24 de julho de 2017
por esmael
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Veja essa: Presidente do Atlético-PR dá uma de Jânio Quadros

No Brasil, política, religião e futebol se falam mais do que se imagina. Veja o caso do presidente do Clube Atlético Paranaense, Mario Celso Petraglia, que se afastou da administração do time para “resolver assuntos pessoais”, segundo uma nota publicada hoje pelo Furacão. Leia mais

9 de junho de 2015
por esmael
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Fruet senta na cadeira do Palácio Iguaçu com 3 anos de antecedência

O jornal Valor Econômico, edição desta terça-feira (9), colocou o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), sentado na cadeira que hoje pertence ao governador Beto Richa (PSDB), no Palácio Iguaçu, com mais de 3 anos de antecedência.

Na entrevista, o jornal apresenta o pedetista como “terceira via” em 2018 na corrida pelo governo do Paraná. A conclusão do impresso se dá depois de afirmar que Fruet apaga incêndio causado com a repressão aos servidores públicos no Paraná.

“Para ganhar credibilidade leva-se muito tempo, mas para perder, é muito fácil”, observou o prefeito.

É verdade que o prefeito curitibano num lampejo de bom senso abriu as portas do Palácio 29 de Março, a sede do executivo municipal, para atender os mais de 200 feridos no esmagamento autorizado pelo vizinho Richa. Mas, como diria o saudoso humorista Chico Anysio, “não se nega um copo de água para ninguém que esteja com sede…”.

Antes de cruzar a Praça 29 de Abril, a antiga Praça Nossa Senhora Salete, no Centro Cívico, rumo ao terceiro andar do Palácio Iguaçu, Fruet terá que buscar a reeleição. Sondagens apontam 70% de rejeição ao prefeito e esse “número mágico” assanha oposicionistas que podem lançar candidatos em 2016.

Aliás, Gustavo Fruet sinaliza com quem não vai no ano que vem:

“Mais do que rejeição, o PT está despertando ódio e vai pagar um preço alto nas eleições municipais porque é uma rede que envolve pessoas que são referência não apenas para o partido, mas para a sociedade”.

Quem ficou feliz da vida com a “sentada” antecipada de Fruet na cadeira de Beto Richa é o empresário Joanir Zonta, dono da rede de supermercados Condor, que deverá vender muito desinfetante para os adversários do prefeito.

Os senadores Alvaro Dias (PSDB) e Roberto Requião (PMDB), a vice-governador Cida Borghetti (PROS) e o secretário Ratinho Junior (PSC) — pré-candidatos declarados ao governo em 2018 — dizem que vão desinfetar a cadeira ocupada pelo tucano. Primeiro para não serem contaminados pelo antecessor e pelo pretendente Fruet.

A história de desinfetar cadeira é recorrente ao ex-prefeito de São Paulo, Jânio Quadros (PTB), na eleição de 1986, depois que o principal adversário, Fernando Henrique Cardoso (PMDB), sentou no assento do gabinete na Prefeitura antes de vencer a disputa. Ou seja, o agora tucano se esqueceu de combinar a estratégia com os russos — como diria Garrincha –, no caso os eleitores paulistanos.

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3 de setembro de 2014
por esmael
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Em bate-boca, Dilma a Marina: ‘à‰ política da verdade, não do medo’

Agência Brasil e Reuters, via Brasil 247
A presidente Dilma Rousseff (PT), em evento de campanha à  reeleição nesta quarta-feira, afirmou que a comparação da adversária Marina Silva (PSB) com o ex-presidente Fernando Collor de Mello, feita na propaganda de TV da petista, não representa a política do “medo”, mas a da “verdade”.

“Não, querida, é a política da verdade. O que nós dissemos, não é que as pessoas são iguais, é que se você não tem número suficiente de deputados você não aprova nenhum projeto”, disse ao ser questionada se a comparação de Marina com Collor, hoje aliado de seu governo, seria uma reedição da política do medo que o PT foi alvo em eleições anteriores.

“Acho que na democracia a gente perde e a gente ganha. Inclusive, eu quero dizer que perdi algumas vezes, mas ganhei outras tantas no Congresso Nacional”, disse Dilma a jornalistas em Belo Horizonte.

Na terça-feira, a propaganda de Dilma na TV exibiu trechos em que um locutor questiona a governabilidade de um eventual governo de Marina, citando os ex-presidentes Collor e Jânio Quadros, que não concluíram os mandatos, como momentos em que o país escolheu “salvadores da pátria” e “chefes do partido do eu sozinho”. Jânio renunciou, e Collor sofreu impeachment.

“A necessidade de negociar é inexorável. à‰ importante saber, ao negociar não ceder diante dos interesses do Brasil”, afirmou.

(Reportagem de Ezequiel Fagundes)

A presidente também disse que, não fossem as medidas anunciadas pelo governo, a indústria estaria hoje em uma situação pior. Leia abaixo na reportagem da Agência Brasil:

Mariana Tokarnia* – Repórter da Agência Brasil

Diante de 120 empresários ligados à  indústria, a presidenta Dilma Rousseff defendeu as políticas de incentivo para o setor desenvolvidas pelo governo. Disse, no entanto, que queria que os resultados de crescimento fossem diferentes. “Eu gostaria que o Brasil estivesse crescendo em um ritmo mais acelerado. Mas imagina o que teria acontecido se não tivéssemos tomado essas medidas. Eu acho que protegemos as condições de ter um futuro na nossa indústria”, disse ao se referir a ações como o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e incentivos tributários para compra de veículos.

O encontro ocorreu na Olimpíada do Conhecimento, que está na oitava edição e reúne estudantes de cursos técnicos para realizar tarefas semelhantes à s que enfrentariam em situações cotidianas no trabalho. Hoje (3), começam as competições entre os 726 participantes.

Dilma reuniu-se com empresários, presidentes de federações e diretores do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e, após apontar a educação e a inovação como caminhos para o desenvolvimento, reconheceu: “vivemos em uma situação bastante complexa na indústria, mas só me pergunto o que seria se não tivéssemos tomado as medidas que tomamos na área industrial e no reconhecimento de que a indústria é estratégica para o país e que uma política industrial é necessária”.

Já o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, f Leia mais