29 de julho de 2014
por esmael
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Coluna do Enio Verri: Richa coloca Paraná em 22!º lugar no ranking de investimento público em saúde!

Enio Verri, em sua coluna desta terça, alerta para o fato de o Paraná ficar em 22!º lugar do ranking no país quando a questão é investimento em saúde; segundo o parlamentar do PT, citando dados do Conselho Federal de Medicina (CFM), o governo Richa só investe mais que Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pará, Maranhão e Alagoas; "Os três anos e sete meses do Governo Richa comprovaram que uma má administração, pode sim, equiparar o Paraná, que se destacava nacionalmente, a outros Estados historicamente mais pobres", escreve o colunista, que ainda lamenta em tom de compaixão: "à‰ a triste realidade de um governo que chega ao fim"; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri, em sua coluna desta terça, alerta para o fato de o Paraná ficar em 22!º lugar do ranking no país quando a questão é investimento em saúde; segundo o parlamentar do PT, citando dados do Conselho Federal de Medicina (CFM), o governo Richa só investe mais que Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pará, Maranhão e Alagoas; “Os três anos e sete meses do Governo Richa comprovaram que uma má administração, pode sim, equiparar o Paraná, que se destacava nacionalmente, a outros Estados historicamente mais pobres”, escreve o colunista, que ainda lamenta em tom de compaixão: “à‰ a triste realidade de um governo que chega ao fim”; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri*

Não é por R$ 0,20. à‰ por R$ 0,70. O mote das manifestações de junho do ano passado bem que poderia ser empregado para explicar a crise na saúde pública vivenciada pela gestão do governador Beto Richa (PSDB). Leia mais

30 de setembro de 2013
por esmael
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Gazeta do Povo puxa a orelha de médicos em editorial que condena “revolta do jaleco branco”

do Brasil 247Aos poucos, até mesmo os meios de comunicação mais conservadores começam a condenar a postura de entidades médicas diante do programa Mais Médicos, do governo federal. Foi o que fez, nesta segunda, a Gazeta do Povo, que “afrouxou o sutiã” em editorial. Leia abaixo:

A revolta do jaleco branco – EDITORIAL GAZETA DO POVO – PR

Profissionais da medicina precisam desenvolver agenda positiva, fazendo da crise gerada pelo Mais Médicos um degrau para avanços na saúde pública

O ano de 2013 vai ser lembrado como aquele em que a medicina no Brasil passou por um tsunami. O programa Mais Médicos, do governo federal, se tornou alvo de toda a sorte de impropérios. Ainda se pode ouvir o eco da voz de Roberto D”àvila, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), tachando o projeto de demagógico, eleitoreiro, populista, atrasado!. Na batalha verbal, os médicos saíram em desvantagem. Havia uma demanda reprimida na sociedade em relação à  categoria, que no imaginário do cidadão comum paga a conta pelas deficiências dos serviços de saúde no país. Os predicados creditados pelos populares aos médicos em geral não são cartas de amor: corporativistas, ligeiros no atendimento, não raro negligentes.

Infelizmente, tudo indica que o governo não assinou a Medida Provisória 621, de 8 de julho, apenas para sanar a falta de profissionais de medicina nos rincões do país. Aproveitou a deixa para tirar proveito da má fase dos médicos com a população. Nesse sentido, o protesto de D”àvila merece o eco que teve. Houve uma dose de covardia nessa história. Trouxe efeitos colaterais. Numa das centenas de textos publicados na imprensa sobre o assunto, um dos mais contundentes !“ do filósofo Luiz Felipe Pondé !“ chama o governo de fascista. Acusa a turma de Brasília de agir com os médicos da mesma maneira como Hitler um dia agiu com os judeus, demonizando-os, reduzindo-os a comerciantes preocupados com a reserva de merca