15 de fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em ALEP pode barrar supersalários de R$ 100 mil no governo Beto Richa

ALEP pode barrar supersalários de R$ 100 mil no governo Beto Richa

Que tal ser secretário no governo Beto Richa (PSD), no Paraná, ganhando mais de R$ 100 mil por mês sem se preocupar com o teto constitucional que limita os salários a R$ 33,7 mil?  ... 

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21 de junho de 2015
por esmael
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Demitido da Educação, privatizador continua ‘mamando’ na Copel

O ex-secretário da Educação, Fernando Xavier Ferreira, demitido após dois meses no cargo por “insuficiência técnica”, continua na presidência do Conselho de Administração da Copel (Companhia Paranaense de Energia).

A estatal de energia está próxima do fim, pois há clara intenção do governo Beto Richa (PSDB) de vender os ativos (privatizar) conforme relato do secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, posteriormente minimizada pelo Palácio Iguaçu.

Pois bem, Xavier continua “mamando” R$ 7,3 mil mensais de jetons na Copel mesmo depois de demitido da Educação. O valor é superior à média salarial dos professores, que também é inferior ao auxílio-moradia, de R$ 4,7 mil, pagos aos juízes e desembargadores.

O ex-secretário foi presidente da Telefônica, que incorporou a antiga Telesp e Telepar, com a privatização do sistema Telebrás no governo Fernando Henrique Cardoso. A Telefônica utiliza hoje a marca Vivo.

Quem também tem uma teta no conselho da Copel são os secretários da Fazenda e o titular da Secretaria de Infraestrutura, José Richa Filho, o Pepe, irmão do governador. O secretariado de Richa utiliza os conselhos de estatais para turbinar o salário, que é de R$ 23,6 mil por mês.

A farra dos supersalários no governo Beto Richa foi registrada ontem (20) aqui no Blog do Esmael. Portanto, chega-se à triste conclusão: aos comissionados e membros do primeiro escalão, tudo; aos servidores e professores que lutam pela reposição inflacionária de 8,17%, nada.

Na sexta-feira (19), Fernando Xavier voltou ao prédio da Secretaria de Estado da Educação (SEED) que ocupou até 6 de maio, uma semana após o massacre no Centro Cívico. Ele foi agraciado com uma placa na galeria dos secretários da pasta.

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27 de fevereiro de 2015
por esmael
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Beto Richa diz a aliados que está cortando privilégios! dos professores

O governador Beto Richa (PSDB) assumiu pessoalmente o comando da guerra ideológica contra os educadores e funcionários públicos em greve no Paraná. Ontem (26), por exemplo, o tucano abriu as portas do Palácio Iguaçu para receber o conhecido G7 — grupo de entidades empresariais formadas pelas federações da Indústria (Fiep), da Agricultura (Faep), do Comércio (Fecomercio), dos Transportes (Fetranspar) e das Associações Comerciais (Faciap), além da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e da Associação Comercial do Paraná (ACP).

Nessas reuniões petit comité que contam com as presenças do chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSD), secretário do Planejamento, Silvio Barros II (PHS), e a vice-governadora Cida Borghetti (PROS), Richa et caterva descem o sarrafo no funcionalismo público e nos professores em greve. Assédio moral!, enojou-se um participante desses encontros.

Para formar uma opinião contrária aos professores e funcionários de escolas em greve, bem como aos servidores da Justiça, Agricultura, universidades, Detran, etc., o governador do PSDB argumenta que está sendo vítima do corporativismo, pois estaria apenas cortando privilégios! de categorias que não costumam trabalhar.

Como resultado dessa guerra ideológica, vários setores da sociedade com preguiça mental já rotulam os professores como “vagabundos que entraram em greve para manter privilégios”.

No começo deste mês, a primeira-dama e secretária da Família, Fernanda Richa, na mesma toada do marido, sugeriu pelas redes sociais que professores ganham muito! e produzem pouco! (clique aqui para relembrar).

Paralelamente à s palestras no Palácio Iguaçu, Richa determinou a contratação de agência de propaganda !“ ao custo de R$ 15 milhões !“ para o combate na comunicação. Não é à  toa que a velha mídia, nesta quarta, se esforçou para esvaziar a marcha dos 50 mil da educação e dos servidores públicos. Num passe de mágica a imprensa — nativa e nacional — conseguiu esconder nada mais nada menos que 40 mil manifestantes. Os telejornais, os jornalões e as emissoras de rádios alinhadas ao tucanato contabilizaram apenas 10 mil.

O Palácio Iguaçu e, consequentemente essa turma do G7, não considera privilégio os auxílios-moradias, o maior salário do país para o governador, a farra nos jetons para o secretariado, dentre outras orgias com o dinheiro público. à‰ uma turma desalmada que se convence por um cafezinho e uns tapinhas nas costas, infelizmente.

Para o governador e alguns setores do empresariado, o confisco de R$ 8 bilhões da poupança previdenciária dos servidores públicos é bobagem perto dos privilégios! que desfrutam no Paraná.

Beto Richa prepara terreno para derrotar os funcionários públicos, sobretudo os educadores, na opinião pública. Isto significa que o tucano vai aplicar novo calote nos funcionários públicos que nem terão como reagir. Não é à  toa que o tucano importou os secretários Mauro Ricardo (Fazenda) e Fernando Xavier (Educação). Eles já fizeram esse trabalho sujo em outras praças. à‰ o script.

Para o leitor contumaz do Blog do Esmael as notícias acima não são novidades. Na terça (24) ficou anotado aqui que “Servidores anunciam para amanhã marcha com 50 mil contra Richa; Palácio Iguaçu lança ofensiva para criminalizar grevistas”. Portanto, ontem, foi mais uma prova concreta de que tudo era verdade.

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