No Brasil tem político há mais tempo no poder que os irmãos Castro em Cuba

Sarney está há 58 anos na política, contra 48 anos de Fidel em Cuba. Henrique Alves está na Câmara há 42 anos, enquanto Raúl terá completado 11 anos quando deixar o poder daqui a 5 anos. Os peemedebistas, no entanto, não dão sinal que vão se aposentar tão cedo.

Sarney está há 58 anos na política. Henrique Alves está na Câmara há 42 anos, enquanto Raúl terá completado 11 anos quando deixar o poder daqui a 5 anos. Os peemedebistas, no entanto, não dão sinal de que vão se aposentar tão cedo.

O ex-presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), assumiu pela primeira vez um mandato eletivo em 1955 como deputado federal. Lá se vão 58 anos da estreia do maranhense na política. Ele ainda galgou cargos como de governador de seu estado natal e de presidente da República.

Outro que também faz um “tempinho” que está na pista é o atual presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB-RN), que debutou na Casa em 1971, ano que nasci, há exatos 42 anos.

Faço esse introito com o objetivo de mostrar a existência de políticos brasileiros há mais tempo no poder que os irmãos Fidel e Raul Castro, na ilha, em Cuba, tão decantada em versos e prosas, nesses últimos dias, em virtude da histérica presença da blogueira Yoani Sanchéz em solo verde-amarelo.

Fidel ficou no poder por 49 anos e seu irmão, Raul, já está há seis anos na presidência. à‰ sempre bom lembrar que eles chegaram ao governo por meio de uma revolução, com um projeto de ruptura ao status quo, a 1!º de janeiro de 1959.

Pelas informações que me chegam de Cuba, via agências de notícias, a rotatividade no poder ocorrerá antes naquele país caribenho do que aqui. O presidente Raul Castro ao ser reeleito ontem afirmou que permanecerá mais 5 anos no cargo. Louvável. Por estas plagas, por exemplo, ainda não há evidência de que Sarney ou Henrique vão pendurar as chuteiras tão cedo.

O provável sucessor de Raúl Castro será Miguel Díaz-Canel, de 52 anos, novo vice-presidente do Conselho de Estado.

O desavisado leitor vai me dizer: “Mas Sarney e Alves foram eleitos democraticamente para o parlamento!”. Tem razão. Também é verdade que os irmãos Castro foram democraticamente eleitos em seu país.

20 Comentários

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  3. Maiken voce e uma pessoa de facto muito culta ,! O certo e, que teu vocabulo e proprio de quem não é pelego de ninguem!

  4. O PT, LULA, DIRCEU, DILMA, AJUDARAM EM PELO MENOS 12 ANOS O SARNEY, O HENRIQUE ALVES, O MALUF, O CALHEIROS, E OUTROS QUE SEMPRE COMBATERAM EM NOME DO PODER. TUDO FARINHA DO MESMO SACO. TROCADO POR MERDA É CARO. E BOTA NESTE SACO A PETEZADA TAMBÉM.

  5. O PT, LULA, DIRCEU, DILMA, AJUDARAM EM PELO MENOS 12 ANOS O SARNEY, O HENRIQUE ALVES, O MALUF, O CALHEIROS, E OUTROS QUE SEMPRE COMBATERAM EM NOME DO PODER. TUDO FARINHA DO MESMO SACO. TROCADO POR MERDA É CARO. E BOTA NESTE SACO A PETEZADA TAMBÉM.
    MAS DISCUTIR COM PT PELEGO É A MESMA COISA QUE JOGAR XADREZ COM GALO: ESPARRAMA AS PEÇA, CAGA NO TABULEIRO E SAI BATENDO NO PEITO CANTANDO VITORIA

  6. não pedro. no meu conceito seja quem for ,sendo sem concorrentes não existe democracia. nunca ha de facto uma democracia pura,e nem uma ditadura ferrenha,a ditadura brasileira manteve o congresso nacional aberto ,e funcionando.a unica coisa que eu lembro que não passou naquele congresso foi a emenda dante de oliveira ,para eleições livres.o sistema não era comandado pelo pt .mas pela arena ,o dem de hoje. ninguem falava no pt naquela epoca ,não sei se existia o pt naquele tempo.mas vou me informar melhor.

  7. Garanto que se na nossa eleição tivesse apenas a opção de um candidato do PSDB para presidente não estaríamos numa democracia. Mas se o único candidato fosse alguém do PSOL ou do PT, ou ainda um Castro, aí seria uma democracia… Muito interessante. Pra mim, nenhuma dessas opções é democrática: ter candidato único é completamente antidemocrático. Fica aí o aviso aos “desavisados”

  8. exatamente tem sim.mas os mandatos são alternados ,a cada 4 anos renovados.que bobagem pessoal. eu gosto de cuba ,mas la é uma ditadura…quem coloca esses la e o povo.o gosta deles fazer o que!

  9. “[…] Se compram votos, é bom lembrar que para alguém comprar é preciso alguém vender (e isso é democracia também)”. Então, o texto abaixo é um exemplo de democracia para os direitopatas. Democracia é só para quem tem dim dim.

