18 de janeiro de 2018
por esmael
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Após ato falho, Kassab se encontrará com Ratinho Junior no Paraná

O ministro das Comunicações e mandachuva nacional do PSD, Gilberto Kassab, cometeu ato falho ontem (17) ao informar a coluna Radar, na Veja, que o deputado Ratinho Junior, do Paraná, não estaria entre as quatro prioridades do partido na eleição de governos estaduais. Kassab elencou apenas Bahia, Amazonas, Rio Grande do Norte e Santa Catarina. Pois bem, o ministro se encontrará nesta sexta-feira (19) com Junior, filho do apresentador Ratinho do SBT, para se explicar. Leia mais

28 de setembro de 2015
por esmael
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Richa prepara nova guerra contra Dilma; alvo é a Saúde

richa_tenda_dilmaO governador Beto Richa (PSDB), com 80% de reprovação nas pesquisas, busca uma bandeira para tentar se reerguer politicamente. Ele escolheu a presidenta Dilma Rousseff (PT), que tem praticamente os mesmos índices de rejeição, como alvo de seu ódio ideológico, seletivo, e oportunismo covarde.

O tucano já fizera do ódio sua principal plataforma de reeleição nas eleições de 2014. Quem não se lembra daquela ladainha de “perseguição” do governo federal repetidas inúmeras vezes no rádio e na TV? Pois é, Richa voltará a carga na mesma toada, mas agora contra a Saúde.

O governo do estado reuniu prefeitos, deputados, secretários e militantes da “Tenda Digital” para preparar um movimento contra o governo Dilma. O encontro ocorreu no Canal da Música, local contiguo à TV Educativa — que é presidida pelo tucano Sérgio Kobayashi, coordenador dos cibercomissionados.

O Blog do Esmael ouviu o Ministério da Saúde, que assegurou que os repasses de recursos ao estado do Paraná estão regulares. Nos últimos três anos, segundo o órgão, foram repassados R$ 3 bilhões à administração Beto Richa, um crescimento de 5% entre 2012 e 2014.

A seguir, leia a íntegra do comunicado do Ministério da Saúde:

22 de setembro de 2015
por esmael
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“Meio prefeito” que fecha a prefeitura não merece ser reeleito

marcel_betoO presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e prefeito de Assis Chateaubriand, Marcel Micheleto (PSDB), declarou apoio às medidas que cortam R$ 400 milhões das prefeituras paranaenses. Isto mesmo! O gajo anunciou ser favorável ao “pacote de maldades 3” do governador Beto Richa (PSDB).

Para Micheleto, política também é “esquizofrenia” pois orientou dezenas de prefeituras a cerrarem as portas ontem (21) em protesto contra diminuição repasses de recursos pelo governo federal.

19 de setembro de 2015
por esmael
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Prefeito fica ‘peladão’ em protesto contra ‘pacote de maldades’ de Richa

O prefeito Roger Selski (PR), presidente da Associação de Municípios dos Campos Gerais (AMCG), ficou pedalão protesto contra o "pacote de maldades 3" do governador Beto Richa (PSDB); Assembleia Legislativa deverá votar medida que corta R$ 400 milhões dos municípios paranaenses.

O prefeito Roger Selski (PR), presidente da Associação de Municípios dos Campos Gerais (AMCG), ficou pedalão protesto contra o “pacote de maldades 3” do governador Beto Richa (PSDB); Assembleia Legislativa deverá votar medida que corta R$ 400 milhões dos municípios paranaenses.

O prefeito de Ipiranga, Roger Selski (PR), presidente da Associação de Municípios dos Campos Gerais (AMCG), radicalizou no protesto contra o “pacote de maldades 3” do governador Beto Richa (PSDB), que corta R$ 400 milhões das prefeituras paranaenses. Leia mais

16 de setembro de 2015
por esmael
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“Pacote de maldades de Richa tira R$ 400 mi das prefeituras. A associação de municípios ficará de qual lado?”

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O deputado federal João Arruda (PMDB) abriu fogo contra o “corpo mole” que o presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Marcel Micheletto (PSDB), prefeito de Assis Chateaubriand, estaria fazendo ao agir como “pelego” do governador Beto Richa (PSDB) em desfavor dos demais 398 prefeitos paranaenses. Leia mais

12 de agosto de 2014
por esmael
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Presidente da AMP promete processar conselheiro do TCE por denúncias

O presidente da AMP (Associação dos Municípios do Paraná) e prefeito de Nova Olímpia, Luiz Lázaro Sorvos (PDT), vai ingressar com uma ação na Justiça por calúnia e difamação contra o conselheiro Nestor Baptista, do Tribunal de Contas do Estado. Ele acusou o conselheiro de divulgar denúncias na imprensa com o objetivo de desmoralizá-lo e de enfraquecer o projeto dos municípios que moderniza o TCE.

