26 de março de 2016
por Esmael Morais
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Lava Jato sai dos trilhos e todos querem escapar na poeira do golpe

do Brasil 247

A Operação Lava Jato desenrolou-se, nos últimos dois anos, seguindo uma narrativa com início, meio e fim. Uma história que devia terminar com Lula preso e responsabilizado pela montagem de um mega-esquema de corrupção para financiar a manutenção do PT no poder. Caracterizado como podre e corrupto, o partido, no final da história, também poderia ter seu registro cassado e desaparecer de cena. De Dilma, cuidaria o Congresso com o impeachment.  Alguns fatos recentes, entretanto,  estão ameaçando o o curso da narrativa. Por isso a lista da Odebrecht agora foi posta pelo Juiz Moro sob sigilo, depois de ele ter autorizado a divulgação do grampo Dilma-Lula. Por isso o Ministério Público praticamente dispensou a “colaboração definitiva” da empreiteira.

Em agosto do ano passado, quando José Dirceu foi preso às vésperas do protesto do dia 16 daquele mês contra Dilma e o governo, a narrativa fez uma forte inflexão. Registramos neste blog, no dia 25 de agosto:  “Lava Jato muda narrativa para chegar a Lula”.  Falando sobre a 17ª. Fase, em que Dirceu foi preso, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, porta voz mais frequente do comando de Curitiba, afirmou repetidas vezes em relação a Dirceu: “Chegamos a um dos líderes principais, que instituiu o esquema, permitiu que ele existisse e se beneficiou dele”. E estabeleceu a comparação com o mensalão de 2005: “O DNA é o mesmo: compra de apoio político”.  Com muita insistência afirmou que o esquema “teve início no governo Lula” e perguntado se o ex-presidente também seria investigado respondeu:”nenhuma pessoa no regime republicano está isenta de ser investigada”. A frase inteira em que ele responsabiliza Dirceu foi claramente insinuante: “Não descarto que existam outros cabeças mas chegamos a um dos líderes principais, que instituiu o esquema, permitiu que ele existisse e se beneficiou dele”.

Vieram as outras fases. A Odebrecht foi a única empreiteira que, mesmo tendo seu principal executivo e herdeiro preso, recusou-se a fazer acordo de delação. Nas fases seguintes, não foram encontradas provas de que Lula era “o outro cabeça” ou a principal cabeça do esquema Petrobrás. Ele então começou a ser investigado pelas obras no sítio de Atibaia e por reformas no apartamento que não chegou a comprar. Dava no mesmo, ou quase.

O cerco a Lula foi se fechando ao mesmo tempo que o Congresso avançava contra Dilma com o impeachment. Quando ela chama Lula para ajuda-la a resistir e a soerguer o governo, e o nomeia ministro,  Moro dá o tiro de escopeta da divulgação ilegal dos grampos. Foi aí que a narrativa começou a sair dos trilhos. Moro expôs-se mais que o devido, para além do previsto no script.

A base social de Lula e do PT também foi às ruas. A consciência jurídica manifestou-se contra o impeachment por razões políticas, que assim sendo, ganha outro nome, como disse Renan Calheiros. O nome de golpe.

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1 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Dilma acomoda PT, PMDB e PDT e conclui reforma

por Tereza Cruvinel, via Brasil 247

dilma_reformaA presidente Dilma Rousseff concluiu agora à noite a reforma ministerial que anunciará amanhã cedo em solenidade com os novos ministros. O atual secretário-geral da Presidência, Miguel Rossetto, da corrente Democracia Socialista do PT, vai comandar a pasta de Trabalho e Previdência, que foram fundidas. Tereza Campelo, entretanto, continuará comandando Desenvolvimento Social. Outra novidade é a ida da deputada Benedita da Silva para Cidadania (fusão das secretarias de Mulher, Direitos Humanos e igualdade Racial) destronando Moema Gramacho, que já estava praticamente escolhida. Patrus Ananias fica em Desenvolvimento Agrário e com isso Dilma evita uma briga com o MST. Leia mais

18 de junho de 2015
por Esmael Morais
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TCU reacende a tese tucana do impeachment de Dilma Rousseff

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por Tereza Cruvinel, via Brasil 247

Antes da batalha política, Dilma precisa vencer a batalha jurídica

Quando começava a ser arquivada, a agenda do impeachment da presidente Dilma voltou à cena com a decisão do TCU de conceder 30 dias para que ela responda pessoalmente aos questionamentos do relator Augusto Nardes sobre a prestação de contas do governo relativa a 2014. Este procedimento sem precedentes na história republicana deixou o governo apreensivo e os adversários exultantes. O que os tucanos tanto procuraram, a base jurídica para o pedido de abertura do processo de impeachment, poderia estar aparecendo agora. Leia mais

2 de janeiro de 2015
por Esmael Morais
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Berzoini mantém promessa de democratizar a mídia

Por Tereza Cruvinel, via Brasil 247
berzoini.jpgSem fazer uso uma só vez da expressão anatemizada regulação da mídia!, o novo ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, tomou posse hoje no cargo reiterando a disposição de abrir um amplo debate com a sociedade brasileira sobre os melhores caminhos para tornar mais efetiva e mais democrática a atividade de comunicação no Brasil.

