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Greca no Fantástico: “Vou pedir música!”

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O ex-prefeito de Curitiba e atual secretário de Desenvolvimento Sustentável do Paraná, Rafael Greca (PSD), reagiu com bom humor à sua terceira exclusão consecutiva das pesquisas de intenção de voto ao governo do estado: “Vou pedir música no Fantástico”.

O paralelo bíblico

Greca comparou sua ausência reiterada à passagem bíblica em que Pedro, discípulo de Jesus, negou conhecer o Mestre três vezes até ouvir o canto do galo e se arrepender.

O secretário disse esperar que os institutos de pesquisa também “se arrependam” e passem a incluí-lo nos próximos levantamentos.

Música no Fantástico

Brincando com a situação, o ex-prefeito fez referência ao quadro do programa dominical da TV Globo, no qual jogadores de futebol que marcam três gols na mesma partida ganham o direito de escolher uma música.

“Já que me excluíram pela terceira vez, vou pedir música no Fantástico”, ironizou.

Contexto político

Greca é um dos nomes históricos do PSD no Paraná e já havia manifestado incômodo por não ser lembrado nas sondagens anteriores da Paraná Pesquisas e da Quaest.

Apesar da exclusão, afirma seguir como pré-candidato ao governo em 2026 e aposta no reconhecimento da população, especialmente na pesquisa espontânea.

Outros excluídos

Além de Greca, é enorme a lista de pré-candidatos ao Palácio Iguaçu excluídos da pesquisa Quaest: Beto Richa (PSDB), Cida Borghetti (União Progressista), Requião Filho (PDT), Alvaro Dias (Podemos), Darci Piana (PSD), Alexandre Curi (PSD) e Beto Preto (PSD).

Esse “grito dos excluídos” tem potencial de respingar no governador Ratinho Júnor (PSD).

Qual é a música?

Com humor e ironia, Greca transforma sua ausência em manchete e mantém viva a pré-candidatura, reforçando a pressão sobre os institutos e sobre o próprio PSD.

Se pedirá música no Fantástico, ainda não se sabe, mas já conseguiu colocar sua reação no centro da disputa política.

Quaest também “limou” candidatos em outros estados

A pesquisa Quaest também foi “sangue doce” com governadores de outros estados, a exemplo de São Paulo, onde omitiu nomes fortes como Guilherme Boulos (PSOL).

Sem Boulos, o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece como favorito à reeleição ao Palácio dos Bandeirantes, sede do executivo estadual paulista.

Para a Quaest, se hay gobierno soy a favor!

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