3º turno: Leprevost estuda pedir cassação de Greca por “fraude eleitoral” em Curitiba

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O blog Gazeta do Povo acusou neste fim de semana o prefeito Rafael Greca de cometer “fraude eleitoral”, que, segundo o jornalista Celso Nascimento, derrotou o deputado Ney Leprevost (PSD) na disputa de 2016.

O candidato Ney Leprevost estuda ingressar na Justiça com um pedido de cassação do mandato do prefeito Rafael Greca (PMN).

“Aparentemente surgiram as provas de que a nossa boa gente de Curitiba foi vítima de um estelionato eleitoral. Pior: a máquina pública pode ter sido utilizada para o delito”, escreveu em seu perfil no Facebook, neste domingo (18), o parlamentar do PSD.

Se a Justiça entender que houve crime eleitoral, como denuncia a reportagem no ex-jornal, é possível que Greca seja afastado e o segundo colocado na corrida pela Prefeitura de Curitiba seja imediatamente convocado: no caso Ney Leprevost.

Jurisprudência recente determinou que mandatário fosse afastado já na decisão da primeira instância, a exemplo do governador e o vice do Amazonas — ambos cassados pelo abuso do poder econômico.

Sobre a denúncia

De acordo com o blog Gazeta do Povo, o Gaeco obteve escutas sobre a atuação de funcionários da Secretaria Municipal de Urbanismo na “fraude eleitoral” que teria desequilibrado a disputa em favor de Greca e, por óbvio, prejudicado o adversário Leprevost.

A Operação Al Barã, que inicialmente investigava cambalacho na emissão de alvarás, teria evidências de que os atores na armação para favorecer Greca, no âmbito da fraude eleitoral, ainda segundo Nascimento, foram posteriormente nomeados por Greca em cargos de comissão.

O outro lado

Em seu perfil no Facebook, Greca classificou com “mentirosa” a matéria publicada pelo jornalista Celso Nascimento.

“Durante a propaganda eleitoral, o colegiado do TRE negou a Ney Leprevost vários pedidos de direito de resposta, ante a veracidade do fato e da robusta prova”, retrucou o prefeito.

A seguir, leia a íntegra da nota de Rafael Greca:

#GaecoNeles A ação do Gaeco, realizada no final do mês de maio, investiga a suposta compra e venda de alvarás no período de 2013 a 2016. Isso acabou por transformar a Secretaria do Urbanismo de Curitiba nesse período num grande balcão de negócios, incluindo aí o alvará do terreno que a família Leprevost alugou do Instituto Paranaense dos Cegos para a construção de uma casa de eventos. Os envolvidos, todos na gestão do governo Gustavo Fruet, foram presos ou conduzidos coercitivamente. Durante o período eleitoral, diante da documentação verdadeira obtida na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná e no Cartório de Registro de Imóveis, denunciamos o desvio de finalidade, na utilização do imóvel do Instituto dos Cegos por membros da família Leprevost, cujo fato estava embasado em documentos que nada tinham a ver com a Secretaria Municipal de Urbanismo. Durante a propaganda eleitoral, o colegiado do TRE negou a Ney Leprevost vários pedidos de direito de resposta, ante a veracidade do fato e da robusta prova. A tentativa da Gazeta do Povo e do jornalista Celso Nascimento em transformar o meu atual Governo em vilão é pusilânime. É difamação e calúnia e merece o meu repúdio. A auditoria determinada por mim na Secretaria do Urbanismo, antes mesmo da ação do Gaeco, trará luz aos fatos e ação judicial aos envolvidos nesse triste episódio. Fiquei uma onça com a mentira publicada pelo jornalista da Gazeta do Povo.

23 Comentários

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  1. É sempre assim, quem perde diz que houve fraude. Quem ganha diz que não.

    • Igual o mimado do Aécio, se tivesse ficado quieto e deixado terminar o mandato da Dilma, esse governo teria se desgastado e poderia ser a vez dele roubar melhor, mas não foi mexer e tá essa merda toda.

  2. Vamos Ney assuma esse lugar e seu.Esse prefeitinho de meia pataca é do lado do richa nao quermos richa e menh os deputados do camburao nunca mais.ACORDA CURITIBA PARANA BRASIL….

  3. As denúncias me fizeram mudar o voto!! Iria votar no Ney e fui enganado por esquema escusos!!

  4. Votei no Greca acreditando nesta denúncia!! Fui enganado!!

  5. Cai fora Leprevost esta com dor de cotovelo ainda perdeu perdeu e basta.

  6. Primeiro o Ney tem que explicar pq sempre o parente de político q fica rico às custas do poder público, no caso o seu irmao e a empresa CWB, já condenada no tribunal de contas da união por festas fantasmas e licitações fraudulentas.

    O parlamentar nunca sabe de nada. Sempre é assim.

    E os negócios da família sempre prosperando com incrível sucesso em angarias verbas públicas.

    Esse demagogo está dando uma de aecio. Pode até estar falando mal de um vagabundo, mas não deixa de ser outro vagabundo.

  7. Balela … vai engolir o gordo … porque, tinha 15 dias para impugnar a chapa e não o fez … então, seu Lepra … já era … pulou …

  8. Fora com Greca, Richa e te.er e seus asseclas do NADA, fora Bancada do Camburão dos infernos.
    Vai com tudo e Leprevost

  9. Ney Leprevost tem representado nosso estado de maneira exemplar na Assembleia Legislativa e conhece a realidade de Curitiba e dos curitibanos. Sem dúvidas é uma excelente opção para a próxima gestão da prefeitura de Curitiba em 2020. Enquanto isso Greca sangra até morrer politicamente.

  10. Greca vai levar Curitiba pro buraco. Ou pior, vai afundar Curitiba como fez com a Nau 500 anos. Infelizmente ele governa para 500 comissionados.

  11. Predador X Allien, não importa que vença, nós perderemos…

  12. Não votei em nenhum dos dois. Votei branco, no segundo turno. Porém se houve fraude, que seja desfeita através de novas eleições para a Prefeitura de Curitiba. Basta! É golpe de tudo que é jeito! Ninguém aguenta mais. FORA GRECA!

  13. A entrevista bombástica do empresário Joesley Batista, em que ele apontou Michel Temer como chefe da “maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil” (saiba mas aqui), também serviu para desmontar uma lenda urbana: a de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus parentes seriam sócios da JBS, dona da marca Friboi.

    Num determinado trecho, o jornalista de Época questiona por que Joesley nunca gravou Lula e a resposta veio direta.

    – Porque eu nunca tive uma conversa não republicana com o Lula.

    Joesley disse ainda que só esteve com Lula uma única vez enquanto ele foi presidente – o encontro ocorreu em 2006, quando assumiu o comando da empresa. Depois, eles só voltaram a se encontrar em 2013. A interlocução com o PT, segundo o empresário, era feita por meio do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

    – O que eu posso fazer se a interlocução era com o Guido? Aí inventaram que a Blessed (acionista da JBS), aquela empresa que temos nos Estados Unidos, seria do Lula, do Lulinha, de político. Esse negócio de Lula ou filho de Lula é fruto de um imaginário de alguém que quis nos prejudicar.

    Em sua nota, Temer diz que Joesley protegeu o PT, alegando que a JBS que a empresa cresceu no governo Lula e não no dele (leia aqui sobre a nota do Palácio do Planalto). A realidade, no entanto, mostra que praticamente todas as empresas brasileiras cresceram com Lula e afundaram com o golpe.

  14. A República de Curitiba deve estar enojada prefeito bichona e o juizinho de primeira instância prestes a cair na boca do povo kkkk vamos esperar pra ver kkjk

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