A liberdade de expressão deve ser um valor assimilado por cada cidadão, e sob esta premissa podemos avançar na consolidação da democracia,. que não deve reduzir-se ao direito de votar. A democracia deve assegurar também, entre outros direitos, o de consumir e difundir informação e, principalmente, o de participar livremente da construção de um conjunto de ideias e valores pelo nosso próprio povo!.

Em entrevista coletiva a seguir, ele evitou fixar cronograma para o início desta ou de qualquer outra ação do ministério mas, respondendo à  pergunta desta colunista do 247, admitiu que pode tomar a iniciativa de propor a regulamentação dos artigos 221, 222 e 223 da Constituição, que nunca foram regulamentados. Leia mais

28 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma começa seu ajuste na política pelo PT

Por! Tereza Cruvinel
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A presidente Dilma começa, pelo PT, a fazer agora seu ajuste na política. Depois das críticas de setores do partido e de sua militância à  escolha dos ministros da área econômica, ela participa hoje, em Fortaleza, da primeira parte da reunião do Diretório Nacional do PT. As dúvidas sobre sua ida foram dirimidas com a inclusão do evento em sua agenda oficial de hoje.

No encontro, ela deve defender as escolhas de Joaquim Levy, Nelson Barbosa e Alexandre Tombini, assegurando que o ajuste fiscal será gradual e que a meta de superávit primário anunciada nesta quinta-feira !“ 1,2% do PIB para 2015 e de 3% para os anos seguintes !“ não trará recessão, terá foco no crescimento econômico e preservará as políticas sociais.

A insatisfação com as escolhas econômicas foi visível na reunião da bancada de terça-feira passada e culminou com áspera discussão entre os senadores Lindbergh Farias e Gleisi Hoffman sobre a escolha de Katia Abreu para a Agricultura. Gleisi defendeu a escolha. Lindbergh afirmou que bastava acessar as redes sociais para conferir a frustração da militância que na Hora H, na reta final do segundo turno, foi para a rua com garra comparável à  de 1989 na disputa Lula-Collor.

Mas Dilma havia dito ao presidente do partido, Ruy Falcão, na última conversa que tiveram, juntamente com Lula, que não consultaria o partido na escolha dos nomes para a equipe econômica mas que o faria na composição do restante do ministério. Leia mais

17 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Oposição aposta suas fichas no impeachment de Dilma

do Blog da! Tereza Cruvinel

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Quantos manifestantes havia no ato pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff no sábado, 15/11, em São Paulo? Alguns veículos falaram em 1.500, outros em três mil, os mais excitados em dez mil. Não importa. Certo é que foram muito mais que os 20 gatos pingados que compareceram ao ato pró-impeachment de Lula chamado pelos adversários em 2005, no estouro do mensalão. Está clara a aposta da oposição num terceiro turno da disputa presidencial através do pedido de impeachment de Dilma. Ainda que não tenha condições de levá-lo adiante mas para sangrá-la, minar seu segundo mandato e selar o fim da era dos governos do PT. Recordemos 2005.

Um impeachment exige condições jurídicas e políticas. Em outras palavras, prova e povo. Indícios ou provas de culpa ou omissão do governante, e apoio popular para seu afastamento.

Em agosto de 2005, logo depois do depoimento de Duda Mendonça à  CPI dos Correios, confessando ter recebido no exterior pagamentos por serviços prestados à  campanha de Lula em 2002, houve uma reunião no gabinete da liderança do PSDB no Senado, comandada pelo senador pefelista Jorge Bornhausen. Nela, o pedido de impeachment voltou a ser discutido e foi descartado diante da constatação de que lhe faltaria apoio popular. Um ato fora tentado em Brasília e reunira apenas 20 pessoas. No Rio, menos de 30. Uma voz discordante, na reunião, foi a do senador àlvaro Dias, que depois, em entrevista a Josias de Sousa, lamentaria o erro histórico da oposição!. Ainda que o impeachment não vingasse, disse ele, Lula teria sofrido um desgaste enorme e não teria se reelegido.