    Um caso de discriminação em um supermercado em Petrolina.
    Por Fernando J.
    Do site Folha do São Francisco
    Enviado por luisnassif, seg, 25/02/2013 – 18:45

    Vivi ontem, dia 23/02/2013, uma fato que me deixou indignada, uma atitude de desrespeito, ignorância e má preparação profissional dos funcionários e da equipe do supermercado Hiper Bompreço, localizado no River Shopping. A pessoa ofendida não fui eu, mas a natureza do problema e a minha interação com o ocorrido não me permitem ficar calada diante desse absurdo.

    Estava com minha filha ontem e realizamos uma compra de alguns itens de alimentação e limpeza para nossa residência, enquanto aguardávamos na fila, fomos abordadas por um jovem de aparência humilde com aproximadamente 15 anos, que com educação descrição e um certo receio, me pediu que lhe comprasse um pacote de feijão.

    Isso mesmo, um simples pacote de feijão. Não me pediu dinheiro, não me pediu futilidades, não fez apelos, nem veio com frases prontas apelativas, apenas pediu um pacote de feijão. Disse, inclusive, que iria buscar para que eu não tivesse que deixar a fila. Eu o encarei por alguns instantes e enxerguei fome, desespero, medo, humildade, enxerguei uma pessoa vítima de uma sociedade que no auge de sua ausência de perspectiva recorreu a um estranho para lhe prover o que um sistema público eficiente deveria assegurar a todos.

    Eu concordei, e ele agiu prontamente, foi até o corredor, buscou o feijão e retornou rapidamente, nem sequer escolheu um dos tipos mais caros ou de marcas mais consagradas, pegou um modelo simples, tradicional, tipo aquele que nossa mãe manda comprar quando não temos muito dinheiro, sei porque passei por isso na minha infância.

    Foi o primeiro item a passar na minha lista, como demonstra o comprovante que exponho acima. Tão logo foi feito o registro, a empacotadora colocou o produto numa sacola, e o entregou ao garoto.

    Quando encerrou-se o registro das minhas compras, às 15h32min, realizei o pagamento, e enquanto terminávamos o empacotamento, vi a moça que me auxiliava no caixa interceder numa situação um pouco distante dizendo “não façam isso, foi a moça aqui que pagou o feijão dele”. Prontamente me atentei para o ocorrido e então percebi o absurdo: quando tentava sair do supermercado, pelo corredor de caixas, com o item na sacola, o segurança lhe tomou o produto, mandou que uma funcionária devolvesse à prateleira e o tangiam como quem tenta afastar um bicho ameaçador. Uma senhora que estava na minha frente na fila do caixa tentava explicar o ocorrido, mas não era ouvida pelos funcionários grosseiros e intolerantes. Enquanto isso, o pobre garoto se silenciava diante do constrangimento, acuado num canto sem saber o que fazer ou para onde ir.

    Dei de encontro com a funcionária que retornava com o feijão e imediatamente ORDENEI, sim ordenei aos gritos, que a mesma retornasse imediatamente e devolvesse o produto ao rapaz, pois eu havia realizado o pagamento.

    E assim começou a confusão e a sucessão de absurdos que só pioraram a situação. A moça devolveu o produto ao rapaz e o mesmo rapidamente se foi sem que percebêssemos ou que um pedido adequado de desculpas lhe fosse ofertado.

    O segurança informou que a medida fora tomada porque ele estava sem o recibo, porque estava importunando os demais clientes e porque estava andando pela loja com produtos na mão há algum tempo com aparência suspeita.

    Ora, nada disso justifica a conduta, primeiramente, não encontraram nada escondido no rapaz, quanto ao recibo, não lhe deram a chance de explicar que eu havia pago, não procuraram explicações e nem me questionaram, antes de tomar medidas mais radicais. Ora, o produto estava em uma sacola e o garoto saia do corredor de caixas, tudo isso são indícios de que o pagamento havia sido realizado, por quem quer que fosse, mas nada disso foi levado à conta. O interessante é que frequento aquele estabelecimento há anos e nunca me pediram para verificar um produto sequer, nunca tive minha nota solicitada, nunca, assim como muitos outros acredito eu.

    Outro funcionário logo se aproximou ao ver a confusão e informou que esse era o procedimento padrão, mas que padrão esse para se adotar!?! Então com meu carrinho cheio de mercadorias sugeri que, em cumprimento ao procedimento padrão, o mesmo verificasse item por item na nota se eu também não estaria subtraindo nada, pois saí do mesmo corredor que o garoto sem apresentar recibo, mas o mesmo informou que isso não seria preciso pois eu “era diferente”.

    “Diferente”, um conceito meio complexo, já que acredito que sejamos todos diferentes, mas a minha falta de ingenuidade me fez concluir exatamente o que ele quis dizer, então solicitei que explicasse claramente, mas adverti-lo de que isso era discriminação, preconceito e até mesmo crime, acredito eu. Então ele ficou sem palavras, não soube mais o que dizer, não tinha mais o que dizer, enquanto nós, que demos uma voz àquele menino, esbravejávamos indignadas e um público já bastante grande, atento ao que era dito, questionava.

