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Relembre: Clima pesado na véspera do massacre de 29 de abril

No dia 28 de abril de 2015 o clima já estava mais que pesado no Centro Cívico. O entorno da Assembleia Legislativa do Paraná era uma praça de guerra e os servidores estaduais eram tratados como bandidos perigosos. O então governador Beto Richa (PSDB) mandava fechar ruas sem sequer comunicar ao então prefeito Gustavo Fruet (PDT). O acampamento de servidores havia sido invadido pela Polícia Militar na madrugada. Leia mais

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Professores farão ato para marcar os 3 anos do massacre de 29 de abril

Professores da rede pública estadual de ensino farão um Ato Público no domingo (29) para marcar a passagem de 3 anos do massacre de 29 de abril. A manifestação está sendo convocada pelo Núcleo Curitiba Norte da APP-Sindicado e será no grande ponto de encontro de Curitiba aos domingos, que é a Feirinha do Largo da Ordem. Leia mais

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Há 3 anos: Professores retomavam greve contra o confisco da previdência por Richa

No dia 25 de abril de 2015, cerca de cinco mil professores e servidores decidiram numa assembleia em Londrina retomar a greve nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná. O principal motivo da segunda paralisação daquele ano seria tentar barrar o confisco da previdência planejado pelo então governador Beto Richa (PSDB). Leia mais

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Requião expõe “valentia” de coordenador de Bolsonaro; assista ao vídeo

O senador Roberto Requião (MDB-PR) recorreu ao humor para responder ao deputado Delegado Francischini (PSL-PR), coordenador da campanha de Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que disse já ter colocado para correr integrantes do MST, petistas e líderes de movimentos sociais. O diabo é que no vídeo publicado por Requião a história é outra: é Francischini quem corre de um professor. Leia mais

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Há 3 anos, Beto Richa reenviava o confisco da previdência para a Assembleia


O começo do segundo mandato de Beto Richa (PSDB) em 2015 foi desastroso para o governador. Embalado pela reeleição, Richa tentava aprovar na Assembleia Legislativa do Paraná um pacote de maldades com aumentos de impostos e taxas, além do confisco de R$ 8 bilhões do fundo de previdência dos servidores. Leia mais

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Há 3 anos, Beto Richa preparava o ‘pacotaço’ de maldades chamado de ajuste fiscal

O dia 05 de abril de 2015 foi um domingo de Páscoa. O governador Beto Richa (PSDB) e seu secretário da Fazenda Mauro Ricardo davam os ajustes finais no “pacotaço” de maldades contra os paranaenses. O conjunto de medidas de arrocho nas contas seria apresentado em mensagem para tramitação na Assembleia Legislativa na terça-feira seguinte. Leia mais

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Abril de 2018. Três anos do covarde massacre dos professores no Paraná

Era uma quarta-feira, 29 de abril de 2015. O Centro Cívico de Curitiba fervilhava. Mais de 50 mil servidores públicos estaduais, a maioria professores, lutavam contra o confisco da poupança previdenciária pelo governador Beto Richa (PSDB). Tensão na Praça Nossa Senhora da Salete. Tensão na Assembleia Legislativa do Paraná. Bummmm! Bummm! Bummm!Comemoração com gritos de “aêêê” e “isso aí” no Palácio Iguaçu. Leia mais

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Marqueteiro revela como orientou Beto Richa colocar culpa no PT pelo fiasco de governo no Paraná

richa_massacre_rosaO jornalista Mário Rosa em seu livro “Glória e Vergonha: memórias de um consultor de crises” conta que orientou o governador do Paraná Beto Richa (PSDB), após o massacre de professores em 29 de abril de 2015, a dissipar a crise colocando a culpa no PT.

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Coluna do Enio Verri: Paraná é o tubo de ensaio das maldades de Beto Richa

Enio Verri*

Como em um tubo de ensaio o governador Beto Richa (PSDB) continua experimentando seus pacotes de maldades com o povo paranaense. Em uma brincadeira para lá de mau gosto, continua vendendo a imagem de um Estado próspero ao passo que anuncia tarifas absurdas e o fechamento de instituições públicas.