Em 2005, na mesma semana de agosto, em discurso na reunião do Conselhão (o CDES), Lula disse que não se mataria como Getúlio, não renunciaria como Jango nem sofreria impeachment como Collor. Logo depois fez uma reunião com sindicalistas e avisou que teriam de ir para a rua e mobilizar o povo caso tentassem derrubá-lo. Veio o depoimento de Duda mas a oposição recuou, antevendo que ficaria isolada. A aposta passou a ser em deixar Lula sangrar! até o final do primeiro mandato para que não se reelegesse. Mas ele deu a volta por cima, venceu em 2006 e ainda elegeu Dilma em 2010. Leia mais

29 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Ressentidos da Câmara trombam com apelo popular; pode isso?

do Brasil 247
henrique_dilma_renanIntegrantes do PMDB e da oposição ressentidos com as eleições de 2014 derrubaram ontem decreto da presidente Dilma Rousseff que ampliava a participação popular em conselhos de gestão das principais políticas públicas. Em nova coluna em seu blog no 247, Tereza Cruvinel aponta como principal articulador para a derrota do governo federal o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Leia mais

14 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Tereza Cruvinel: Aécio ganhou 1!ª semana, mas Dilma inicia reação

do Brasil 247O candidato do PSDB Aécio Neves saiu vitorioso da primeira semana do segundo turno, avalia Tereza Cruvinel, em nova coluna em seu blog no 247. No entanto, ela avalia que o contra-ataque do PT começa agora. Leia, abaixo, um trecho:

“Os petistas admitem sua vantagem inicial mas subestimam o efeito Marina Silva. Acham que ela tem limitada capacidade de transferir votos e que, antes de sua declaração de apoio, que demorou uma semana para acontecer, já tinham ido para o colo de Aécio seus eleitores que não ficariam mesmo com Dilma. Seriam de 60% a 70% dos que votaram em Marina no primeiro turno. Contestam a pesquisa Sensus/Istoà‰, que dá uma vantagem de 17 pontos ao tucano, apontando-a como parte do esforço da mídia para criar fatos psicológicos adversos!. No tracking da campanha de Dilma, no domingo, ela estaria um ponto à  frente de Aécio.

Avaliam que a largada vantajosa do tucano de decorreu do impacto positivo de sua virada espetacular na reta final do primeiro turno e da divulgação, ainda sob o calor da apuração, das revelações da delação premiada de Paulo Roberto Costa e Alberto Yousef. O efeito dos dois fatos já estaria se dissipando. A campanha de Dilma espera mudar o jogo na semana que começa hoje, apostando em três movimentos:

1- Despertar a militância, que se intimidou ou ficou tonta com o resultado do primeiro turno. O PT está convocando sua tropa a voltar para a rua e enfrentar a batalha das duas próximas semanas.

2- Lula começa uma viagem de campanha pelo Norte e o Centro-Oeste. Depois irá a Pernambuco e ao Nordeste mas não quer ir agora, em cima da declaração de apoio da família Campos ao tucano.

3- Dilma se prepara para ter um bom desempenho no debate na TV Bandeirantes, de modo a obter melhor resultado nas pesquisas que serão divulgadas no final da semana.”

Leia a íntegra em Aécio ganha a primeira semana

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8 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Poder de transferir votos de Marina para Aécio é questionável

do Brasil 247
Marina Silva tem reproduzido sinais de que irá mesmo apoiar a candidatura de Aécio Neves (PSDB) contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff. No entanto, para a jornalista Tereza Cruvinel, colunista do 247, esse movimento pode não significar muita coisa para o tucano em termos de votos. Ela questiona a capacidade da ex-senadora de influenciar seus eleitores. Leia:

A união com Eduardo Campos quase nada agregou ao então candidato do PSB

Embora vá cozinhar o anúncio até quinta-feira, Marina Silva está decidida a apoiar Aécio Neves. Segundo fontes do PSB, ela tem avaliado que o apoio a Dilma é impossível, pois seus próprios eleitores não a perdoariam, e que a neutralidade também a desgastaria muito junto a uma parte importante de sua base política. Apoiar Aécio será a opção de menor custo político, embora vá também descontentar a ala esquerda de seu eleitorado. Será um trunfo importante para o tucano, que já ganhou o apoio do PPS e colherá o do PSB, embora rachado: a secção do Rio, liderada pelo ex-deputado Vivaldo Barbosa, já avisou que ficará com Dilma. A repercussão positiva de um fato político traz ganhos eleitorais, sem dúvida, mas outra coisa é a capacidade de transferir votos, um atributo que nem todos os políticos têm. Marina, até aqui, não demostrou possui-lo. Na história recente, ninguém superou Leonel Brizola neste especialidade. Ela transferiu para Lula praticamente todo a sua votação no primeiro turno de 1989.

