A deputada federal Gleisi Hoffomann (PR), presidenta nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), de olho na vaga suplementar do Senado, decidiu em comum acordo com o presidente Lula não assumir ministério nessa reforma ministerial de virada.
Lula dará o pontapé inicial na equipe ministerial com a ida do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, para o Supremo Tribunal Federal (STF).
O “comunista” Dino foi aprovado pelo Senado no último dia 13/12, no entanto, sua posse no STF será no próximo dia 22 de fevereiro.
Gleisi vai ficar na presidência nacional do PT, período em que ela mexerá o tabuleiro com o intuito de concorrer ao Senado, caso o ex-juiz Sergio Moro (União-PR), seja cassado e uma eleição suplementar convocada pelo TRE do Paraná.
A data de eventual eleição suplementar para o Senado, na hipótese de cassação de Moro, poderá ser coincidente com as eleições municipais de 2024 ou não, podendo ficar para o ano de 2025.
A dirigente petista foi sondada pelo presidente Lula, no entanto, após eles conversarem, entenderam que o melhor é Gleisi continuar no comando da legenda ao menos até outubro de 2024.
Gleisi terá a opção de disputar o Senado ou ir para a chefia da Casa Civil, após as eleições de 2024.
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Jornalista e Advogado. Especialista em política nacional e bastidores do poder. Desde 2009 é autor do Blog do Esmael.




