12 de Abril de 2018
por esmael
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Aldo Rebelo anuncia afastamento do PSB

A candidatura do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa rachou o PSB. A primeira grande baixa foi o ex-ministro Aldo Rebelo, egresso do PCdoB, que se filiou à legenda socialista em setembro de 2017. Leia mais

5 de Março de 2018
por esmael
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PSOL racha com candidatura de Boulos à Presidência da República

Nem tudo são flores no PSOL, que hoje oficializou a filiação e pré-candidatura de Guilherme Boulos à Presidência da República. A ala liderada por Plínio de Arruda Sampaio Junior, o Plininho, afirma que a nova aquisição transformará o partido em um puxadinho de Lula e do PT. Leia mais

29 de Janeiro de 2018
por esmael
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CUT pode rachar na eleição dos bancários

A Central Única dos Trabalhadores (CUT), seção Paraná, pode rachar na eleição do Sindicato dos Bancários de Londrina e Região. Uma resolução da central impede que, havendo duas chapas cutista, ela apoie a oposição. Leia mais

22 de julho de 2016
por esmael
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Justiça suspende convenção do PSB que indicaria o vice de Rafael Greca

greca_ducci_stephanesA juíza Carolina Fontes Vieira, da 10ª Vara Cível de Curitiba, concedeu liminar ao deputado Stephanes Junior suspendendo a convenção municipal do PSB (Partido Socialista Brasileiro), que seria realizado neste sábado (23), e indicaria o vice na chapa de Rafael Greca (PMN) na disputa pela Prefeitura de Curitiba.

26 de Março de 2016
por esmael
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Advogados exigem “plebiscito” na OAB sobre golpe contra Dilma Rousseff

Advogados de todo país preparam uma petição contra o comando da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que aderiu ao golpe contra o Estado Democrático de Direito e o mandato da presidente Dilma Rousseff.

Nas redes sociais, o documento exige consulta individual para que cada advogado se manifeste sobre a representação do Conselho Federal acerca do pedido de impedimento.

Nesta segunda-feira, dia 28, a Ordem vai protocolar um novo pedido de impeachment de Dilma em virtude da fragilidade dos 11 anteriores em tramitação na Câmara.

Segundo o documento dos dissidentes, o pedido de impeachment é arbitrário porque não representa o coletivo e falta a ratio [última razão].

Caso a OAB não leve em consideração a opinião dos profissionais do Direito, o movimento pede que a direção do Conselho Federal explicite não ser a vontade unânime o pedido de impeachment da presidente da República.

Outro grupo descontente com o apoio ao golpe falava na semana passada em “rachar” a OAB. A ideia era criar “Uma Nova Ordem” que representasse todos os advogados, independente de posição política-partidária.

Há diversos tipos de resistências ao golpismo da OAB. No Paraná — e também outros estados –, ocorreu na semana passada um ato de juristas que “fulminou” o juiz Sérgio Moro na contundente “Carta de Curitiba”.

Não é a primeira vez que a OAB apoiou um golpe de Estado. Em 1964, o Conselho referendou a interrupção do mandato do presidente Jango Goulart. Após aquele episódio, o país mergulhou 21 anos numa sanguinária ditadura militar.

A seguir, leia a íntegra do modelo da petição exigindo “plebiscito” na OAB:

“Nome, e qualificação, vem, respeitosamente à presença de V. Exa, em razão das noticias veiculadas na imprensa nacional que a Ordem dos Advogados do

21 de Março de 2016
por esmael
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OAB defende golpe; Igreja luta pelo estado democrático de direito

Segundo consta, 25 advogados foram grampeados ilegalmente pela operação Lava Jato do juiz Sérgio Moro. Esses profissionais têm direito ao sigilo junto a clientes, de acordo com a Lei dos Advogados. Não importa quem são os usuários do serviço jurídico, se bandidos ou mocinhos.

A inviolabilidade da comunicação entre advogado e cliente está prevista no artigo 7º do Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/1994). A cláusula pétrea inserta no artigo 5º, incisos XIII e XIV da Constituição Federal ainda prevê a liberdade e o sigilo da fonte.

Pois bem, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) defende o golpe contra o estado democrático de direito mesmo que para isso seja preciso marchar sobre os próprios profissionais que ela “representa”.

