6 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Fachin manda Habeas Corpus de Lula baseado na suspeição de Moro para 2a Turma do STF

Fachin manda Habeas Corpus de Lula baseado na suspeição de Moro para 2a Turma do STF

O ministro Luiz Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal mandou o novo pedido de habeas corpus de Lula para julgamento na 2a Turma da corte. ... 

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6 de setembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Contrariando seu voto no TSE, Fachin nega candidatura a Lula

Contrariando seu voto no TSE, Fachin nega candidatura a Lula

O ministro Luiz Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal negou nesta madrugada (6) o pedido para liberar a candidatura de Lula. Com a decisão, Fachin contrariou o próprio voto proferido no Tribunal Superior Eleitoral semana passada. ... 

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5 de setembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Lula recorre novamente ao STF pelo direito de ser candidato

Lula recorre novamente ao STF pelo direito de ser candidato

A defesa do ex-presidente Lula protocolou um novo recurso no Supremo Tribunal Federal tentando garantir o direito de disputar as eleições de outubro. Na distribuição por sorteio, a petição ajuizada nesta quarta-feira (5) foi para o decano do STF, Celso de Mello. ... 

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2 de agosto de 2018
por editor
Comentários desativados em Inquérito contra Jandira Feghali é arquivado por falta de provas

Inquérito contra Jandira Feghali é arquivado por falta de provas

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, arquivou o inquérito que investigava a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Para Fachin, restou um “incontestável vazio investigatório”, ou seja, não há provas. ... 

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17 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Fachin votou com Cunha, pelo impeachment de Dilma

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (16), manteve a votação secreta de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Câmara, que criou a comissão especial do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

O magistrado argumentou que “não há ofensa à Constituição no fato de regimento da Câmara propiciar votação secreta”, mas ressaltou que a decisão da comissão especial deverá ter votação aberta no plenário.

Em 25 de novembro, o mesmo Fachin mandou que o Senado realizasse votação aberta acerca da continuidade ou não da prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), então líder do governo, acusado de atrapalhar investigações da Lava Jato.

Fachin foi indicado pelo STF graças ao empenho dos senadores paranaenses Alvaro Dias (PSDB) e Roberto Requião (PMDB). Coube a Dilma apresentar o nome do novo ministro ao Senado.

Depois de nomeado para o cargo, o ministro foi sorteado para julgar o caso do conselheiro Maurício Requião, irmão do senador Requião, que foi afastado em 2008 do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE). Fachin se declarou impedido.

O diabo é que se o ministro se declara impedido de julgar questões que envolvem “amigos”, também deveria fazê-lo nas matérias que envolvem “inimigos”. Por questão de coerência, o ministro Fachin não poderia votar nem favorável nem contra – muito pelo contrário — em todas as demandas que cheguem às suas mãos no STF.

A impressão que fica é que o ministro Edson Fachin se esforça para provar à burguesia que não é vermelho. Quer esconder o passado. Parece até que foi cooptado pela velha mídia e pela desgraça da vaidade, aquela puta velha que se traduz em homenagens e títulos em castelos onde se tramam os golpes.

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12 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Richa aparece no Senado, após fugir de audiência pública sobre massacre

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A maioria dos senadores ironizou nesta terça-feira (12), em Brasília, a presença do governador Beto Richa (PSDB) e grande comitiva no Senado da República — a mesma Casa da qual o tucano fugiu, como o diabo foge da cruz, na última quarta-feira (6) durante audiência pública sobre o massacre dos professores paranaenses no final de abril.

Hoje pela manhã, o governador do PSDB acompanhou sabatina do jurista Luiz Edson Fachin, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, e esteve como presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cuja agenda foi articulada pelo ex-deputado Tony Garcia. Leia mais