    Aumentando a bola de neve que a situação se tornou me disseram que se eu desejasse fazer isso novamente deveria entregar a mercadoria fora do supermercado. Cada vez mais revoltada informei que o que faço com minhas mercadorias não era problema de nenhum deles, se quisesse eu poderia simplesmente derramar tudo ali, largado, e ir embora, porque diferentemente daquele menino, eu pude pagar por aquelas compras, e depois que passei daquele caixa tudo era meu, não sendo mais da conta de nenhum deles o que faço com meus produtos ou a quem entrego cada um deles, nem dentro, nem fora do supermercado.

    Em mais uma tentativa frustrada de justificação me disseram que eu não estava ajudando o rapaz, pois ele provavelmente venderia o feijão para comprar drogas, acreditem, sim, me disseram isso, ali, descaradamente, na frente de todo mundo. Os profissionais supostamente sérios e preparados para assegurar a segurança do estabelecimento, para lidar com consumidores, para solucionar crises em um estabelecimento comercial de grande porte, é triste, mas eles fizeram isso.

    Gente estúpida, mal preparada, de mente fechada, preconceituosos, julgando por estereótipos, taxam o rapaz de bandido, tomaram-lhe o produto. Eles sim é que me perturbam e me incomodam, não aquele menino que precisava de ajuda, que pediu ajuda, se bem que eles também precisam de ajuda, precisam urgentemente aprender como se trata uma pessoa com respeito, porque todos merecem respeito, TODOS!!!

    Seguranças, supervisores, responsáveis pela administração, todos tentado justificar o injustificável. Mas a explicação é simples: discriminaram, taxaram, suspeitaram, acusaram e condenaram o rapaz sem uma chance de explicações ou defesa.

    Não porque o mesmo tenha agido errado, não porque estivesse sem o recibo, mas porque era simples, humilde, estava mal vestido, um tanto quanto sujo, pedindo ajuda, estava receoso de ser expulso, se esquivando e depois de tantos nãos, procurava um ser humano que lhe ofertasse um pouco de solidariedade, mas acreditaram que ele não poderia ter pago um pacote de feijão que custou R$ 4,56 (quatro reais e cinquenta e seis centavos), e antes de apurar o ocorrido com responsabilidade, foram totalitários e intolerantes, todo esse absurdo por causa de um produto desse valor! Esse estabelecimento e esses funcionários incompetentes que não souberam lidar com a situação são uma vergonha para nossa comunidade, ou até mesmo para toda a raça humana.

    ROZANI ALVES COSTA

  10. Até as capivras do parque Barigui sabem que são as mesmas famílias que mandam no Paraná desde o tempo do Brasil Colônia. A velha e reacionária oligarquia portuga!!!
    Então, dizer que em Cuba não há democracia demonstra apenas burrice e canalhice!!!

    • Burrice é o que você demonstra. Se no Paraná ou em todo o Brasil predomina o mando de famílias na política é porque estão recebendo votos nas urnas. Se compram votos, é bom lembrar que para alguém comprar é preciso alguém vender (e isso é democracia também). Em cada eleição são apresentadas “N” opções aos eleitores. Já em Cuba, o eleitor não tem opção de voto. E se o próprio país admite que vive num sistema comunista, em que você se baseia para falar em democracia em Cuba??

      • Oras, poder de ditar os rumos é o mesmo, não???

        Pela força da grana e pela ignorância do povo os parasitas da elite se perpetuam no poder, qual a diferença? Só muda de pai pra filho: Bush pai, Bush filho, depois vem o Bush neto, revezando entre democratas e republicanos com o resultado prático sendo o povo se lascando, além do voto popular não ser direto, falamos dos States, lugar onde os vira-latas daqui venderiam a alma pra estar lavando louça ou recolhendo lixo.

  11. To Danado, os que vc listou quero ver todos na cadeia, mas…..e o José Dirceu, Genuino e cambada aonde você listou???

  12. SEI NÃO, Para as castas inferiores do Brasil, o comunismo dos Castro, seria bem melhor que o Comunismo de Sarney, Calheiros,Barbalho, ACM, Anibelli, Kaury, Mattos Leão, Maluff etc… e outros enrustidos por ai, e por ironia esses comunistas é que mais condena os irmãos Castro.

  13. Democraticamente eleito kkk. Num país em que só é permitido pertencer a um único partido. Que não se aceita outra posição, a não ser a dos proprietários da ilha, Irmãos Castro & Cia. Ltda.. E falando em Sarney, só está vivo politicamente porque os FHCs, Lullas e Dilmas da vida não tem coragem de peitar esse câncer.

  14. Eleitos “democraticamente” em Cuba, Esmael?? Você considera democracia ir para uma eleição onde você tem o poder de não aceitar concorrente?

  15. Conte o tempo em que a familia ANIBELLI tem mandatos eletivos no Pr. la se vao muitos, mas muitos anos mesmo!