Servidores públicos do Paraná saem à s ruas contra o “aumentão” de 5%

Servidores da saúde protestam contra índice de reajuste no centro de Curitiba. Foto: Aniele Nascimento / Agencia de Notícias Gazeta do Povo.

O governador em exercício e secretário da Educação, Flávio Arns (PSDB), na semana passada, foi quem sancionou o “aumentão” de 5,1% aos servidores públicos estaduais por causa da viagem internacional do governador Beto Richa (PSDB).

Os funcionários públicos reclamam que o mesmo governo concedeu no ínicio do mês aumento de 10,4% ao salário mínimo regional, que beneficia as categorias que não possuem dissídio ou acordo coletivo de trabalho (empregados domésticos e trabalhadores rurais, por exemplo).

Servidores da Saúde fazem protesto contra índice de reajuste salarial

via Gazeta do Povo

Um grupo de servidores da Secretaria de Saúde fizeram uma protesto contra o índice de reajuste salarial proposto pelo Governo do Paraná. A manifestação, organizada pelo SindSaúde Paraná, aconteceu no centro de Curitiba, com uma caminhada da Praça 19 de Dezembro, conhecida como Praça do Homem Nu, até o Palácio Iguaçu, no Centro Cívico.

Eles percorreram a Avenida Cândido de Abreu dificultando o trânsito na região durante a passeata. No final da manhã, o grupo se concentrou em frente a sede do governo estadual. Os servidores tinham como objetivo pressionar um aumento no índice de reajuste do salários, que, segundo proposta do Executivo, deve ser de 5,1% neste ano.

Além disso, os servidores pedem ainda o pagamento da progressão por tempo de serviço e que o reajuste de 14,79% em uma das gratificações da categoria seja pago já no mês de junho.

5 Comentários

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  2. Na Seab a greve continua

    Os 290 servidores da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), que estão em greve desde a última quarta-feira (30), realizam assembleia na próxima segunda-feira, às 16h30, para avaliar os rumos das negociações junto ao estado e a possibilidade de retornarem ou não ao trabalho.

    A greve reúne os funcionários não vinculados á Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Eles afirmam que a criação recente da agência provocou uma disparidade entre os salários pagos a quem já era da Secretaria e aqueles que irão trabalhar na autarquia.

    Com a nova situação, apenas os 640 servidores do Departamento de Fiscalização (Defis), que foram absorvidos pela Adapar receberão adicionais no salário, que variam de R$ 905 a R$ 2,4 mil.

    Já os outros profissionais de outros setores, mesmo exercendo funções semelhantes, continuam com o salário do quadro geral da Seab.

    A greve continua pois os servidores querem saber qual será o valor exato proposto a ser pago para os três segmentos da categoria, de apoio (1º grau), execução (2º grau) e profissional (3º grau), diz. A expectativa é que esses valores sejam definidos até segunda-feira.

    A greve abrange trabalhadores dos 21 núcleos regionais da Seab. Segundo o Sindiseab, a paralisação atinge inúmeros serviços prestados pela secretaria. Informe do sindicato comunica que todos os projetos e atividades do Deral (Departamento de Economia Rural) e Deagro (Departamento de Desenvolvimento Agropecuário ) estão totalmente comprometidos, assim como as atividades de fiscalização.

    A greve também parou já no primeiro dia publicação de série histórica com a lista de preços de produtos, que é divulgado diariamente no site da secretaria

  3. bem feito quem mandou votar em tucano, hahahahaha, iiiiii, uii

  4. Enquanto isso o Governo da Presidenta da’ 0,1%!
    e a petezad fica quietinha ….

  5. A tigrada agora acho que caíram na real…

    Viram que o Richa Júnior nada tem a ver com o velho…