Não é de estranhar, portanto, que a ideia de criar uma “nova ordem” tenha ganhado força este fim de semana. Rachar a OAB significa mudar a Constituição, mas que mal tem mudar um texto que em tempos de golpe é jogado na lata de lixo?

Se a OAB volta a flertar com o golpe contra a democracia, a Igreja Católica lava a alma de parte dos cristãos. O bispo de Crateús, Dom Ailton Menegussi, afirmou neste domingo (20) que a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) não aceitará golpes no país.

A Ordem defendeu a ditadura militar em 1964. Conspirou para derrubar o governo constitucional de Jango Goulart. Agora, novamente, trabalha pela queda do governo democraticamente eleito de Dilma Rousseff.

Profético, o velho Marx dizia que “a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”.

Por que a OAB não fez um plebiscito para saber a opinião dos advogados, aqueles que pagam religiosamente a anuidade? A base da entidade é garantista, legalista, não golpista.

Enquanto a OAB defende o golpe, a Igreja Católica defende o estado democrático de direito para a sorte de almas brasileiras.

20 de Março de 2016
por esmael
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OAB sofre racha após apoio ao golpe; advogados cogitam nova entidade

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) poderá não resistir às fissuras criadas devido o apoio ao golpe contra a democracia. Na sexta-feira (18), o Conselho decidiu defender o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) cujo trâmite cabe ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, réu na Lava Jato.

Na semana passada, advogados já haviam dado “impeachment” na seccional da OAB do Paraná. “A Ordem errou ao apoiar um movimento que tem o deputado Eduardo Cunha como articulador na Câmara”, criticou o advogado André Passos.

A posição golpista do Conselho Federal e da maioria das seccionais gerou protestos de advogados em todo o país, que veem similaridade com 1964 — quando a Ordem também apoiou a ditadura militar até a edição do AI-5, em 13 de dezembro de 1968.

Na próxima terça-feira (22), em Curitiba, juristas realizarão um Ato em Defesa da Democracia. O evento, aberto ao público, será às 19 horas no salão nobre da Faculdade de Direito da UFPR. Possivelmente se avance na discussão sobre “Uma Nova Ordem”, ou seja, criação de uma nova autarquia que represente todos os advogados brasileiros.

O advogado e professor Tarso Violin Cabral, de Curitiba, por exemplo, afirma que a indignação da OAB é seletiva porque a entidade não pediu o impeachment do governador Beto Richa (PSDB).

“O governador tucano cometeu irregularidades muito mais gravosas no âmbito financeiro e orçamentário e nunca a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) seccional Paraná pediu o Impeachment do governador, apenas com questionamentos mais dóceis”, comparou.

A seguir, leia sobre o Ato em Defesa da Democracia:

Os Juristas pela Democracia convidam para o Ato em Defesa da Democracia, que ocorrerá no dia 22, terça-feira, às 19h, no Salão Nobre da Faculdade de Direito da UFPR.

Na oportunidade serão defendidos os fundamentos da República Federativa e do Estado de Direito, o Sistema de Justiça e a necessidade de garantia dos Direitos Fundamentais da Constituição Federal de 1988. Ao final será lida a Carta de Curitiba e aberta para adesão.

O evento é aberto ao público e contará com a presença e o apoio de Domingos Dresch da Silveira (Procurador da República e Professor), Marcelo Lavenére Machado (ex-Presidente da OAB Nacional), Carlos Frederico Marés de Souza Filho (ex-Procurador Geral do Estado e Professor), Manoel Caetano Ferreira Filho (Advogado e Professor), Priscilla Placha Sá (Advogada e Professora), José Antônio Peres Gediel (Procurador do Estado e Professor), Adriano Zocche (Juiz de Direito/MG), Lívia Martins Salomão Brodbeck (Defensora Pública), Cláudio Antônio Ribeiro (Advogado), Melina Fachin (Advogada e Professora), Jacinto Miranda Coutinho (Advogado e Professor), Márcio Berclaz (Promotor de Justiça), Nicholas Moura e Silva (Defensor Público), Vera Karam de Chueiri (Professora), André Giamberardino (Defensor Público e Professor), Clara Roman Borges (Advogada e Professora), Fernando Redede

