Com número 55, PSD de Kassab vai pedir hoje registro ao TSE

da Agência Estado

Com o número 55, o pedido de registro para o Partido Social Democrático (PSD) será protocolado hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos aliados do prefeito Gilberto Kassab, presidente da sigla. O secretário-geral da comissão provisória do PSD, Saulo Queiroz, afirmou ontem que o partido conseguiu 539 mil assinaturas, 47 mil a mais que o mínimo de 492 mil exigido para a obtenção do registro.

A nova legenda diz ter certificado as assinaturas em 22 Estados. No Maranhão, Pará, Amapá, Sergipe e Rio Grande do Sul, os aliados de Kassab não conseguiram assinaturas suficientes. “Não deu tempo de mobilizar as pessoas nesses Estados. Talvez em Sergipe ainda dê tempo até quarta-feira”, disse Queiroz. “Juridicamente não existe mais problema algum. O atraso no registro ocorreu pela demora da análise das assinaturas nos cartórios País afora, não foi por causa de ações nos tribunais.”

O TSE tem 15 dias para aceitar ou não o registro, e outras siglas, como o DEM, podem contestar o pedido em até três dias. Kassab espera que as filiações comecem na semana de 7 de setembro. Ao todo, o partido deve ter 44 deputados (seis de São Paulo), dois senadores, dois governadores e seis vice-governadores.

Estratégia.Segundo o deputado Guilherme Campos (SP), que será o líder da bancada do PSD na Câmara, a sigla quer ter candidaturas próprias nas principais metrópoles. “Está tudo certo para o registro amanhã (hoje), conseguimos mais de 500 mil assinaturas.”

Kassab disse no sábado que o PSD deve disputar sua sucessão com candidatura própria, embora o próprio prefeito tenha incentivado o secretário Eduardo Jorge (PV) a disputar o cargo. “à‰ prematuro falar nisso agora, mas tudo indica que o PSD terá candidatura própria (em São Paulo)”, destacou, sem citar nomes.

O prefeito já vinha afirmando que a estratégia do novo partido é conquistar o maior número possível de prefeituras em 2012. Isso fortaleceria a sigla para as disputas à  Presidência da República e ao governo de São Paulo em 2014.

1 Comentário

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  1. A UDN se queimou. Mudou para ARENA.
    A ARENA se ferrou. Mudou o nome para PDS.
    O PDS afundou com a ditadura. Fez-se o PFL.
    O PFL não emplacou. Se autodenominou “Demo”.
    Como o Democratas virou sinônimo de corrupção e retrocesso, todos irão agora para o PSD do Kassab, onde voltarão a se juntar com alguns malufistas e com alguns tucanos de bico verde, que não enganam mais ninguém com o PSDB.

    E segue o baile, sanfoneiro!