Em 2010, a capacidade de transferência de votos de Marina nem foi testada, na medida em que ela ficou neutra. Pelo resultado final, viu-se que os 20 milhões de votos que ela obteve no primeiro turno dividiram-se entre Dilma e Serra no segundo, com alguma vantagem para a petista. Mas em sua aliança com Eduardo Campos, o resultado neste quesito não foi bom. Quando o TSE barrou a Rede, em outubro de 2013, Marina tinha cerca de 20% de preferência nas pesquisas. Eduardo Campos tinha 5%. Os dois se uniram, ela se tornou sua vice mas Eduardo cresceu muito pouco. Sua maior marca, segundo a série do IBOPE, foi em junho, quando chegou a 13%. Quando ele morreu, em agosto passado, tinha apenas 8% de preferência. Sua campanha, naquele momento, planejava colar mais a imagem dele ठdela durante a campanha. Marina se empenhou mas não conseguiu, até aquele momento, transferir sua potencial vot Leia mais

18 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Aécio Neves mira Marina Silva: “Sonhar, todo mundo sonha”

do Brasil 247
Comemorando o crescimento de quatro pontos de acordo com a última pesquisa Ibope, o candidato do PSDB à  Presidência da República, Aécio Neves, voltou a atacar a adversária do PSB, Marina Silva, e seus aliados, os “sonháticos”, em seu programa eleitoral de rádio na manhã desta quinta-feira 18. “Sonhar todo mundo sonha. Agora eu quero ver transformar o sonho em realidade”, afirmou Aécio.

Em nova referência a Marina, Aécio Neves diz que um candidato não deve ser julgado “apenas por aquilo que promete”, mas “principalmente por aquilo que fez”. “Até porque, se promessa resolvesse alguma coisa, o Brasil estava bem melhor”, afirmou o tucano. Um locutor diz na peça que Aécio é “quem pode enfrentar a Dilma de frente no segundo turno”.

O crescimento do presidenciável !“ que se mantinha em 15% das intenções de voto !“ na última pesquisa Ibope deu fôlego à  campanha do PSDB. Conforme avalia Tereza Cruvinel, em seu blog no 247, “o que explica seu crescimento é o refluxo de eleitores anti-petistas que o haviam abandonado no auge da onda pró-Marina”. A jornalista acrescenta: “logo, o tucano está recuperando parte do que perdeu para Marina, justamente quando ela foi confrontada fortemente por Dilma, e um pouco menos, por ele mesmo, em algumas de suas posições”.

Nesta quarta-feira 17, segundo reportagem da Folha de S. Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, principal cabo eleitoral de Aécio, disse acreditar que os ataques do candidato deveriam mirar a presidente Dilma Rousseff, do PT, e não Marina. “O chumbo grosso deve se concentrar no PT e, portanto, na Dilma”, disse ele, embora tenha declarado considerar “natural” as críticas a Marina. A estratégia de Aécio, no entanto, visam diminuir o movimento do “voto útil” à  candidata do PSB.

Leia a íntegra do texto de Tereza Cruvinel em seu blog no 247.

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15 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Vitimização de Marina interdita o debate político na campanha presidencial

do Brasil 247
A vitimização da candidata do PSB, Marina Silva, tem interditado o debate político durante a campanha presidencial. A avaliação é da jornalista Tereza Cruvinel, que aborda o tema em novo artigo no blog do 247. “Se toda divergência ou crítica for tomada como ofensa por um dos candidatos, as diferenças não se explicitam, o debate não flui e perde o eleitor a oportunidade de escolher com mais racionalidade”, diz ela.

Neste fim de semana, Marina chorou ao falar das críticas que teria recebido do ex-presidente, em entrevista à  Folha de S. Paulo, e tem se colocado como vítima de uma “frente” montada por seus adversários, que querem desconstruir sua imagem, conforme afirma. Dilma disse considerar “alto nível discutir proposta”, negando interpretações de que estaria atacando Marina Silva. “Uma eleição é onde se tem debate”, acrescentou a presidente.

As críticas direcionadas à  candidata, no entanto, são todas !“ ou quase todas !“ baseadas no que foi dito por ela ou escrito em seu programa de governo, diz Tereza Cruvinel. Marina “alimenta a aura de ‘coitadinha'”, opina a jornalista, que descreve seu discurso como de “auto-compadecimento”. Ela alerta, porém, para a “escorregada” de Dilma, que em sua opinião, passou “da crítica de conteúdo para o uso de um adjetivo pejorativo contra a adversária” quando falou que “coitadinho” não pode chegar à  Presidência.

Leia a íntegra em Vitimização interdita o debate

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