17 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Indústria da multa e ‘vias calmas’ puxam críticas a Fruet na internet

radar_fruetO prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), virou alvo de críticas nas redes sociais.

Nesta terça-feira (17), por exemplo, circula “meme” com uma foto do pedetista com a inscrição “Olá curitibano. Como posso atrapalhar a sua vida hoje?” (sic).

A bronca dos moradores da capital com Fruet tem a ver com a implantação das ‘vias calmas’, locais em que a velocidade máxima foi reduzida para 40 km/h.

Além da redução do limite da velocidade, o prefeito instalou dezenas de novos radares fixos e opera outros móveis, verdadeiros caça-níqueis.

Detalhe da indústria da multa gustavista: esses equipamentos operam sem contrato, via Consilux — aquela empresa das propinas no Fantástico. Leia mais

8 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Justiça condena à  prisão outro coordenador de campanha de Richa

O governador Beto Richa (PSDB) sofreu mais uma importante baixa na coordenação de sua campanha à  reeleição. O Blog do Esmael teve acesso nesta sexta-feira (8) ao acórdão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) que condena a dois anos de prisão o prefeito de Terra Rica, Devalmir Molina Gonçalves, o Mi Molina, por fraude em licitações que beneficiou uma emissora de rádio.

Integrantes da Segunda Câmara Criminal do TJPR, por unanimidade, seguiram o relatório do desembargador Laertes Ferreira Gomes. No entanto, o coordenador da campanha de Richa poderá cumprir a pena de dois anos em regime aberto. A pena não restringe o exercício do mandato e os direitos políticos.

Mi Molina é coordenador da campanha do candidato do PSDB na região da Amunpar (Associação dos Municípios do Noroeste Paranaense), no entorno de Paranavaí. O condenado é filiado no PSL, partido que compõe oficialmente a coligação do governador tucano.

Na quarta-feira (6), o prefeito Adir dos Santos Leite (PSDB), de São Jerônimo da Serra, região Norte do estado, também coordenador da campanha de Richa, foi preso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Ele é investigado por peculato, corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro, fraude a licitação e organização criminosa.

Abaixo, leia a íntegra do acórdão do TJPR:

http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2014/08/condencao_mimo.pdf

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