Para senador Sérgio Souza, setor de telefonia celular vive “apagão”

* Audiência pública vai cobrar melhoria das operadoras

Sérgio Souza: “sem sinal”.

O senador Sérgio Souza (PMDB-PR) é co-autor do requerimento para a realização de audiência pública que irá debater a qualidade dos serviços e investimentos prestados pelas operadoras de telefonia. A proposta foi aprovada hoje (1) na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado e será uma oportunidade para que os senadores possam discutir os problemas que o setor tem enfrentado nos últimos dias.

Foram convidados o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, e o presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações (TELEBRASIL), Antônio Carlos Valente. Vivemos um apagão neste setor. à‰ um desrespeito com o consumidor, que precisa e merece um serviço de qualidade no país!, afirmou Sérgio Souza.

Os debates ocorrerão após a decisão da Anatel de suspender a venda de chips e modems de internet 3G das operadoras TIM, Oi e Claro em diversos estados. A medida veio em resposta ao elevado volume de reclamações dos consumidores insatisfeitos com a qualidade dos serviços. A retomada das vendas dependerá da aprovação de planos de investimentos das operadoras para a solução dos problemas, como a frequente queda de sinal.

3 Comentários

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  1. Ué, tem bobo comprando!

    O celular deveria ser usado somente por quem o utiliza de verdade, tais como médicos, executivos e outras pessoas que faz dele um meio de ajudar nos negócios.

    Mas, o que vemos é gente que compra só por status, piazada pançuda que adquire mais pra se mostrar, tirar retrato, ver hora, escutar rádio, pra esses, tanto faz funcionar ou não.

    Só que no fim do mês tem que ir ao posto de gasolina recarregá-lo; lá vai vintão, trintão para o bolso das multinacionais…

    País de tongos é assim mesmo…

    • Discursinho reacionário hein, amigo.
      Engraçado que pelos seus argumentos da pra ver que você visa exclusividade, uma das características mais levadas em conta do mercado quando quer atingir o cliente. A questão é que para obter lucro, a empresa não visa o tipo de cliente que quer atingir, mas sim, o número de clientes que podem alcançar. Se é tão favorável ao capitalismo com esse discurso reacionário de quem é mais digno de uso de um produto, como pode se conflitar no paradoxo de ir contra as empresas pela forma com que direciona sua forma de enriquecimento?

      O que acho justo é as medidas que o governo vem tomando para que essas empresas aprimorem o funcionamento e garanta qualidade do serviço que venda. E ainda acho que o governo tá fazendo pouco, tendo em vista que abrir o país para instalação de multinacionais pós privatização do governo FHC em relação ao setor de telecomunicações, com todo discurso de avanço na telefonia com a venda da telebras, e nos dias atuais somente cobrar das empresas melhor cobertura para clientes, é um ato digno de respeito e tolerância com o investidor estrangeiro instalado no país. O correto seria estatizar e passar a oferecer para o brasileiro um serviço de qualidade com baixo custo.

      Mas como sabemos que para manter as boas relações diplomáticas depois do esgoto da gestão 94/2002, é bom cobrar somente o que é digno de ser cobrado e multar conforme as irregularidades presentes em cada operadora.

      Agora, dizer quem é digno ou não de fazer uso de um produto é no mínimo ridículo. O país progride quando visamos o coletivo tendo os mesmos direitos que qualquer um. Quem quer exclusividade que compre terreno em marte.

      • Araújo:

        Quando disse “deveria”, não disse que deveria ser proibido vender às pessoas comuns.

        Acontece é que o povo tá enchendo a pança dessas empresas, comprando um produto que não lhes têm serventia.

        No meu caso, ao invés de gastar com celular, compro em ração pros meus gatinhos, dá mais prazer…