5 de julho de 2015
por esmael
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Grécia diz “NÃO” ao ajuste fiscal imposto pelo FMI e União Europeia

Oxi_Grecia_TsiprasCerca de 60% dos gregos disseram neste domingo (5) “NÃO” ao ajuste fiscal imposto pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e União Europeia (UE). O resultado do plebiscito convocado há dez dias representa uma vitória do primeiro-ministro Alexis Tsipras. Leia mais

3 de novembro de 2013
por esmael
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Espionagem: Aliada ao Brasil, Alemanha pode dar asilo a Snowden

do Brasil 247
A revista alemã Der Spiegel foi a publicação escolhida por Edward Snowden, técnico da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos, a NSA, para publicar um manifesto onde afirma algo incontestável: dizer a verdade não pode ser considerado um crime (leia mais aqui).

No entanto, mais do que simplesmente publicar o texto de Snowden, enviado à  revista de forma criptografada, a Spiegel tomou uma posição editorial: defendeu, na capa, que a chanceler alemã Angela Merkel conceda o asilo diplomático a ele. Embora já tenha obtido esse benefício da Rússia, Snowden se adaptaria melhor à  Alemanha. Além disso, sua presença no país ajudaria a desvendar os segredos da espionagem norte-americana.

Caso Merkel tome essa decisão, ela poderá fazer por Snowden algo que esteve diante também do Brasil. Em julho deste ano, quando vieram à  tona as primeiras informações sobre a espionagem americana sobre o governo Dilma, alguns senadores defenderam que o Brasil lhe desse asilo diplomático.

“A reação mais lógica e mais séria em relação a essa história da espionagem americana seria imediatamente conceder asilo ao Snowden. E nós teríamos condição de saber, nós e o mundo, com mais seriedade e transparência, o que realmente significou a espionagem. O Snowden é um herói dos Estados Unidos. Amanhã ou depois, a história vai se lembrar do Snowden, e não do Obama, que foi quem acabou sendo responsável pela espionagem na internet no mundo inteiro. à‰ uma vergonha que alguns países latino-americanos tenham oferecido, e nós fiquemos enrolando esse assunto”, disse o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

No manifesto publicado neste fim de semana, Snowden alega ter prestado um serviço a vários países. “Em vez de causar danos, a informação que trouxe a público é útil, e isso está claro agora, porque reformas e leis estão sendo sugeridas”, escreveu ele. “Os cidadãos têm o direito de lutar contra a supressão de informações que lhe são essenciais. Aqueles que falam a verdade não estão cometendo nenhum crime.”

Até agora, já se sabe que, além do Brasil, México, Espanha, França e Alemanha também foram espionados. No caso alemão, foi mais grave, porque as interceptações atingiram o celular de Angela Merkel e o próprio secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmou que a espionagem foi “longe demais”.

No entanto, isso não significa que os Estados Unidos estejam dispostos a perdoar Snowden. Neste domingo, Dan Pfeiffer, conselheiro da Casa Branca, declarou à  Associated Press que Snowden terá que retornar aos Estados Unidos para responder por crimes de traição e vazamento de informação confidencial.

Unidos por terem sido alvos da espionagem, as presidentes Dilma Rousseff e Angela Merkel apresentarão uma resolução conjunta à s Nações Unidas em defesa da privacidade dos governos e dos cidadãos.

26 de outubro de 2013
por esmael
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Espionados, Brasil e Alemanha se unem por resolução para a internet

NAà‡à•ES UNIDAS, 26 Out (Reuters) – Brasil e Alemanha estão preparando uma resolução para a Assembleia-Geral da ONU que vai exigir o fim da espionagem excessiva e da invasão de privacidade, depois que um ex-prestador de serviços da agência de inteligência dos Estados Unidas revelou grandes programas de vigilância internacionais, disseram diplomatas da ONU na sexta-feira.

A presidente Dilma Rousseff e a chanceler alemã, Angela Merkel, condenaram a espionagem generalizada feita pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos EUA.

Acusações de que a NSA acessou dezenas de milhares de registros telefônicos franceses e monitorou o celular de Merkel têm causado indignação na Europa. A Alemanha disse na sexta-feira que vai enviar seus chefes de inteligência para Washington na próxima semana para buscar explicações da Casa Branca.

Em resposta à s divulgações sobre a espionagem dos EUA, muitos delas vindas do ex-técnico da NSA Edward Snowden, as delegações de Brasil e Alemanha na ONU começaram a trabalhar em um projeto de resolução para ser submetido à  Assembleia-Geral, de 193 países, afirmaram vários diplomatas da ONU à  Reuters.

“Esta resolução provavelmente terá um enorme apoio na AG (Assembleia-Geral), uma vez que ninguém gosta que a NSA os espione”, declarou um diplomata ocidental da ONU, sob condição de anonimato.

Resoluções da Assembleia-Geral não são vinculantes, ao contrário de resoluções do Conselho de Segurança, de 15 nações. Mas as resoluções da Assembleia que conseguem um amplo apoio internacional podem ganhar peso moral e político significativo.

Merkel pediu na quinta-feira que Washington faça um acordo de “não-espionagem” com Berlim e Paris até o final do ano, acrescentando que queria ação do presidente Barack Obama, não apenas pedidos de desculpas.

No mês passado, Dilma usou sua posição como primeira líder mundial a discursar na reunião anual da Assembleia-Geral para acusar os Estados Unidos de violar os dire