Sorvos e Baptista começaram trocar farpas depois que a AMP iniciou um movimento! para tentar diminuir os poderes, sobretudo as multas, do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Para Sorvos, o órgão é excessivamente formalista! e pune por erros burocráticos!, o que inviabiliza a gestão das cidades e desencoraja prefeitos a disputarem eleições.! 

Em resposta do TCE, o presidente da AMP foi acusado de nomear a esposa para o cargo de controladora interna da Prefeitura, também foi denunciado por irregularidade num processo em que um primo teria vencido licitação de R$ 850 mil para fornecer combustíveis para a prefeitura e, por fim, uma médica pediatra contratada pela prefeitura, seria parente de Sorvos.! 

A AMP elaborou uma proposta e encaminhou à  Assembleia Legislativa pleiteando que o TCE só podesse punir os prefeitos depois que fosse comprovado que as irregularidades foram praticadas por má-fé. Problemas formais, gastos desnecessários ou fora do padrão seriam punidos apenas com multas. Além disso, as administrações municipais passariam a ter um prazo de 30 dias para corrigir as irregularidades, com possibilidade de redução do valor da multa de 10% a 30% do dano para 5%.

Na segunda-feira (11), o presidente da AMP entregou ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni, relatório parcial contendo 145 multas do TCE contra os prefeitos do Paraná, totalizando R$ 1,278 milhão de multas administrativas e cerca de R$ 8 milhões por devoluções. Deste total, 38 multas referem-se a atuais prefeitos. O período considerado foi de julho de 2013 a julho de 2014.

Luiz Sorvos espera que, diante deste relatório, Rossoni coloque o projeto para tramitação e votação o mais rapidamente possível. Aliás, com o trâmite na Casa, certamente o projeto será aperfeiçoado pela sabedoria dos deputados. Não tenho dúvidas que o debate legislativo inerente à  democracia produzirá um texto moderno e qualificado!, disse o preside

31 de julho de 2014
por esmael
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Três ex-presidentes da AMP coordenam campanha de Requião

Ex-prefeitos Gabriel "Gabão" Samaha (Piraquara), Moacyr Fadel (Castro) e Joarez Henrichs (Barracão), ambos os três ex-presidentes da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), coordenam o esforço para o senador Roberto Requião voltar ao Palácio Iguaçu em 2014 e, concomitantemente, trabalham pelo retorno de centenas de ex-colegas à s prefeituras em 2016; na eleição de 2010, o trio trabalhou pela eleição do atual governador Beto Richa (PSDB); eles dizem que agora estão com o peemedebista porque o tucano "quebrou o Paraná" em pouco mais de três anos de gestão.

Ex-prefeitos Gabriel “Gabão” Samaha (Piraquara), Moacyr Fadel (Castro) e Joarez Henrichs (Barracão), ambos os três ex-presidentes da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), coordenam o esforço para o senador Roberto Requião voltar ao Palácio Iguaçu em 2014 e, concomitantemente, trabalham pelo retorno de centenas de ex-colegas à s prefeituras em 2016; na eleição de 2010, o trio trabalhou pela eleição do atual governador Beto Richa (PSDB); eles dizem que agora estão com o peemedebista porque o tucano “quebrou o Paraná” em pouco mais de três anos de gestão.

O senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao tetra mandato de governador do Paraná, nesta campanha, conta com a ajuda de três ex-presidentes da Associação dos Municípios do Paraná (AMP). Leia mais

30 de julho de 2014
por esmael
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Presidente da AMP “afrouxa o sutiã” para o Tribunal de Contas do Estado

O prefeito de Nova Olímpia e presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Luiz Sorvos (PDT), encaminhou um “recibo” em forma de nota que, devido ao espírito democrático e amor ao contraditório, o Blog do Esmael publica na íntegra logo abaixo.

Sorvos se mostra inapto para liderar os 399 prefeitos do Paraná por não suportar o “contato físico” que é inerente à  função de vanguarda. Esportes como “política”, vôlei, futebol e outros sempre terão algum tipo de atrito. Talvez ao prefeito de Nova Olímpia, com todo o respeito aos moradores daquela linda cidade, seja indicado o jogo de bola de gude no carpete da sala.