25 de dezembro de 2015
por esmael
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Racha tucano divide direita em 2018

do Brasil 247

A unidade sempre foi um objetivo difícil de ser alcançado dentro do PSDB. E mesmo agora, diante das fragilidades do atual governo e da perda de apoio do PT na sociedade, os tucanos não mudam este quadro. Pelo que sinalizam suas principais lideranças, essa fragmentação tende a ganhar contornos mais sérios com o lançamento de várias candidaturas em 2018, por diversos partidos em busca do lugar ocupado hoje por Dilma Rousseff. Os senadores Aécio Neves, José Serra e Álvaro Dias e o governador Geraldo Alckmin poderão ser candidatos a presidente na próxima eleição. No quadro que se desenha, Aécio é o único que se manteria no PSDB. Alckmin começa a acenar para o PSB e José Serra deseja abrigo no PMDB, enquanto Álvaro Dias é o mais adiantado neste assunto: ele já anunciou que se filiará ao PV para disputar a presidência. Em se confirmando este cenário, como ficará a direita no Brasil e quem terá mais chances de se tornar o principal adversário de Lula? O ex-presidente caminha para disputar novamente o comando do país, fortalecido numa ampla frente de esquerda.

Desde 2002 que os tucanos não marcham unidos nas eleições presidenciais: Serra, Alckmin e Aécio se alternaram nas disputas contra o PT, sempre levando a pior. E um dos motivos apontados em todos os pleitos foi a falta de empenho da parte de um pelo outro. Mas para 2018, esta divisão pode chegar ao extremo, com os tucanos deixando seus ninhos para se enfrentarem de frente, sem subterfúgios. Os demais partidos acompanham a movimentação de forma atenta. Tanto PSB quanto PMDB desejam lançar candidatura própria a presidente, mas não possuem nomes nacionais ou candidatos naturais entre seus filiados para concretizar tal intento. No caso do PSB, o diretório paulista comanda hoje a legenda e é muito próximo de Alckmin, tanto que o vice-governador do Estado, Márcio França, da sigla socialista, é o maior entusiasta desta possibilidade. Já o PMDB, extremamente tocado pela operação Lava Jato, pode ter em Serra um nome nacional para se lançar à disputa.

O PSB aposta no acirramento da disputa interna no PSDB entre Alckmin e Aécio e já se prepara para receber o governador paulista. O assunto já foi tema inclusive de reuniões da Executiva da legenda. A ideia é trabalhar com o surgimento de “um novo Alckmin”, que foi contra o acordo da bancada tucana na Câmara com Eduardo Cunha e um dos últimos do PSDB a embarcar na tese do impeachment de Dilma (leia aqui). Em publicação desta sexta-feira (25), o jornalista

5 de julho de 2015
por esmael
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Reeleito no PSDB, Aécio pede ‘unidade e coragem’ ao partido

do Brasil 247
aecio_psdbO PSDB realizou neste domingo, 5, convenção nacional que reconduziu, com 99,35% dos votos o senador Aécio Neves à presidência do partido por mais dois anos. Esforçando-se para demonstrar unidade e adiar a disputa interna por 2018, ele chegou à convenção ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Houve disputa de claques. Parte dos militantes gritava “Aécio” e “Minas”, enquanto outros tucanos gritavam “Geraldo presidente” e “São Paulo”, deixando clara a divisão existente no partido quanto ao seu futuro candidato.

Ao contrário do que ocorreu em 2013, quando assumiu pela primeira vez o comando do partido já em clima de pré-campanha presidencial, Aécio não é mais um nome de consenso para a disputa de 2018. Aécio é apresentado pela maioria dos diretórios como candidato natural à presidência em 2018. Mas, na eleição do diretório estadual do São Paulo, em meados de junho, o nome do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin foi lançado.

