No Paraná, PSDB dá calote de R$ 1,9 milhão em produtora e Justiça bloqueia contas do PPS

A turma do voto limpo !“ o PPS de Rubens Bueno !“ não está nem um pouco satisfeita com o PSDB do governador Beto Richa. Eu explico mais essa lambança.

Nas eleições municipais de 1996, quando disputaram a prefeitura de Curitiba o ex-deputado Carlos Simões e o atual vice-governador Flávio Arns, ambos pelo PSDB, a Exclusiva Produções Propaganda S/C Ltda produziu os programas para o horário eleitoral gratuito (veja o vídeo).

Simões fez acordo com Mussi e foi excluído da ação, mas o PSDB e o PPS continuaram pendurados.

Terminadas as eleições, o PSDB não honrou uma dívida de R$ 1.902.270,27 (valores atualizados em setembro de 2011) com a Exclusiva. A empresa, que pertence a Luiz Mussi, suplente do senador Roberto Requião (PMDB), à  época, foi a Justiça. A decisão transitou em julgado (não cabe mais recurso) e a execução alcançou o PPS, que estava coligado ao tucanato.

Pois bem, a 2!ª Vara Civel de Curitiba determinou a penhora dos bens dos limpinhos. O partido já teve bloqueado o valor de R$ 4.984,84.

Para não sofrer bloqueio da quantia reclamada pela produtora, o PSDB estaria movimentando suas somas através da Teotônio Vilela.

O calote tucano é mais um ingrediente com potencial de azedar o já precário relacionamento do partido do governador com o PPS, que marcha firme para lançar a vereadora Renata Bueno à  prefeitura. Como até as capivaras do Parque Barigui sabem, o prefeito Luciano Ducci (PSB) é o preferido do PSDB.

Além disso, a falta de pagamento da dívida significa mais um arranhão na imagem do secretário Flávio Arns, que foi taxado por prefeitos na crise do transporte escolar como caloteiro. Os professores também voltam à s ruas nesta quinta-feira, 26, para exigir cumprimento da Lei do Piso (hora-atividade, pagamento do piso retroativo a janeiro, dentre outras reivindicações).

Atualizado à s 12h57.

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