4 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Justiça libera candidatura de Cheida

O deputado estadual Luiz Eduardo Cheida (PMDB) informa que conseguiu autorização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para disputar a reeleição. Ele sofreu condenação no mês passado, em segunda instância, por improbidade administrativa, ainda do tempo que era prefeito de Londrina (1993-1996). Pelo Twitter, o peemedebista comemorou: ... 

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30 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Procurador Eleitoral é favorável à  impugnação da candidatura de Cheida

via Folha de Londrina

O procurador regional eleitoral do Paraná, Alessandro José Fernandes de Oliveira, emitiu parecer favorável ao pedido de impugnação da candidatura à  reeleição do deputado estadual Luiz Eduardo Cheida (PMDB), condenado em maio deste ano por improbidade administrativa dolosa pela 4!ª Câmara do Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná. “A notícia de inelegibilidade procede”, escreveu o procurador no parecer anexado à  impugnação apresentada pelo também candidato a deputado estadual Emerson Petriv, o “Boca Aberta” (PSC). O Ministério Público Eleitoral não havia questionado a candidatura de Cheida.

Para Oliveira, o político está inelegível em razão da Lei da Ficha Limpa, que alterou a Lei Complementar 64/90, que trata das inelegibilidades. No artigo 1!º, inciso I, alínea l, a norma prevê que está inelegível “os que forem condenados à  suspensão dos direitos políticos, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito”.

O procurador lembra que na sentença, expedida em abril de 2011 pela 1!ª Vara Cível de Londrina e mantida pelo órgão colegiado do TJ, Cheida foi condenado à  suspensão dos direitos políticos por 8 anos por improbidade dolosa e ressarcimento do erário: ele contratou, com dinheiro público, advogado particular para defendê-lo em dois processos criminais quando era prefeito de Londrina (1993-1996). Além disso, a contratação foi feita sem licitação e o custo das duas defesas foi de R$ 60 mil, valor muito superior ao da tabela da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que vigorava na época.

Oliveira citou trecho do acórdão do TJ onde ficaria claro o entendimento de que houve dolo do então prefeito. “Resta claro dos elementos dos autos que Luiz Eduardo Cheida, ao contratar o advogado Omar Baddauy, atuou com a intenção de vulnerar as normas legais para satisfazer o fim ilícito de patrocinar com recursos públicos a sua defesa em processo criminal.”

Cheida e Baddauy recorreram ao TJ com embargos de declaração e medida cautelar, ambos negados. Também já ajuizaram recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça e recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Fed Leia mais

19 de março de 2014
por Esmael Morais
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Richa convoca deputados do PMDB para privatizar a Sanepar

O governador Beto Richa (PSDB) mandou chamar os deputados do PMDB Luiz Cláudio Romanelli e Luiz Eduardo Cheida, ambos secretários do Trabalho e Meio Ambiente, respectivamente, porque tem medo de não conseguir os votos necessários na sessão para vender a Sanepar; o diabo é que Richa pegou os deputados suplentes Luiz Carlos Martins (PSD) e Gilberto Martin (PMDB) de "calças na mão"; eles foram surpreendidos pela substituição sem aviso prévio; Requião acompanha de longe e com interesse a reunião da Alep.

O governador Beto Richa (PSDB) mandou chamar os deputados do PMDB Luiz Cláudio Romanelli e Luiz Eduardo Cheida, ambos secretários do Trabalho e Meio Ambiente, respectivamente, porque tem medo de não conseguir os votos necessários na sessão para vender a Sanepar; o diabo é que Richa pegou os deputados suplentes Luiz Carlos Martins (PSD) e Gilberto Martin (PMDB) de “calças na mão”; eles foram surpreendidos pela substituição sem aviso prévio; Requião acompanha de longe e com interesse a reunião da Alep.

O Palácio Iguaçu não tem certeza de que tem os votos necessários para transformar o plenário da Assembleia em comissão geral e, assim, aprovar o projeto que aumenta o capital social da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) de R$ 2,6 bilhões para R$ 4 bilhões. ... 

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5 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Veto de Temer a “ménage à  trois” põe Paulo Rossi, do PSD, no aquecimento

Até o vice-presidente da República, Michel Temer, achou muita sacanagem proposta de "ménage à  trois" (palanque triplo) de Beto Richa (PSDB) aos peemedebistas do Paraná; diante do veto da direção nacional do PMDB à  aliança com o tucano, muito provavelmente, Cheida e Romanelli deverão antecipar saída de seus cargos no governo; de olho no Trabalho, PSD já colocou o sindicalista Paulo Rossi no aquecimento; PSC tem o ex-presidente do Crea, àlvaro Cabrini, para o Meio Ambiente.

Até o vice-presidente da República, Michel Temer, achou muita sacanagem proposta de “ménage à  trois” (palanque triplo) de Beto Richa (PSDB) aos peemedebistas do Paraná; diante do veto da direção nacional do PMDB à  aliança com o tucano, muito provavelmente, Cheida e Romanelli deverão antecipar saída de seus cargos no governo; de olho no Trabalho, PSD já colocou o sindicalista Paulo Rossi no aquecimento; PSC tem o ex-presidente do Crea, àlvaro Cabrini, para o Meio Ambiente.

O veto do vice-presidente da República, Michel Temer, à  participação do PMDB na “ménage à  trois” (palanque triplo) de Beto Richa (PSDB), poderá antecipar mexidas no primeiro escalão do governo do Paraná. O primeiro que entra na marca do pênalti é o secretário do Trabalho, Luiz Cláudio Romanelli, que é deputado estadual licenciado.  ... 

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