19 de Maio de 2015
por esmael
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Contrariando Richa, PSC anuncia apoio a reajuste de 8,17% para servidores

richa_app_greveO deputado Hussein Bakri, líder do PSC, a maior bancada na Assembleia, anunciou esta tarde apoio à reivindicação de 8,17% dos servidores públicos em greve. Leia mais

15 de outubro de 2014
por esmael
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Fundador amplia racha na Rede Sustentabilidade ao declarar apoio a Dilma; assista ao vídeo

Edson Luiz Teixeira, um dos fundadores da Rede Sustentabilidade no Paraná, em vídeo, conta sua decepção com Marina Silva e declara seu voto em Dilma. Leia mais

26 de Março de 2014
por esmael
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Em nota, governo Fruet jura que não há mal-estar com vice-prefeita do PT

Em nota, Ricardo Mac Donald, capitão do time de Gustavo Fruet, jurou que não desavença entre o prefeito e a vice Mirian Gonçalves; segundo o secretário Municipal de Governo, a semana que passou foi difícil em virtude de greves, mas que seguirão juntos na gestão e no esforço de eleger a senadora petista Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná; leia o comunicado.

Em nota, Ricardo Mac Donald, capitão do time de Gustavo Fruet, jurou que não desavença entre o prefeito e a vice Mirian Gonçalves; segundo o secretário Municipal de Governo, a semana que passou foi difícil em virtude de greves, mas que seguirão juntos na gestão e no esforço de eleger a senadora petista Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná; leia o comunicado.

O secretário Municipal de Governo de Curitiba, Ricardo Mac Donald, em nota, nesta quarta (26), negou veementemente que haja desencontros entre o prefeito Gustavo Fruet (PDT) e sua vice Mirian Gonçalves (PT). Leia mais

19 de Março de 2014
por esmael
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Fracassa “política do cafezinho”. APP-Sindicato agora cogita greve por tempo indeterminado, diz deputado

Deputado Professor Lemos, em discurso na Assembleia Legislativa, nesta quarta (19), anunciou o fim da "política do cafezinho" ao relatar fracasso nas negociações com o governo Richa; Marlei Fernandes, presidenta da APP-Sindicato, também hoje à  tarde, reconheceu que não houve avanço significativo em nenhuma pauta; educadores poderão entrar em greve por tempo indeterminado a partir da assembleia da categoria no próximo dia 29 de março;  ontem à  tarde, o blog mostrou com exclusividade que quatro chapas expõem divergências com a

Deputado Professor Lemos, em discurso na Assembleia Legislativa, nesta quarta (19), anunciou o fim da “política do cafezinho” ao relatar fracasso nas negociações com o governo Richa; Marlei Fernandes, presidenta da APP-Sindicato, também hoje à  tarde, reconheceu que não houve avanço significativo em nenhuma pauta; educadores poderão entrar em greve por tempo indeterminado a partir da assembleia da categoria no próximo dia 29 de março; ontem à  tarde, o blog mostrou com exclusividade que quatro chapas expõem divergências com a “política do cafezinho” da diretoria da APP-Sindicato!.

O deputado estadual Professor Lemos (PT), na Assembleia Legislativa do Paraná, fez hoje à  tarde um duro pronunciamento após a marcha dos professores até o Palácio Iguaçu. O parlamentar lamentou que as negociações com o governo Beto Richa (PSDB) não tenham avançado em nada. Leia mais

17 de dezembro de 2013
por admin
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Racha no PT de Curitiba ameaça campanha de Gleisi Hoffmann

A confusão foi grande na primeira reunião do recém-eleito diretório municipal do Partido dos Trabalhadores de Curitiba. O encontro de ontem à  noite, que aconteceu na sede estadual da agremiação, tinha como objetivo escolher os membros da executiva municipal. Mas o desfecho foi bem diferente. Os petistas da capital racharam mais ainda, o que pode comprometer a campanha da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, na corrida pelo governo do Paraná.

Natalino Bastos, presidente eleito da sigla, homem de confiança do vereador Pedro Paulo e do deputado federal André Vargas, foi colocado à  prova e não conseguiu construir um acordo político capaz de acomodar os interesses dos agrupamentos que atuam no PT curitibano.

Parte dos membros do diretório das tendências internas Construindo Um Novo Brasil (CNB), ligada ao deputado federal à‚ngelo Vanhoni e a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e a Democracia Socialista (DS), do deputado federal Dr. Rosinha, abandonaram a reunião por entenderem que o método aprovado pelo plenário na escolha da executiva não seguia a tradição adotada historicamente pelo partido: o princípio da proporcionalidade direta.

