PT “namora” Freixo e vice-versa “que nem feijão com arroz”

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O PT e o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) estão “namorado”. Até parece que foram feitos um para o outro, e vice-versa, “que nem feijão com arroz”, como diz a música do Legião Urbana.

Freixo foi uma das poucas lideranças não petistas a participar nesta segunda-feira (21) do lançamento do Plano de Reconstrução e Transformação do Brasil.

O PSOL e Freixo já não falam mais o mesmo dialeto faz bastante tempo, por isso o principal nome psolista desistiu da candidatura à Prefeitura do Rio.

O PSOL do Rio tem forte influência do jornalista americano Glenn Greenwald, fundador do site The Intercept Brasil.

A situação de Freixo é muito semelhante com a do ex-senador Roberto Requião (MDB-PR), que também participou na manhã de hoje do comício virtual do PT: é o nome mais popular do partido e com mais densidade eleitoral, porém perdeu o controle da máquina partidária.

Marcelo Freixo, assim como Requião, nega de pés juntos que seja petista, mas só anda com petistas, só discursa com petistas, só se confraterniza com petistas…

Os dois –Requião e Freixo– também só fazem ‘lives’ com a turma do PT.

Marcelo Freixo, por exemplo, tem sido recorrente nos bate-papos com Fernando Haddad, ex-candidato do PT à Presidência da República.

Tanto Requião quanto Freixo têm votos, mas não têm partido. É aí que o PT entra na história deles.

Possivelmente, em 2022, Freixo e Requião, no Rio e no Paraná, respectivamente, concorram às eleições de 2022 pelo PT.

Quem viver, verá.

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