Sorvos quer enfrentar o Tribunal de Contas do Estado (TCE), mas tem medo de fazê-lo abertamente. Quer fazer omelete sem quebrar os ovos. Quer acender uma vela para Deus e outra para o diabo, enfim, colocar um pé em cada canoa e não ter posição clara.

“… o que defendemos é que o que vale para o governador do Estado tenha o mesmo valor para os prefeitos…”, diz um trecho da nota do presidente da AMP. Ora, fora exatamente isso que registrou o Blog do Esmael na post “TCE é tigrão! com pequenos municípios e tchutchuquinha! com governo do estado, diz presidente AMP” (clique aqui).

A seguir, leia a íntegra da carta do prefeito Luiz Sorvos, da AMP:

Caro amigo Esmael Morais

Tomo a liberdade de enviar esta nota a você para fazer alguns esclarecimentos a respeito da matéria veiculada hoje em seu blog intitulada TCE é tigrão! com pequenos municípios e tchutchuquinha! com o Governo do Estado, diz presidente AMP!.

Primeiramente, reiteramos o respeito que eu pessoalmente e a AMP (Associação dos Municípios do Paraná) nutrimos pelo seu blog.

No entanto, em homenagem ao sagrado direito da boa informação, permita-nos esclarecer que o assunto Tribunal de Contas do Estado é por nós tratado institucionalmente e de maneira muito respeitosa. Portanto, em momento nenhum, referimo-nos à  Corte de Contas de forma pejorativa. Pelo contrário. A AMP entende e compreende a importância deste órgão na defesa do dinheiro público. Tanto isso é verdade que jamais foi reivindicado algum tipo de afrouxamento nos exames das contas dos municípios.

Importante deixar muito claro para a população paranaense que a luta da classe municipalista é pela igualdade de tratamento nas análises das contas. Em outras palavras, o que defendemos é que o que vale para o governador do Estado tenha o m

29 de julho de 2014
por esmael
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TCE é tigrão! com pequenos municípios e tchutchuquinha! com governo do estado, diz presidente AMP

Os! prefeitos do Paraná se uniram para tentar diminuir os poderes -sobretudo as! multas- do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Eles afirmam que o órgão é “excessivamente formalista” e pune por “erros burocráticos”, o que inviabiliza a gestão das cidades e desencoraja prefeitos a disputarem eleições.

Na semana retrasada, os gestores municipais entregaram à  Assembleia um projeto de lei para diminuir a possibilidade de multas por descumprimentos da Lei de Responsabilidade Fiscal. “Hoje é um perigo ser prefeito. Você coloca teu patrimônio em risco por bobagem”, diz o presidente da AMP (Associação de Municípios do Paraná), Luiz Sorvos (PDT). “Um recibo que falta já dá em multa. Está errado.”

O TCE montou uma comissão e vai analisar a proposta. Reservadamente, porém, membros do órgão afirmam que a iniciativa é “perigosa” por querer “flexibilizar” a atuação do tribunal.

Os prefeitos paranaenses, por outro lado, afirmam que estão sendo “sufocados” pelo órgão, que abranda as punições ao governo estadual e engrossa com os municípios, que têm menos estrutura e menor poder político.

Entre as sugestões, está a de que o TCE apure, comprove e quantifique os danos ao erário, e aponte de quem é a responsabilidade (se do prefeito ou de outro servidor) para, só então, punir.

Pela proposta, só seria afastado preliminarmente o gestor que tiver irregularidades comprovadas, não apenas indícios, e que aja de má-fé ou ilegalmente. Despesas desnecessárias ou acima da média de mercado, por exemplo, deixariam de ser punidas com multa.

Também é proposto um prazo de 30 dias para que as irregularidades sejam corrigidas, além de diminuição do valor da multa (de 10% a 30% do dano para 5%).

Os prefeitos negam que a intenção seja enfraquecer o tribunal. “Nós queremos bom senso e isonomia com relação ao Estado”, afirma Sorvos. “Se tem dolo, não se pode contemporizar. Mas a maioria dos prefeitos é séria, bem intencionada. Não dá para criminalizar.”

A sugestão da AMP é que a lei, caso aprovada, seja chamada de Lei Silom Schimidt, em homenagem ao ex-prefeito do município de Santa Helena, que se matou no ano passado após ter sucessivas contas desaprovadas no tribunal.

O TCE do Paraná afirma que é um dos que

12 de maio de 2014
por esmael
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Prefeitos marcham a Brasília por mais recursos para municípios

A 17!ª edição da Marcha dos Prefeitos começa hoje (12), em Brasília, com debate no aumento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e nas críticas à s desonerações do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) promovidas pelo governo federal nos últimos anos e quem impactam diretamente na arrecadação das prefeituras.