No Processo de Eleições Diretas (PED) do último dia 10 de novembro, a chapa sem cabeça O Partido que Muda o Brasil e Curitiba! obteve a maioria de votos, tendo assim conquistado, segundo a tradição petista, a prerrogativa de fazer as primeiras indicações dos cargos considerados estratégicos no partido. Entretanto, reclamam os petistas preteridos, a nova maioria circunstancial composta por parte da CNB de Pedro Paulo, André Vargas e da vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves, além das tendências O Trabalho, Militância Socialista e Articulação de Esquerda, bancaram no pleno do diretório votar quem dentre os membros deveriam ocupar os postos de direção executiva!.

De acordo com o estatuto do partido, dizem os petistas que abandonaram a reunião, a escolha da executiva é feita pelo pleno do diretório, mas tem tido ao logo dos anos um caráter mais homologatório, uma vez que são priorizados acordos políticos para as indicações.

O diretório nacional do partido, por sua vez, orienta a adoção do critério da proporcionalidade direta onde não forem possíveis acordos de composição.

O grupo que constitui hoje a maioria no partido prosseguiu com a votação dos membros da executiva apesar da saída da reunião daqueles que não concordaram com o método de escolha. A ala que se sentiu prejudicada prometeu ainda, em documento lido durante a reunião, recorrer aos diretórios estadual e nacional para a anulação da eleição de ontem.

De fato, tal situação de desacordo abre um processo de guerra interna no partido. Para alguns, o que está em jogo nessa disputa pela direção do PT é a eleição de 2016. A vice-prefeita Mirian, uma das patrocinadoras de Natalino, sonha em manter-se na vice do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), ou até mesmo em concorrer como candidata do partido à  sucessão do pedetista nas próximas eleições municipais! !“ dizem os petistas defenestrados do diretório municipal.

10 de outubro de 2013
por esmael
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Rumo ao racha, PSB contra-ataca Marina: candidato em 2014 é Campos

do Brasil 247 Após a repercussão negativa da série de declarações de Marina Silva sobre o futuro do PSB nas eleições de 2014, em detrimento ao projeto de Eduardo Campos, o partido reagiu publicamente em defesa do governador de Pernambuco. Em entrevista à  Folha, a ex-senadora recém-filiada ao partido disse que tanto ela quanto Campos são “possibilidades” para a disputa.

“Não tem isso de discutir lá na frente posição na chapa. A candidatura posta é a de Eduardo e ela vai até o dia da eleição. A cabeça de chapa se chama Eduardo Henrique Accioly Campos e esse será o nome na urna no dia da eleição”, afirmou o secretário-geral do PSB, Carlos Siqueira, segundo reportagem da Folha.

O senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) também negou a possibilidade de que o governador possa vir a ceder a vaga a Marina, a depender das circunstâncias.

“Os que apostarem em uma disputa entre Eduardo e Marina vão perder. Não tenho nenhuma dúvida de que a Marina fez opção pela candidatura do Eduardo, e essa candidatura vai até o fim.”

Só nesta quarta-feira, Marina estampo a capa de três jornais com mensagens negativas à  imagem de Eduardo Campos.

Na Folha, Marina se colocou como candidata à  presidência, negando o que havia dito no próprio sábado, quando o pacto Rede-PSB foi anunciado. No Globo, contestou alianças pragmáticas de Campos e disse que “não há lugar para inimigos históricos” em seu partido, referindo-se a Ronaldo Caiado, (DEM-GO) como se o PSB já fosse dela.

No Estado de S. Paulo, mais grave ainda, confirmou ter dito que seu movimento visava combater o “chavismo” do PT. “Quando me referi à  ideia do chavismo foi no espaço do comportamento político, de que não possa prosperar outra força política”, disse ela.

O falatório, além de constranger o partido, também já causou rachas em alianças. O DEM de Ronaldo Caiado retirou o apoio a Eduardo Campos em 2014. O líder do Democratas na Câmara dos Deputados rebateu através de nota os ataques a ele perpetrados. à‰ preocupante que alguém que postula a Presidência da República seja intolerante e hostil exatamente ao setor mais produtivo da economia, responsável por 23% do PIB e por mais de um terço dos empregos formais do país!, disse Caiado, ao sugerir que a crítica direcionada a ele reflete o preconceito! da líder da Rede Sustentabilidade com os produtores rurais brasileiros.