‘Se vale para Alckmin, também vale para Cida’

Os luas-pretas do Palácio Iguaçu fazem analogia entre o desempenho de Geraldo Alckmin (PSDB) nas pesquisas e o da governadora do Paraná Cida Borghetti (PP), que vai à reeleição. Ambos estão atrás de adversários.

A tese nas terras das araucárias é a seguinte: se Alckmin quer se valer da ampla aliança e do tempo de TV para ir ao segundo turno, ora, Cida terá as mesmas condições; aliás, a moça já atingiu dois dígitos nas sondagens de intenção de voto enquanto o tucano ainda tem 6%.

A governadora do Paraná, que ontem debutou no Fantástico, da Globo, também terá um amplo arco de alianças e o maior tempo de TV durante o horário eleitoral.

Assim como Alckmin que terá de carregar o peso de Michel Temer (MDB), haja vista que os tucanos deram suporte ao golpe de 2016, Cida Borghetti igualmente terá de enfrentar a rejeição do ex-governador Beto Richa (PSDB). O rapaz é investigado por crimes de corrupção em diversas frentes judiciais.

Portanto, os desafios dos marqueteiros nestas eleições serão o de esconder os tucanos (caso Cida, em relação a Richa) e, em alguns casos, isolá-los de aliados incômodos (caso Alckmin, em relação a Temer).

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