Os prefeitos também vão reivindicar mudanças nas regras de divisão do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), para ampliar o repasse à s prefeituras, e combater a aprovação de projetos que criam pisos salariais. Entre as propostas, está a elevação de 2% do FPM.

De acordo com o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, nos últimos anos, a crise nas prefeituras têm se agravado porque os municípios têm sido obrigados a arcar com novas despesas sem que seja ampliado o repasse de recursos.

Somadas as desonerações do IPI e do Imposto de Renda, por exemplo, impactaram o FPM em R$ 77 bilhões entre 2008 e 2012, valor que corresponde a nada menos que 26,4% de todo o fundo distribuído nesses cinco anos. Ou seja, apenas nesse período, foi retirado do fundo o equivalente a um ano do FPM em desonerações!, criticou Ziulkoski.

O presidente da CNM argumentou que fica a cargos dos municípios a responsabilidade sobre o desenvolvimento de programas nas áreas de educação, saúde, assistência social, transporte, mobilidade urbana. No entanto, enquanto cresceu a demanda por políticas e contratação de pessoas nessas áreas, os municípios tiveram queda na arrecadação.

Durante a marcha, que vai até a próxima quinta-feira (15), serão promovidos fóruns para debater os problemas do municipalismo, que terão a participação dos pré-candidatos à  Presidência da República.

Com informações da Agência Brasil e da

9 de abril de 2014
por esmael
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Governo Beto Richa cancela obras e causa constrangimentos a prefeitos no Paraná

Quebrado financeiramente, governo Beto Richa manda ofício a prefeitos do interior cancelando obras anunciadas anteriormente; município de Cândido de Abreu, por exemplo, depois de festa e foguetório, na assinatura de convênios, foi informado do cancelamento da construção de uma Biblioteca Cidadã no valor de R$ 500 mil; mais: prefeito José Maria Reis Júnior ainda terá de passar pelo constrangimento de devolver maquinários não pagos pelo governo do Paraná; Teve caso em que o governador Beto Richa anunciou R$ 30 milhões para o município, mas o dinheiro nunca apareceu. O pobre prefeito teve que ficar se explicando e provar que não roubou a verba pública!, contou ao blog o deputado federal João Arruda (PMDB), em setembro do ano passado.

Quebrado financeiramente, governo Beto Richa manda ofício a prefeitos do interior cancelando obras anunciadas anteriormente; município de Cândido de Abreu, por exemplo, depois de festa e foguetório, na assinatura de convênios, foi informado do cancelamento da construção de uma Biblioteca Cidadã no valor de R$ 500 mil; mais: prefeito José Maria Reis Júnior ainda terá de passar pelo constrangimento de devolver maquinários não pagos pelo governo do Paraná; Teve caso em que o governador Beto Richa anunciou R$ 30 milhões para o município, mas o dinheiro nunca apareceu. O pobre prefeito teve que ficar se explicando e provar que não roubou a verba pública!, contou ao blog o deputado federal João Arruda (PMDB), em setembro do ano passado.

A crise financeira que assola o governo de Beto Richa (PSDB) começou a bater nos municípios paranaenses. O blog teve acesso a um ofício do secretário de Estado da Cultura, Paulino Viapiana, no qual informa ao prefeito José Maria Reis Júnior, de Cândido de Abreu, do cancelamento de convênio firmado para a construção de uma Biblioteca Cidadã no município no valor de R$ 500 mil. Leia mais

9 de abril de 2012
por esmael
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Presidente da AMP apoia paralisação do transporte escolar em Foz

Um bom número de prefeitos do Paraná está em pé de guerra com o governo devido à  falta de recursos dos municípios para o transporte escolar dos alunos da rede estadual.

O serviço custa R$ 120 milhões à s prefeituras, mas a Secretaria da Educação repassou apenas R$ 58 milhões para a realização do transporte em 2011.

O serviço é, por lei, obrigação do governo do estado.

Hoje, o presidente da AMP e prefeito de Piraquara, Gabriel Samaha, o Gabão (PPS), enviou nota apoiando a decisão do prefeito de Foz do Iguaçu, Paulo Mac Donald Ghisi (PDT), de paralisar o transporte coletivo na cidade.

E o presidente da AMP sentenciou: Mais municípios vão suspender o serviço se o governo do Estado não cumprir seu compromisso, assumido em fevereiro reunião com os representantes de todas as cidades do Estado, de repassar R$ 80 milhões para a realização do transporte escolar em 2012!, comentou Gabão, que cobrou uma resposta urgente do governo a respeito deste impasse.