Ausência de acusador na Câmara fortalece ministro, diz Palácio do Planalto

Dilma Rousseff.

Uma fonte do blog no Palácio do Planalto avalia que a ausência do policial João Dias, pivô dos escândalos no Ministério do Esporte, fortaleceu a tese de que Orlando Silva deva continuar no cargo.

“Não há provas, não há fatos novos que justifiquem a saída do ministro Orlando”, sentenciou a fonte.

Por causa da Copa de 2014, o Palácio também avalia que — independente de quem estiver no Esporte — a tensão continuará porque envolve muitos interesses “graúdos”.

O denunciante do suposto esquema na pasta não compareceu para depor hoje na comissão da Câmara, que cancelou a audiência. Esse fato desqualificou ainda mais as denúncias contra o PCdoB e o ministro.

Nesta tarde, à s 17h30, os comunistas se reunirão com a presidenta Dilma para discutir a crise. O partido já avisou que não cogita entregar a cabeça do ministro numa bandeja, como deseja a mídia golpista.

O ministro Orlando Silva, por sua vez, adiantou que fará aquilo que a presidenta pedir, mas descarta a possibilidade de entregar carta de demissão.

O Presidente do PCdoB, Renato Rabelo, defendeu mais uma vez o ministro dos ataques injustos.

O ministro foi atacado de forma injusta, numa manobra política, na tentativa de expor o ministro diante da opinião pública!, acrescentando que ele é jovem e conseguiu grandes êxitos no Ministério do Esporte.

3 Comentários

Os comentários não representam a opinião do Blog do Esmael; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

  1. AQUI Ñ JACARÉ! DISSE; A DILMA PRO PIG! EHEHEHEHEHEH… AQUI NAO JACARÉ!, VAMOS DE VAGAR Q O SANTO É DE BARRO! DISSE A DILMA PRO PIG… SAI FORA JACARÉ! Q AQUI QUEM MANDA SOU EU! A DILMA PASSOU A TARDE INTEIRA DANDO BABADA NOS CARAS. KKKKKK…. KUA, KUA, KUA, KUA,

  2. Esse ministro já era. Aldo Rebelo é um homem sério e honesto dever assumir a pasta. Por enquanto assume um interino até a poeira baixar.

  3. Com as agências de notícia dando a saida do ministro como consumada, antes dela acontecer de fato, o acusador e seus auxiliares consideraram que a presença do mesmo não era mais necessária. Ele e seus auxiliares acreditavam que haviam conseguido o que queriam.