Carlos Decotelli pede demissão nesta tarde do Ministério da Educação

O novo ministro da falta de Educação de Bolsonaro, Carlos Alberto Decotelli, está no Palácio do Planalto para pedir demissão do cargo.

Ele não resistiu ao vexame da falsidade ideológica em seu currículo. A gota d’água teria sido uma nota da Fundação Getúlio Vargas informando que Decotelli não foi pesquisador ou professor da instituição.

Ou seja, não é Doutor, muito menos fez pós-doutorado. No mestrado há suspeita de plágio e pra fechar o caixão ele mentiu sobre a atividade docente.

Outros integrantes do primeiro escalão do desgoverno Bolsonaro também mentiram no Currículo: Damares Alves, Ricardo Salles e o ex-ministro da Educação também Ricardo Veléz Rodrigues também enfeitaram suas trajetórias com títulos e cursos que não possuíam.

Que caiam também!

Com informações do Estadão.

Olavistas pedem Ilona Becskeházy no ministério da falta de Educação de Bolsonaro

Paulo Briguet, editor-chefe do site olavista Brasil Sem Medo, assina um artigo publicado nesta segunda-feira (29) defendendo o nome de Ilona Becskeházy para assumir o ministério da falta de Educação.

No texto, Briguet considera que a escolha de Carlos Alberto Decotelli parecia acertada para acalmar os ânimos entre as “tribos beligerantes que cobiçam o domínio da educação brasileira”. Mas a pataquada no currículo de Decotelli inviabilizaria sua permanência na pasta.

Ele usou uma anedota corrente sobre Decotelli, que seria um “Doutor Honoris Quase”.

“O que resta ao presidente Bolsonaro, se quiser manter o MEC a salvo das hienas esquerdistas, dos tubarões globalistas e das capivaras da velha política?” 

Segundo Briguet, “a saída de mestre seria escolher uma das mais qualificadas e competentes conhecedoras da educação brasileira: Ilona Becskeházy.”

Ela é atual secretária de Educação Básica do MEC. Mestre (Puc-Rio) e doutora (FEUSP) em política educacional, militante pela educação de qualidade para todos os brasileiros. Ou seja, fez parte da gestão de Weintraub e tem qualificação técnica para o cargo.

Seria um bom nome para Bolsonaro parar de passar vergonha com indicações desastrosas. Já para a educação brasileira, quem sabe a volta da palmatória…

O artigo “Ilona, a solução para o MEC” foi publicado no site Brasil Sem Medo.

Decotelli ‘flopou’ e governo já procura novo titular para o MEC

O governo Bolsonaro passou a procurar nomes para substituir Carlos Alberto Decotelli, que foi nomeado ministro da Educação na semana passada e teve a posse adiada por causa de fraudes em seu currículo, segundo informação do ‘O Estado de São Paulo’.

Decotelli já perdeu apoio dos militares e o grupo vinculado ao jornalista Olavo de Carvalho se mobiliza para apresentar um nome para a pasta.

A nota da Universidade de Wupertal divulgada nesta segunda-feira (29) informando que Decotelli não obteve o título de pós-doutorado na instituição praticamente inviabilizou a posse no MEC do ministro indicado pelos militares.

Nesta segunda, Decotelli tentou “arrumar” a lambança alterando o currículo na plataforma Lattes para excluir a citação de pós-doutorado na Wupertal, o que só piorou a situação dele.

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Entidades do setor educacional e científico cobram a indicação de um nome com perfil acadêmico reconhecido e com capacidade de gestão.

Após Ricardo Vélez Rodrigues, Abraham Weintraub e Decotteli é difícil acreditar numa indicação de qualidade para o Ministério da Educação pelo governo Bolsonaro. A ver…

Novo ministro da falta de Educação deve cair antes de assumir

A posse do novo ministro da falta de Educação, Carlos Alberto Decotelli, que seria nesta terça-feira (30), foi suspensa e pode nem acontecer. Ou seja, Decotelli pode cair antes de assumir.

O motivo são os indícios de falsidade ideológica no currículo do futuro ex-ministro.

Tudo começou quando o reitor da Universidade Nacional de Rosário, na Argentina, desmentiu a titulação de doutorado de Decotelli. Como não tem doutorado, surgiu a suspeita de que o pós-doutorado dele também seria ficção, o que acabou se confirmando

Por fim, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) anunciou que vai investigar a suspeita de plágio na monografia do mestrado do novo ministro.

Ou seja, se bobear, mal sobra a graduação para o currículo de Decotelli. Logo na Educação…

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República vai investigar o currículo do ministro, e caso as fraudes se confirmem, ele deve ter a nomeação revogada.

Triste Brasil.