Gleisi compara: “Desemprego no Brasil 5,5%; na Espanha 27%”

A ministra Gleisi Hoffmann comemora situação de pleno emprego no país, o que poderá alavancar sua candidatura ao governo do Paraná; a título de comparação, na Espanha o índice de desemprego chega a 27%, o que motivou ontem protestos e confrontos com a polícia daquela nação; à  oposição e à  velha mídia brasileiras, que fazem campanha aberta pela volta do PSDB à  Presidência da República, resta apenas pedir alta dos juros para conter a inflação! !“ e encher as burras da especulação !“ e rezar para que o desemprego volte a atormentar os trabalhadores; por que a burguesia é contra a felicidade da maioria que produz a riqueza deste país?

A ministra Gleisi Hoffmann comemora situação de pleno emprego no país, o que poderá alavancar sua candidatura ao governo do Paraná; a título de comparação, na Espanha o índice de desemprego chega a 27%, o que motivou ontem protestos e confrontos com a polícia daquela nação; à  oposição e à  velha mídia brasileiras, que fazem campanha aberta pela volta do PSDB à  Presidência da República, resta apenas pedir alta dos juros para conter a inflação! !“ e encher as burras da especulação !“ e rezar para que o desemprego volte a atormentar os trabalhadores; por que a burguesia é contra a felicidade da maioria que produz a riqueza deste país?

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao governo do Paraná pelo PT, comemora a continuada queda do desemprego no país. Segundo ela, o índice caiu de 7,9% em 2008 para 5,5% em 2012, queda de 30 pontos percentuais na taxa.

Se realmente for disputar o Palácio Iguaçu em 2014, Gleisi poderá ser beneficiária direta do bom momento do pleno emprego vivido pelo país. O Brasil é o país que mais reduziu desemprego no mundo desde 2008. A constatação vem de dados divulgados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

O levantamento toma como base os 42 países que já divulgaram os números do último ano sobre o mercado de trabalho e tem como marco inicial o período de estouro da crise econômica mundial.

Com queda de 7,6% para 5,5%, a Alemanha figura na segunda posição do ranking. Segundo o FMI, em apenas 15 dos 42 países a taxa caiu. Em Portugal e Bulgária, o índice mais do que dobrou no período. Na Espanha chega a 27%.

Comentários encerrados.