Moro experimentou STF com pedido de prisão de Dilma às vésperas da 2ª instância

Publicado em 6 novembro, 2019
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A Polícia Federal é subordinada ao ministro da Justiça, Sérgio Moro.

O pedido de prisão da ex-presidenta Dilma Rousseff foi requerido pela PF, comandada pelo ex-juiz.

A Lava Jato supostamente investiga de que políticos do MDB teriam recebido repasses ilegais da JBS em um valor total de R$ 40 milhões na campanha eleitoral de 2014.

Em nota, ontem (5), Dilma considerou o pedido da PF um esforço inconsequente do ministro da Justiça, Sérgio Moro, no afã de perseguir adversários políticos.

É mais do que isso, senhora presidenta Dilma Rousseff.

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O ex-juiz Moro experimentou os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), haja vista a corte máxima retomar amanhã o julgamento da proibição da prisão em 2ª instância.

A ideia de Moro e da força-tarefa Lava Jato era criar um clima de comoção para ou impedir a soltura do ex-presidente Lula ou embaraçar os votos dos magistrados no STF.

Eles também devem ter pensado: ‘E vai que Ele [aha uhu, o Fachin é nosso!] autoriza a prisão de Dilma?’

Não, o ministro Edson Fachin não autorizou a prisão da presidenta Dilma Rousseff. Até porque a investigação era contra o núcleo do MDB. Ou precisa desenhar?

Resumo da ópera: a Lava Jato, por meio de sua agência de fake news, criou apenas mais um factoide visando constranger o Supremo.

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