Sob os efeitos de milhões de reais gastos em publicidade – enquanto o Paraná convive com dificuldades financeiras que levaram ao anúncio de cortes de investimentos – o governador ultrapassa a má avaliação de seus companheiros Álvaro Dias e Jaime Lerner.

No mesmo caminho trilhado pelos dois ex-governadores, Richa não mede esforços para beneficiar aliados ao mesmo tempo em que penaliza a população e servidores públicos. Para os investidores, a abertura das estatais para o mercado financeiro. Para o funcionalismo, cavalaria e promessas não cumpridas.

O desrespeito é cada dia mais nítido. Sem pudor algum, o governador publicita suas maldades sem nenhuma preocupação com os impactos na vida dos paranaenses. E pior! Utiliza-se de jogo de cena, quando confrontado pela população, transferindo a responsabilidade a terceiros e encontrando formas alternativas para aprovar suas vontades.

Não é diferente com o fatídico dia 29 de abril, quando sob a pressão do funcionalismo, lançou bombas, tropa de choque, entre outros instrumentos de guerra contra professores. Nem mesmo os pedidos de lideranças políticas foram suficientes para a desistência de apropriar-se do fundo de aposentadoria dos servidores paranaenses.

Em cena hollywoodiana, Richa não só jogou bombas e agrediu professores, como ainda enganou os servidores ao não cumprir com os reajustes estabelecidos em lei. No mesmo caminho, promoveu campanha difamatória, colocando a população contra os grevistas, enfraquecendo a luta por uma educação de qualidade.

Repetindo os mesmos instrumentos, utilizou-se de todo seu poder midiático para ludibriar os paranaenses no que condiz com a democracia nas escolas. Após “abandonar” o anseio na indicação política para diretor de escola estadual, aprovou uma lei que atrela o mandato do mesmo a Secretaria de Educação.

Divulgada como a democratização do processo de eleição nas escolas, a publicidade governamental esquece de mencionar que embora todos tenham o direito ao voto, a manutenção no cargo depende da aprovação do Governo do Estado. Nada mais do que podar a independência do diretor na escola, alavancando barreiras

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PSD orienta Sciarra a deixar “urgentemente” o governo Beto Richa

psd_psdbIntegrantes da direção estadual do PSD sugeriram ao chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, que entregue o cargo ao governador Beto Richa (PSDB). Os correligionários do pessedista temem que ele seja o próximo alvo de campanha de fritura, por causa do massacre dos professores, que levaram à demissão de Fernando Francischini (Segurança), Fernando Xavier (Educação) e César Kogut (PM).

Na Assembleia Legislativa, os dois principais deputados do partido — Chico Brasileiro e Ney Leprevost — já perfilam ao lado da oposição desde o início da legislatura em fevereiro. A bancada do PSD tem três parlamentares.

Nas redes sociais e no Centro Cívico, o chefe da Casa Civil já é “carinhosamente” chamado de Eduardo “Mete Bomba” Sciarra — em alusão à denúncia do deputado Tadeu Veneri (PT), líder da oposição, que da tribuna da Assembleia afirmou ter ouvido o secretário de Richa orientar “Mete mais bomba, mete mais bomba”.

No último dia 29 de abril, durante a votação no projeto que confisca a poupança previdenciária dos servidores, a PM atirou bombas, balas de borracha, gás lacrimogêneo e atiçou cães em manifestantes por mais de duas horas. Logo após o massacre, Beto Richa acusou professores e funcionários públicos de serem “black blocs”. Uma semana depois, arrependido, o tucano afirmou que foi “quem mais sofreu” com a surra nos educadores.

Pois bem, a cogitada saída de Sciarra do governo tem como objetivo 2018. “Mete Bomba” é lembrado para uma dobradinha, provavelmente na vice, com o senador Álvaro Dias (PSDB) visando o Palácio Iguaçu.

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