10 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Requião a Veja e Folha: “Filhos da puta”

Requião afirmou que a mídia canalha distorce o projeto dos cartões de crédito e cria notícia idiota sobre cavalos que nunca teve. "FDPs.", abreviatura de "filhos da puta", classificou. Jornalões da velha mídia tentam carimbar o candidato do PMDB ao governo do Paraná como sendo "perdulário", que deu comida a 88 cavalos durante sua estada na Granja Canguiri, residência de campo do governo Paraná. Requião garante que os animais só comiam capim e que eram utilizados na patrulha da Polícia Militar.

Requião afirmou que a mídia canalha distorce o projeto dos cartões de crédito e cria notícia idiota sobre cavalos que nunca teve. “FDPs.”, abreviatura de “filhos da puta”, classificou. Jornalões da velha mídia tentam carimbar o candidato do PMDB ao governo do Paraná como sendo “perdulário”, que deu comida a 88 cavalos durante sua estada na Granja Canguiri, residência de campo do governo Paraná. Requião garante que os animais só comiam capim e que eram utilizados na patrulha da Polícia Militar.

O senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao governo do Paraná, neste domingo (10), perdeu a paciência com o jornal Folha de S. Paulo e a revista Veja. Pelo Twitter, ele disse que bateu no “trambique” dos cartões de crédito e propôs o direito de resposta automático contra a mídia que difama. “São uns merdas, ganharemos a parada”, escreveu no microblog. ... 

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6 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Pagamento à  vista no comércio poderá ter desconto

via Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (6), o projeto de decreto legislativo (PDS) 31/2013 susta efeitos da Resolução 34/1989, do Conselho Nacional de Defesa do Consumidor, que proibia ao comerciante estabelecer diferença de preço de venda quando o pagamento ocorresse por meio de cartão de crédito. Com a medida aprovada, o comerciante poderá voltar a estabelecer preços diferentes para o mesmo produto, no caso de o pagamento ser feito à  vista ou no cartão. De autoria do senador Roberto Requião (PMDB-PR), o projeto tramitava em regime de urgência, já tendo sido aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) em abril de 2014.

A proibição do desconto, incorporando o preço do cartão a todos os custos do país, foi feita de forma ilegal. Quem pode decidir uma questão dessa ordem é o Congresso Nacional.! Disse Requião, que acusou parlamentares contrários à  proposta “de servir ao deus Mamon”, ou ao dinheiro, conforme a advertência de Cristo no Sermão do Monte.

Requião e Lídice argumentaram que o Conselho Nacional de Defesa do Consumidor não tem competência para instituir normas que criem obrigações a particulares. Com a resolução, sublinharam os parlamentares, o órgão exerceu poder normativo inexistente, ao proibir a cobrança de preços diferentes por parte dos fornecedores na hipótese de pagamento por meio de cartão de crédito. A relatora disse ainda que a resolução viola direitos individuais ao estabelecer, sem base em qualquer fundamento jurídico válido, restrição à  atividade econômica.

Parlamentares como Romero Jucá (PMDB-RR) e Ana Amélia (PP-RS) defenderam o adiamento da votação do PDS, com requerimentos prevendo a análise do projeto também pelas comissões de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e de Assuntos Econômicos (CAE).

Segundo Ana Amélia, entidades como o Idec e a Proteste têm dúvi Leia mais