22 de Fevereiro de 2017
por esmael
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Em tempo de tarifaços, UFPR ‘baixa o preço’ no Restaurante Universitário

O reitor Ricardo Marcelo Fonseca, da UFPR, anunciou nesta quarta-feira (22) que caiu o preço do bandejão no Restaurante Universitário.

25 de novembro de 2015
por admin
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Cruel, Beto Richa corta comida de estudantes da Unicentro

unicentro

Maldade pouca é bobagem para o governo Beto Richa (PSDB), pois ela não se restringe ao fechamento escolas, massacre de professores e venda de abrigo destinados às crianças. A crueldade tem método e parece ser mais ampla e planejada do que se imagina. Veja o caso abaixo.

O governo tucano vem cortando verbas da assistência estudantil nas universidades estaduais. Como reflexo disso, a Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro) deixou os estudantes do campus Cedeteg, em Guarapuava, sem comida por falta de pagamento.

19 de agosto de 2014
por esmael
49 Comentários

Beto Richa deixa estudantes da UEM sem comida há dois anos e meio

Servidores e estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) apontam 14 obras inacabadas da gestão Beto Richa (PSDB) dentro da UEM. Mas dentre elas, a mais prejudicial aos estudantes é a reforma do Restaurante Universitário, fechado desde o início de 2012. O Governo do Estado se comprometeu em concluir a obra até setembro de 2013, quase um ano atrás, e também prometeu fornecer marmitas aos estudantes carentes. Ambas as promessas não foram cumpridas.

Servidores e estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) apontam 14 obras inacabadas da gestão Beto Richa (PSDB) dentro da UEM. Mas dentre elas, a mais prejudicial aos estudantes é a reforma do Restaurante Universitário, fechado desde o início de 2012. O Governo do Estado se comprometeu em concluir a obra até setembro de 2013, quase um ano atrás, e também prometeu fornecer marmitas aos estudantes carentes. Ambas as promessas não foram cumpridas.

Servidores e estudantes da Universidade Estadual de Maringá apontam 14 grandes obras inacabadas, paradas e abandonadas na UEM. As obras estariam orçadas em mais de R$ 20 milhões, mas estão paradas por que, segundo as construtoras, o Governo do Estado atrasa os pagamentos e não cumpre sua parte no cronograma. Leia mais