4 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em O recado de Lula: ‘eu também visto rosa, tálquei?’

O recado de Lula: ‘eu também visto rosa, tálquei?’

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta (5), mandou recado dizendo que também veste rosa. ... 

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20 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Dilma sofre processo de impeachment só porque ela é mulher, acusa Gleisi

gleisi_giro_dilmaA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em entrevista ao programa “Giro com Willian Corrêa” da TV Cultura, em Brasília, acusou a “misoginia” de estar por trás do golpe contra a presidente Dilma Rousseff. Abaixo, assista ao vídeo: Leia mais

31 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Coluna da Gleisi Hoffmann: A reserva de vagas femininas no Parlamento

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Gleisi Hoffmann*

O Senado Federal vem enfrentando este debate no bojo da reforma política e nesta semana votamos, em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reserva nas cadeiras da Câmara dos Deputados, Assembleias Legislativas, Câmara Legislativa do Distrito Federal e Câmaras Municipais, percentual mínimo de vagas para ser ocupado por representação feminina. Essa ação afirmativa será temporária, variando em 10% das cadeiras na primeira legislatura após a homologação da PEC, 12% das cadeiras na segunda legislatura e 16% na terceira.

O crescimento da participação das mulheres nos parlamentos brasileiros tem se dado por um processo lento e gradual, com avanços, mas com muita injustiça já que as mulheres representam 51,3% da população brasileira.

Somos a maioria da população, mas a nossa baixa representatividade numérica nas instâncias decisórias da política enfrenta discriminação e resistência até mesmo no inconsciente coletivo.

Segundo estudo elaborado pela Consultoria Legislativa do Senado Federal, o Brasil ocupa a 158ª posição em um ranking de 188 países, numa escala decrescente de participação feminina na Câmara dos Deputados – atrás inclusive da maioria dos países da América do Sul.

Nada surpreendente se levarmos em conta que a história da participação da mulher nos parlamentos vem de 1932, a partir da conquista do direito ao voto – muito recente, portanto, em termos históricos. A conquista do direito ao voto foi sucedida por outros movimentos de mulheres, refletindo no aumento da participação feminina no mercado de trabalho, na formação em cursos superiores e até em profissões então tidas como masculinas, a exemplo das carreiras de engenharia, militares, entre outras.

É nesse cenário que a ação afirmativa das cotas surge como uma solução para minimizar as distorções históricas, buscando igualdade de oportunidade de representação.

Não é demais lembrar que o Brasil não estará inovando nesse aspecto. Inúmeros países já vêm adotando ações afirmativas para participação feminina nos parlamentos, quer na reserva de vagas em listas de competição eleitoral, quer na reserva de percentual de assentos no parlamento, ou mesmo na adoção de cotas voluntárias por partidos políticos.

Estamos próximos de escrevermos mais uma página na história da participação da mulher na pol Leia mais

24 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Em menos de 2 semanas, duas educadoras assassinadas pelos companheiros no Paraná

Profs_ViolenciaOs moradores da cidade de Pinhão, próxima a Guarapuava, saíram as ruas ontem (23) para combater a violência contra as mulheres. Foi uma homenagem à Maria Terezinha Leite, uma servidora pública do Estado assassinada pelo ex-namorado com golpes de faca no último dia 13 de julho.  ... 

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6 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Coluna da Gleisi Hoffmann: Não é só pela Dilma #‎ÉPelaDignidadeFeminina; #SomosTodosMaju

Gleisi_Maju_DilmaGleisi Hoffmann*

Na semana que passou presenciamos maneiras das mais abjetas de tratar uma pessoa, ridicularizar sua condição de mulher, sua raça, pregar agressão sexual. Fiquei, como milhões de homens e mulheres, indignada com a violência de gênero cometida contra a presidenta Dilma Rousseff com a criação de adesivos misóginos, que incitam ao preconceito, desrespeito e agressão, e com os ataques racistas sofridos pela apresentadora de TV Maria Júlia.

Em relação à presidenta, não foi uma forma de protesto ou argumento político. Foi um desrespeito à mulher, mãe, avó Dilma, a representante do Estado Brasileiro e de seu povo. Atingiu a todas nós, mulheres.

As críticas políticas são essenciais ao processo democrático; gostar ou não de um dirigente político, querer mudanças, fazer campanha contra, é da democracia. O que não podemos admitir, sob pena de enfraquecer a democracia, é o ódio e preconceito que, infelizmente, estão tomando conta da política brasileira. A política e as redes sociais não podem ser o lugar da destruição, da agressão. Os autores desses adesivos são criminosos. Esse tipo de ação é um incentivo ao estupro. Não há nada de argumento político nisso. Apenas preconceito, misoginia e ódio. Leia mais

21 de junho de 2015
por Esmael Morais
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UPE elege nova diretoria prometendo mobilizações contra Beto Richa

Blog da Laís Laíny, de Cascavel

A UPE (União Paranaense dos Estudantes) escolheu Bruno Schroeder Pacheco como presidente da entidade à gestão 2015/2017. Ele encabeçou a chapa UPE na “Luta Por Mais Direitos” e sua eleição representa a continuidade da UJS (União da Juventude Socialista – juventude do PCdoB) – na gestão da entidade.

Também estavam na disputa pela UPE a chapa Unidade Popular, presidida por Lays Gonçalves (representante do coletivo petista Kizomba) e também a chapa Oposição de Esquerda, que tinha como representante Larissa Rahmeier, da juventude do Psol.

Bruno venceu a eleição com folga. Foram 118 votos, contra 44 à Unidade Popular e 11 à Oposição de Esquerda.

Estudante de Jornalismo da PUC, em Curitiba, Bruno assume a UPE prometendo interiorizar as bandeiras e manter a unidade contra as medidas que o governador Beto Richa (PSDB) tem adotado.

“Temos que tirar a concentração da UPE de Curitiba e interiorizar. Também vamos unificar a luta contra a PEC 171 (Redução da Maioridade Penal) e contra o retrocesso do governador”, afirma o novo presidente da UPE.
Entre os desafios de atividades que ele pretende implantar em sua gestão são a 1ª Exposição de Negros e Negras da UPE; o 2º Encontro LGBT e a Exposição de Mulheres da UPE. Todos os eventos pautados no ambiente acadêmico.

“Esses eventos são importantes porque atualmente os jovens se organizam de outras formas, como em grupos LGBT, em grupos de negros e negras”, cita Bruno.
Bruno Pacheco reforça a UPE seguirá participando da luta pela Educação junto com as demais categorias do funcionalismo público.

“Na segunda-feira estaremos com na Assembleia Legislativa acompanhando a votação do Plano Estadual da Educação pois os estudantes não foram consultados”.
A escolha da direção marca o encerramento do 45° Conupe (Congresso da União Paranaense dos Estudantes) que começou na sexta-feira (19). Durante os três dias, Cascavel recebeu aproximadamente 500 estudantes de todo o Paraná que di Leia mais