Depois da fusão, vereadores eleitos pelo PPS abandonam nova sigla em Curitiba

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Vereadores Paulo Rink e Zé Maria, entre Roberto Freire, já articulam saída do novo MD; ex-presidente do PCB, Freire liquida o segundo partido (PPS) em duas décadas.
Vereadores Paulo Rink e Zé Maria, entre Roberto Freire, já articulam saída do novo MD; ex-presidente do PCB, Freire liquida o segundo partido (PPS) em duas décadas.
Em Curitiba, a fusão partidária que pariu a nova sigla Mobilização Democrática (MD) não foi digerida por 2 dos três vereadores eleitos pelo PPS.

O ex-atacante e ídolo do Atlético, Paulo Rink, ameaça deixar MD e poderá ingressar nas fileiras do prefeito Gustavo Fruet (PDT).

Outro vereador do antigo partido do voto limpo, Zé Maria, flerta com o PSDB do governador Beto Richa.

Em caso de fusão, o parlamentar pode mudar de partido alegando que houve infidelidade da agremiação.

PPS e PMN se fundiram nacionalmente no último dia 17 de abril. A agremiação é presidida pelo deputado Roberto Freire, exímio exterminador de legendas (ele já havia cravado um prego no caixão do Partidão, o PCB).

A ex-vereadora Renata Bueno, não reeleita para a Câmara Municipal, elegeu-se em fevereiro último deputada federal no parlamento italiano.

Resumo da ópera: no Paraná e em Curitiba, restaram no MD apenas Rubens Bueno (presidente), Rubico Camargo (secretário-geral) e o terceiro vereador do novo partido Hélio Wirbiski (líder na Câmara).

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