26 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
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TRF4 rejeita apreensão do passaporte de Lula

O desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF4, rejeitou nesta sexta (26) a apreensão do passaporte do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. ... 

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1 de março de 2016
por admin
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Coluna do Enio Verri: 36 anos do PT, um partido que não foge à luta

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Enio Verri*

Contra aqueles que torcem pelo fim do Partido dos Trabalhadores, o PT completa 36 anos, de muita história, conquistas e avanços para todos os brasileiros. Uma vida repleta de lutas e batalhas contra o conservadorismo e as injustiças sociais que permeiam o Brasil desde sua colonização.

Fundado em 1980 e formado pela representação ampla de diferentes forças e setores sociais da sociedade – sindicatos, movimentos populares, intelectuais, etc –, a agremiação sempre será reconhecida pela sua importância e centralidade nos avanços sociais, fim da miséria e protagonismo brasileiro pelo mundo, mesmo contra a tentativa de criminalização.

Convivendo desde a sua origem com perseguições ideológicas, pessoais e acusações arbitrárias, o partido, que novamente sofre com o ódio seletivo, se renova e amplia seus quadros, reconhecendo as políticas de inclusão e desenvolvimento social que concederam dignidade a milhares de brasileiros e brasileiras.

Trata-se do partido, que ao lado de movimentos sociais, lutou pela redemocratização, igualdade e direito ao voto, tornando-se voz ativa no combate as injustiças em todas as esferas no País. Uma agremiação marcada pela sua contribuição intelectual e de mobilização popular.

Que mesmo sob críticas e preconceitos de grandes empresas midiáticas, mantêm-se combativo e protagonista nas principais conquistas dos trabalhadores, mulheres, minorias raciais e sexuais, do pequeno empreendedor e da agricultura familiar, dos jovens e idosos, entre tantos outros beneficiados p Leia mais

2 de novembro de 2015
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: O direito de comer pode ser negociado para “recuperar” a economia?

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Gleisi Hoffmann*

Não é de hoje que o programa Bolsa Família sofre ataques. Quando foi lançado dizia-se que era o bolsa esmola e incentivo para a vagabundagem; as críticas mais à esquerda diziam que era paternalismo, programa compensatório.

No auge do governo Lula, quando ele tinha quase 90% de popularidade, o Bolsa Família foi politicamente disputado a tapas. O PSDB jurava que a iniciativa era sua, da gestão FHC, que tinha iniciado o projeto piloto. Os radicais de esquerda começaram a defendê-lo como um grande feito social, que minimamente combatia a desigualdade.

Agora, com as necessidades de ajustes ao orçamento, o programa sofre novos ataques. Desta feita, o relator geral do Orçamento da União, deputado Ricardo Barros, do PP do nosso Estado, propõe cortar R$ 10 bilhões do programa com a desculpa de equilíbrio fiscal e de que “todos” têm de dar sua contribuição. Mas o relator não propõe cortar as emendas parlamentares, ou o Fundo Partidário. Muito pelo contrário, neste caso ele propõe aumento.

Setores mais conservadores, inclusive do nosso Paraná, aplaudem a iniciativa. Ato contínuo, o governador Beto Richa, que nunca tem posicionamento firme e convicto sobre qualquer assunto, anunciou que cortaria pela metade o Programa Família Paranaense, ação da qual se gabava por complementar o Bolsa Família no Estado em “expressivos” R$ 10,00.  Vamos lembrar que este “programa” do Paraná foi uma das vitrines de sua campanha à reeleição! Será que mantém o intento ou recua, por medo de pressão, como fez no caso de fechamento de escolas?

Descompromisso do governo paranaense à parte, o fato é que o Bolsa Família, um dos programas mais bem sucedidos no mundo para o enfrentamento à pobreza no curto prazo, está na mira daqueles que nunca passaram necessidade na vida, que acham que o direito a comer pode ser negociado para recuperar a economia!

O Brasil só saiu do mapa da miséria e da fome, e pela primeira vez forma uma geração sem fome no Brasil, porque um homem pobre, sofrido pela fome, operário metalúrgico, assumiu o comando do país. Só quem sentiu a dor da fome, como Lula, tem sensibilidade para garantir um programa de renda mínima, que assegure ao menos três refeições ao dia. Isso é o mínimo que um desenvolvimento econômico decente pode pretender.

Só no Paraná, um Estado considerado com boa renda percapita, se o Bolsa Família sofrer este corte, 1.078.611 pessoas deixarão de ser beneficiadas. 223.418 pessoas entrarão na pobreza extrema e, dessas, 114.487 Leia mais

7 de junho de 2015
por Esmael Morais
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‘Lula é o maior lutador contra a fome no mundo’, diz norte-americano

do Brasil 247
O ex-presidente Lula foi qualificado como “o maior e mais apaixonado lutador contra a fome no mundo” pelo norte-americano Kenneth M. Quinn, que foi embaixador dos EUA e trabalhou durante 32 anos no Departamento de Estado americano.

Quinn hoje preside a World Food Prize Foundation, instituição cujo trabalho é premiar os indivíduos que contribuíram significativamente para o combate à fome no planeta. Na Itália, Lula teve atuação destacada na 39º Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma.

Leia, abaixo, reportagem publicada pelo Instituto Lula:

Lula abre conferência da FAO e diz que fim da fome é essencial para a construção da paz

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu neste sábado a 39º Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, que reelegeu como diretor-geral da entidade o brasileiro José Graziano. A fala de abertura é conhecida desde 1958 como Conferência McDougall e foi instituída em homenagem a Frank L. McDougall, um dos fundadores da organização. Também participaram da cerimônia o presidente da Itália, Sergio Mattarella, a presidente do Chile Michelle Bachelet, o presidente do Mali, Ibrahim Keita, além de representantes dos 194 países membros da entidade.

Em seu discurso, o ex-presidente citou outro brasileiro que colaborou com a FAO, o médico Josué de Castro, que estudou o problema da fome no mundo, e que cunhou a frase “fome e guerra são, na realidade, criações humanas”.

Lula lembrou que 12 anos atrás havia 11 milhões de famílias na extrema pobreza no Brasil. E falou dos avanços feitos no combate à fome e miséria desde 2003, quando foi assumida essa luta como prioridade de governo. “Estamos vendo crescer a primeira geração de brasileiros que não conheceram o drama da fome”. E que o exemplo brasileiro mostra que “é possível superar a fome”. Para isso é necessário incluir os pobres no orçamento público, e não tratá-los como estatística, mas como seres humanos.

O ex-presidente citou a reunião, promovida pela FAO, Instituto Lula e União Africana em Adis Abeba (Etiópia), em 2013, quando foi assumido o compromisso de erradicar a fome na África até 2015. Leia mais