manipulam muito dinheiro.

    São gregários, operam em bandos se utilizando de partidos políticos para digerir grandes quantidades de dinheiro público. Existem há muito tempo. Rui Barbosa discursou no Senado Federal em 1914 “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”.

    Os gafanhotos políticos ao longo do tempo foram se especializando, cada vez mais famintos, e, ultimamente, vem operando em “organizações criminosas” transformando os “maus” do tempo do velho Rui em “carmelitas de conventos”. Há várias espécies:

    Gafanhoto-migratório
    Também conhecido como “trânsfuga brasileiro” é uma das pragas da política partidária do País. São políticos que renunciam ao partido ao qual foram eleitos e passam para partidos contrários, sempre, na base do governo. São verdadeiros “desertores” da democracia, fraudam o eleitor, tem compromissos individuais e gostam de estar sempre próximos do poder e dos cofres públicos.

    Gafanhoto-soldado
    São gregários por natureza, operam sempre em conjunto sob as ordens do líder mesmo na presença de equívocos condenáveis como atos de corrupção. Tem faro de sobrevivência, não desobedecem às lideranças, frequentemente, utilizam ONGs fajutas e adoram participar do banquete como coadjuvantes recepcionando migalhas que lhes cabe do “latifúndio”, trabalham em silêncio, mas como são muitos, provocam estragos enormes.

    Gafanhoto-sol
    São os mais famintos, suas antenas captam onde giram os recursos públicos, suas mandíbulas devoram cofres inteiros, atacam o Orçamento Público mas não esquecem as autarquias e estatais. São encontrados de norte ao sul do Brasil, tem enorme resistência jurídica, mesmo condenados, algemados e procurados, conseguem pousar de “vestais” da democracia e da probidade administrativa. Utilizam o povo e os gafanhotos-soldados para perpetrar os mais odiosos crimes contra a administração pública brasileira. Trata-se de espécie em expansão, são populares, gostam da mídia, mantém aparências fransciscanas para não levantar suspeitas. Usam laranjas para esconder o produto de seus ataques ou paraísos fiscais longinquos.

    Gafanhoto-fiscal
    São encontrados nos órgãos fiscalizadores, aplicadores da justiça e em outros órgãos que tem a função de defender os interesses públicos. Trata-se de espécie descoberta, recentemente, sua atuação é sofisticada e de dificil mensuração. Frequentemente, suas atuações surpreendem pela conclusão do inquérito instaurado. Se apegam a uma interpretação periférica à lei, a filigranas processuais e esquecem o principal. Alforriam criminosos confessos, procurados em outros países. Nos Tribunais de Contas, apêndices da Assembléias, teoricamente, deveriam ser os representantes do povo e condenar todo tipo de equívocos administrativos, mas, na verdade operam como sacerdortes que perdoam os pecadores pela boa razão das teias políticas que rondam estas casas fiscais.

    Gafanhoto-gestor
    São notórios seus hábitos de achar que sabem muito e os demais sabem pouco. Se apresentam como os salvadores das cidades. São vorazes, gostam de obras, dispensam o planejamento como instrumento de gestão. Procuram a releição a qualquer preço. Gostam de cargos executivos, preferencialmente, com a chave do cofre sob seu controle. Com o crescimento econômico do País este tipo de gafanhoto esta prosperando, vertiginosamente, notadamente, nas grandes obras de infra-estrutura do País.

    Gafanhoto-verde
    Trata-se de espécie em ascenção, gostam de atuar com ONGs suspeitas, se dizem protetores do Meio Ambiente mas, ao contrário, são predadores do desenvolvimento sustentável. Acham que não há leis na cidade ou no País, no fundo desconhecem os códigos de posturas, de obras, plano diretor e leis ambientais. Tem ódio do liberalismo econômico (embora se utilizem de seus frutos) e seus paradigmas de sociedade política transitam entre Cuba e Venezuela. Frequentemente, se juntam a bandos internacionais para dar densidade política aos seus ataques e credibilidade aos seus objetivos. Como a causa é atrativa e defendida por toda sociedade são bem recepcionados, pensam deter o monopólio do saber ambiental. Os “barões” destas iniciativas estão incrustados em ONGs e órgãos públicos que dificultam as licenças ambientais, paralisam obras, adiam projetos, causando enormes prejuízos a toda a sociedade.

    Para os gafanhotos insetos a ciência descobriu venenos poderosos como os inseticidas, para os gafanhotos políticos os antidotos recomendados vão desde denúcias, sobretudo, ao MP, até o “votocida”, aplicado a candidatos que tem problemas com a justiça ou MP. O votocida tem aplicações diversas mas nas próximas eleições ele deve ser utilizado para candidatos a vereador e prefeito que tenham problemas com a justiça.

    Publicado originalmente no jornal Noticias do Dia, Opinião, de 5 de fevereiro de 2012

  6. Ducci mentiu ao dizer que a denúncia foi arquivada.

  7. Isso porque ainda ninguém mencionou o tal “CASEIRO”, que segundo a Revista VEJA, ganharia R$ 6.000,00 por mês como funcionário fantasma da prefeitura.

  8. ISTO É FATO !!!! o povo tem que saber dos podres .

  9. em portugal baixar musica pela internet . deixa de ser crime . fonte google noticias…