A dramaticidade do apagão em SP não poderia ser mais evidente do que durante a sessão da CPI da Enel, nesta terça-feira (14/11).
A energia caiu abruptamente, interrompendo o processo de inquirição ao presidente da empresa em São Paulo, Max Xavier Lins.
Esse incidente, além de simbolizar a gravidade da situação, destaca a necessidade de um exame minucioso da infraestrutura elétrica e possível cassação da concessão.
De acordo com os deputados, dois apagões adicionais foram registrados na segunda-feira (13/11), pouco antes do Congresso de Comissões.
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Em resposta, a Enel emitiu uma nota, afirmando que tais eventos foram atípicos e apresentou sua versão dos fatos.
Essa troca de informações entre a empresa e os representantes públicos adiciona complexidade à investigação.
Após o extenso apagão no início de novembro, que durou uma semana, a CPI tomou a decisão de convocar os executivos da Enel para prestar depoimentos.
A CPI na Alesp convocou o presidente da Enel para depor hoje.
No entanto, ele enfrenta o dilema de exercer o direito de ficar calado para não produzir provas contra si mesmo.
Esse aspecto legal agrega uma camada adicional de complexidade à situação, destacando a delicadeza do processo.
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Jornalista e Advogado. Especialista em política nacional e bastidores do poder. Desde 2009 é autor do Blog do Esmael.




